sexta-feira, 31 de maio de 2013

Tiradentes Vinho & Jazz Festival

Acontecerá agora em junho, do dia 14 ao 16 em Tiradentes-MG, o 1º Tiradentes Vinho & Jazz. 
O festival tenta reunir no mesmo evento música e gastronomia, em um cenário pra lá de encantador: a histórica cidade mineira, Tiradentes.

Distâncias:

São Paulo - Tiradentes: 480km
Rio de Janeiro - Tiradentes: 300km
Brasilia - Tiradentes : 900Km
Belo Horizonte - Tiradentes: 190 Km
Juiz de Fora - Tiradentes: 160 Km


Informações: 
http://dom266.wix.com/tiradentesvinhoejazz

Programação:



13 de Junho - Quinta​

-15h Top Five. Degustação “às cegas” Espaço Gourmet Senac
-19h Coquetel de lançamento para convidados Espaço Gourmet Senac

14 de Junho - Sexta​

-12h Abertura oficial Festival Apresentação do vinho “Primeira Estrada” Espaço Pacco & Pacco / Largo das Forras
-14h Palestra “Conduzindo à desgustação” Sommelier Alexandre Furniel / Espaço Gourmet Senac 14 vagas gratuito
-16h Agenda de Relacionamento Sebrae / Pousada Brisa da Serra
-17h Palestra “Sexualidade e vinhos” Gerson Lopes Consultor de vinhos do Super Nosso, colaborador da revista Baco e autor do blog vinhoesexualidade.com.br Espaço Pacco & Bacco Largo das Forras / 20 vagas gratuito
-19h Show Ayran Nicodemo Trio Largo das Forras
-21h Show Blue Drop Groovin’ Jazz Quartet Largo das Forras
-21h Jantar Especial – Camilo e Domênico
Sommelier Alexandre Furniel 
Pousada Villa Paolucci / 80 vagas, R$ 170,00 por pessoa

15 de Junho – Sábado​

-11h Palestra “Taças Negras” Sommelier
Alexandre Furniel Espaço Pacco & Bacco / Largo das Forras
20 vagas, R$ 110,00 por pessoa

-11:30h Terroir Minas - Apresentacão e Degustacão
Local : Estanhos Gregory Sommers Ltda
Endereco :Rua Direita, 183
-12h30 Palestra “Conduzindo à desgustação” Sommelier Alexandre Furniel / Espaço Pacco & Bacco Largo das Forras
14 vagas, gratuito
-14h Degustação / Rodrigo Santana
Espaço Gourmet Senac / 14 vagas, gratuito
-15h “Reconhecendo os aromas dos vinhos tintos” Ana Borges Espaço Pacco & Bacco / Largo das Forras / 20 vagas, gratuito
-16h30 Palestra “Práticas e serviços do vinho“ Flávio Gomes Espaço Gourmet Senac / 20 vagas, gratuito
-17h Palestra com Desgustação “Na Rota dos Vinhos de Bordeaux “ Marcelo Copello / Local: Pousada da Bia
Rua Frederico Ozanan, 330 / Inscrições: 32- 9934-8266
Valor por pessoa: Sob consulta
-17h Show Quarteto Serra Velha Largo das Forras
-18h Desafio “às cegas” com os Ícones italianos
Sommelier Alexandre Furniel / Pousada Brisa da Serra
14 vagas, R$ 260,00 por pessoa
-19h Show Rodrigo Nézio e Duocondé Blues Largo das Forras
-21h Show Leo Gandelman & Banda Largo das Forras

16 de Junho – Domingo​
-11h Palestra “Um passeio pela Itália com grandes vinhos“
Gerson Lopes / Pousada Villa Paolucci
80 vagas, R$ 170,00 por pessoa
-11h Desafio “às cegas” com os Ícones Argentinos
Sommelier Alexandre Furniel / Espaço Pacco & Bacco
Largo das Forras / 14 vagas, R$ 250,00 por pessoa




VEJA O 2º TIRADENTES JAZZ & VINHO




quarta-feira, 29 de maio de 2013

Miolo Reserva Pinot Noir 2011

Produtor: Miolo Wine Group
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Uva: Pinot Noir
Álcool: 13%


Produzir bons vinhos da casta Pinot Noir é muito difícil, necessita de muito cuidado e um terroir muito específico, sempre que posso escolho vinhos de regiões que tem certa tradição ou reconhecimento na produção desta casta. Como Borgonha(França), Casablanca(Chile), Oregon(E.U.A) e Nova Zelândia. Geralmente são vinho caros e não temos tantas opções para comprar, como é com a uva cabernet sauvignon.  Ou seja, temos que "garimpar" bem em lojas e supermercados para achar um vinho bom e barato desta casta.
Eis que não precisei ir muito longe nesta minha  tarefa de garimpagem, para achar um bom Pinot Noir a um preço honesto. Claro, não podemos esperar deste Miolo Reserva Pinot Noir 2011 a mesma complexidade e qualidade que um bom vinho das regiões acima descritas, mais valeu o que paguei(R$27,00).

Vamos a análise do vinho, na taça me apresentou uma bebida de cor clarinha, um rubi bem fraquinho. No Olfato aromas de frutas vermelhas, um fundo adocicado lembrando caramelo. Na boca é agradável, leve e gostoso, bem fácil de beber.
Não apresenta aromas muito nítidos e fortes, mais demonstra qualidades para o preço que se paga.

Nota:82/100



 Visual
 Rubi Clarinho
 Olfativo
 Frutas Vermelhas, Caramelo
 Gustativo
Leve e fácil de beber
 Harmonização
 Pizza e comidas leves


terça-feira, 28 de maio de 2013

Filme Um Bom Ano - Cinema & Vinho

Cinema e vinho podem ser considerados uma parceria de sucesso, um acompanha muito bem o outro. Hoje trazemos uma ótima dica para os leitores: um filme de Ridley Scott. Um Bom Ano ( A Good Year) é um filme leve, descontraído e com belas paisagens, que tem como pano de fundo uma vinícola familiar no interior da da França. Um bom filme, que merece um bom vinho para acompanhar.

Sinopse(Site Cinepop)
Aos 11 anos, Max Skinner (Freddie Higmore) é cuidadosamente educado na arte de saborear vinhos por seu tio Henry (Albert Finney), dono de um vinhedo na França. Adulto, Max (Russell Crowe) torna-se um bem-sucedido homem de negócios em Londres. Certo dia Max recebe a notícia de que Henry morreu, deixando-o como único herdeiro. Prevendo bons negócios, resolve fazer uma rápida viagem para visitar a nova propriedade. Mas, uma vez ali, percebe que não será tão fácil vender o lugar que lhe traz tantas lembranças da infância.

Direção: Ridley Scott

Elenco: Russell Crowe, Mitchell Mullen, Marion Cotillard, Albert Finney, Tom Hollander, Didier Bourdon, Valeria Bruni Tedeschi, Isabelle Candelier.

Trailer




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Legenda



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Alta Vista Classic Torrontés 2011

Produtor: Alta Vista
Tipo: Branco
Castas: Torrontés
Safra: 2011
País: Argentina
Região: Salta
Álcool: 14,0%


Alta Vista é uma das vinícola que mais sabem explorar o potencial da uva torrontes na Argentina, faz ótimo vinhos desta casta. Vale destacar que o terroir de Salta produz ótimos vinhos brancos.
Alta Vista Classic Torrontés 2011 é a linha básica da vinícola para esta casta. Na degustação me apresentou algumas boas características: na taça uma cor palha bem clarinha, esverdeada.  No olfato um aroma forte de abacaxi, que depois foi diminuindo com a sua evolução na taça. Na boca apresentou nitidamente minerais e uma acidez equilibrada e sem grande persistência, foi levemente amanteigado. A bebida evoluiu muito rápido na taça. 
O achei um vinho honesto, vale o que se paga, mais se o leitor puder conhecer a linha premium deste vinho(Alta Vista Premium Torrontés 2011), vale a pena gastar um pouco mais e degustar um dos melhores torrontes da Argentina. Porém se quiser economizar um pouquinho e ainda experimentar um bom vinho branco argentino, o Alta Vista Classic Torrontés 2011 é uma boa dica.

Nota: 85/100


 Visual
 Palha
 Olfativo
 Abacaxi
 Gustativo
 Minerais, equilibrado, pouca persistência.
 Harmonização
 Peixe, camarão, petiscos.

domingo, 26 de maio de 2013

Como abrir um vinho?

Uma das técnicas mais importante para se degustar um vinho é como abri-lo, sem danificar a rola e sujar a bebida. Hoje escolhemos um vídeo que demonstra de um modo simples, como abrir uma garrafa de vinho sem complicações.
Lembramos que existem vários saca-rolhas no mercado, posteriormente vamos escrever um post no blog explicando as vantagens e desvantagens de cada modelo.
Hoje demostramos um vídeo que trás a utilização do saca-trolas mais comum, o mais usado no mercado, chamado de saca rolas do sommeliers ou amigo do garçom. Facilmente encontrado em mercados ou lojas de vinhos, encontra-se na faixa de 20 reais.




Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ppw6BAYyKQ0



sexta-feira, 24 de maio de 2013

O que é um vinho Crianza?

Com o crescimento da oferta de vinhos espanhóis no mercado brasileiro, aumenta uma dúvida comum: o que é um vinho crianza? Tentaremos esclarecer esse ponto aqui.
Cada país tem sua própria regulamentação para denominar vinhos, e as vezes, até mesmo dentro de certos países existem diferenças regionais. Ainda existem as regiões que nem regras tem para tal terminologia.
Hoje como escrevemos sobre os vinhos crianzas, vamos dar destaque à Espanha.
O Consejo Regulador de la DOC Rioja, órgão regulador da viticultura Rioja, principal região viticultora na Espanha, define que o vinho para ser "crianza" tem que passar por no mínimo dois anos em envelhecimento, sendo que obrigatoriamente um ano tem que ser em barrica de carvalho, para os tintos, e no mínimo seis meses para os vinhos brancos. Ainda de acordo com a Ley de la Vina y el Vino, lei que abrange outras regiões espanholas: os tintos tem que passar pelo envelhecimento de dois anos com no mínimo seis meses em barricas de carvalho,
os brancos por no mínimo um ano e meio(18 meses) de envelhecimento, sendo ao menos seis meses em barrica de carvalho.

Os crianzas geralmente são vinhos mais elaborados e com uma boa complexidade se comparados a vinhos jovens que não passam por estágio em barricas.  Analisamos um vinho Criaza a pouco tempo no blog: Toro Loco Crianza 2010.
Em outra oportunidade escreveremos as demais terminologias utilizadas para denominar vinhos. 


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Dal Pizzol Do Lugar Merlot / Cabernet Sauvignon 2010

Produtor: Dal Pizzol
Tipo: Tinto
Castas: Merlot / Cabernet Sauvignon
Safra: 2010
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves
Álcool: 13,0%

Um vinho simples, para seu dia a dia, que vai atender bem qualquer prato simples, que não tenha muita complexidade.
Esse é o Do Lugar , a linha mais simples da vinícola Dal Pizzol. Elaborado a partir das castas Merlot e Cabernet  Sauvignon, é um vinho que consegue ter a características de ambas, o corpo e os taninos da Cabernet e a macies da Merlot.
Na taça me apresentou a cor rubi, bem forte. No olfato frutas vermelhas, não consegui especificar uma fruta especifica. Na boca é simples, maciez que lembrava geleia de morango, um pouco de acidez e com final rápido e doce. 
Não é um vinho muito complexo, mais acompanha bem o dia a dia, até 25 reais vale a pena, acima deste valor se encontra vinho bem melhores.

Nota: 80/100


 Visual
 Rubi Forte
 Olfato
 Frutas Vermelhas
 Gustativo
 Simples, macio, rápido e doce no final
 Harmonização
 Massas, queijos, pizza e aves


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Robert Mondavi Woodbridge Zinfandel 2011

Produtor: Robert Mondavi
País: EUA
Região: California

Uva: Zinfandel
Alcoól: 13,8%

Preço: R$39,00(Link)

Robert  Mondavi é um ícone da viticultura do E.U.A, de família italiana, ele juntou toda tradição do velho mundo com a modernidade americana. O produtor morreu aos 94 anos em casa e deixou um grande legado ao mundo do vinho.


O vinho que analisamos aqui é uma das parcerias de Mondavi. Um exemplar californiano da uva Zinfandel na verdade é uma assemblage com a seguinte composição: 78% Zinfandel,11% Petite Sirah, 3.5% Tannat, 3.5% Alicante Bouschet, 2.5% Carignane, 1.5% Barbera. A  uva predominante tem como características a casca fina e o fruto bem açucarado, além de proporcionar vinhos bem alcoólicos. Possui grande dificuldade em ser cultivada pela irregularidade do seu período de maturação. 

Vamos à analise do vinho. Decantei-o por uma hora. Na taça apresentou lágrimas rasas e rápidas com um liquido de cor rubi bem escuro.No olfato destaca-se a ameixa preta. Na boca é bem frutado e chega a deixar um retrogosto docinho. Corpo médio e  acidez equilibrada.

Um vinho bem gostoso, com excelente custo benéfico preço. Está em ótima promoção.




 Visual
 Rubi bem escuro 
 Olfato
  Ameixa Preta
 Gustativo
 Frutado e equilibrado
 Harmonização
 Massas


terça-feira, 21 de maio de 2013

Carmen Classic Carmenère 2011

Produtor: Viña CarmemTipo: Tinto
Região: Valle Central
País: Chile
Uvas:
Carmenère (85%) e Cabernet Sauvignon (15%)
Álcool: 13,5%


Um vinho informal, que pode ser bebido no seu dia a dia e ter agradar plenamente, assim descrevo Carmen Classic Carmenère 2011. Bebi em um momento de descontração e me atendeu plenamente.
Na taça me apresentou uma cor rubi com bordas violetas bem escuras, bem límpido e com lagrimas timidas. No olfato me veio bem frutado, frutas vermelhas. Já boca é bem redondo, fresco e com notas bem herbáceas. Fácil de beber e gostoso. Indico.

Nota: 85/100


 Visual
 Rubi com bordas violetas 
 Olfato
 Frutas vermelhas
 Gustativo
 Redondo e fresco
 Harmonização
 Prato leves

Por Jonas Magalhães

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Harmonização entre vinho e comida

A perfeita harmonização entre o vinho e o alimento pode nos proporcionar sensações indescritíveis. O prazer de degustar um bom vinho que combine com determinado prato é fenomenal e saborear um delicioso prato com o vinho ideal, também é um prazer igual. Pouco importa se você escolhe o vinho a partir da escolha do prato ou vice e versa, o fundamental é que as duas partes combinem bem. 
A bebida e a comida tem que se respeitarem, ter equilíbrio nesta relação. Um vinho que ofusca o prato ou o contrario não é uma boa pedida, você pode ter desde uma sensação desagradável na boca ou mesmo um dos dois ficar ofuscado. 
Ou seja, é importante por exemplo, se sua escolha for um um prato encorpado,que o vinho escolhido tenha a personalidade marcante, taninos fortes, para que um sabor não encubra o outro. 
É fundamental conhecer a estrutura do prato, como acidez, doçura, temperos, intensidade e os aromas. Assim como é importante conhecer a intensidade dos vinhos para combiná-los, usando as característica similares como parâmetro de escolha de ambos, prato e vinho.

Vamos dar algumas dicas de harmonização com as uvas mais conhecidas.



Vinhos Tintos 

Cabernet Sauvignon – Queijos fortes, Carnes vermelhas e churrasco.

Merlot e Camenère – Queijos Suaves e fortes, Carnes e churrascos, massas com Molhos encorpados. 
Pinot Noir – Queijos suaves, Salmão, Atum, Vitela e Pizza. 
Malbec e Tannat - Um bom churrasco, carnes vermelhas gordurosas.



Vinhos Brancos 

Sauvignon Blanc - molhos e cremes acompanhados de aperitivos, queijos suaves, comida asiática, frutos do mar, ave e massas com molhos suaves.

Chadornnay - queijos suaves, camarão, massas com molho suave, mariscos e aves.
Espumantes: peixes, aves, frutos do mar e sobremesas(Espumantes demi-sec).

Segue uma tabela, que poderá ajuda-los bastante:


                                                                                                                                                                                        Fonte: Bramare






















Para explicar ainda melhor, escolhemos um vídeo para ajudar na suas experiências gastronômicas.





domingo, 19 de maio de 2013

Melhores vinhos argentinos no Trophy Wines 2013

Na semana passada postei a eleição do Chile Wine Awards 2013. Hoje trago a eleição feita pela Argentina Wine Awards 2013. Segue o resultado final. 

sábado, 18 de maio de 2013

Casillero Del Diablo Reserva Carménère 2011

Produtor: Concha y Toro
Tipo: Tinto
Castas: Carménère
Safra: 2011
País: Chile
Região: Valle Central
Álcool: 13,5%


Este vinho é mundialmente conhecido e de uma das maiores vinícolas do mundo: a Concha y Toro. Intitulado Casillero del Diablo possui este nome porque seu produtor, Don Melchor , originalmente, criou uma lenda para evitar a perda da sua melhor bebida, que estava sendo roubada. Segundo a história, nos porões da vinícola onde se localizava a adega, vivia o "espirito do mal". O conto se espalhou pela redondeza e os furtos pararam de acontecer.
O vinho que analiso é elaborado a partir da uva Carménere. Na taça possui lágrimas abundantes, finas e rápidas. Sua cor é rubi brilhante. No olfato senti a presença forte de  especiarias, principalmente a pimenta do reino. Minha esposa destacou o cheiro de eucalipto. Na boca o senti adstringente, seco, porém equilibrado, frutado e macio ao final.
Além de tudo isso, seu preço acessível (de 25 a 35 reais) proporciona um ótimo custo-beneficio! 

Nota:83/100

 Visual
 Rubi brilhoso
 Olfato
 Especiarias, Pimenta e eucalipto
 Gustativo
 Adstringente, equilibrado, frutado e macio
 Harmonização
 Refeições do dia a dia e sanduíches.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Os 10 melhores vinhos do ExpoVinis Brasil

A ExpoVinis Brasil talvez seja o maior evento do segmento no país. Ela tem um grande destaque e repercussão entre os enófilos.  Esse ano a exposição aconteceu no mês de abril, na cidade de São Paulo e contou com expositores do mundo todo e uma grande presença do público.
Trago para vocês o resultado dos melhores vinhos eleitos através do júri técnico da Expovinis.

Este ano, uma vez que aconteceu empate na categoria Tinto Velho Mundo, 11 vinhos foram premiados em 10 caretegorias. Confira os resultados:

Melhor Espumante Nacional

Villaggio Grando Brut Rosé 2011
Villaggio Grando Boutique Winery

Melhor Espumante Importado

Aida Maria Espumante Rosé Reserva 2007
Aida Maria Wines

Melhor Branco Nacional

Dádivas Chardonnay 2012
Vinícola Lídio CarraroMais 

Melhor Branco Importado

Sauvignon Blanc 2012
Casas del Bosque

Melhor Rosé
Maquis Rosé 2012
Sociedad Agricola los Maquis

Melhor Tinto Nacional da Serra Gaúcha
Perini Quatro 2009
Vinícola Perini

Melhor Tinto Nacional de Outras Regiões

Basaltino 2012
Vinícola Pericó Ltda

Melhor Tinto Novo Mundo 
Vistalba Corte A 2009
Bodega Vistalba

Melhor Tinto Velho Mundo

Santa Vitória Grande Reserva Tinto 2008
Casa Santa Vitória

Melhor Tinto Velho Mundo

Scagliola Barbera d’Asti Superiore Sansi Selezione 2009 - Scagliola Vini

Melhor Fortificado e Doce
Quinta do Noval 40 Anos Tawny Porto
Quinta do Noval

Fonte: Expovinis

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Miguel Torres Gran Reserva Carménère 2009

Vinícola: Miguel Torres
País: Chile
Região: Vale Colchagua
Tipo: Tinto
Uva: Carménère
Álcool: 14%


O vinho que abordo hoje, me trouxe uma observação no ato em que abri a caixa de transporte, sua apresentação(rótulo, cores e os fios cor de ouro) era belíssima. Se isso é importante? Vai de cada um. Na minha opinião, assim como qualquer comida, a apresentação e a imagem do prato me instigam a experimentar.
Este exemplar é de uma vinícola de família espanhola que levou toda sua tradição para o Chile. Este vinho trás a uva emblemática, a carménère. Passou por 15 meses em estágio nas barricas de carvalho, o que o faz denominar-se como Gran Reserva. 
Depois de aberto, deixei-o respirar por uma hora, sem decantar. Na taça me apresentou lagrimas tímidas sem grande volume. Sua cor era um rubi com borda em tons de vermelho sangue.
No Olfato senti uma surpresa, não tinha uma presença destacada da madeira, já que passou por um bom tempo na barrica. Só fui sentir a presença da madeira, levemente, durante a evolução na taça. Também me trouxe um aroma de pimenta do reino e algumas especiarias sem grande destaque. Outro amigo me destacou a menta.
Na boca, desde o primeiro contato, foi equilibrado e com taninos suaves, com um volume médio, sem grande acidez.
No geral é um vinho agradável de se beber com algumas características interessantes. Ressalto que não é um mal custo-beneficio, valeu o que paguei, entretanto, ressalto a expectativa que ele me gerou como sua intitulação Gran Reserva. O fato é que ele não chegou a uma complexidade que se esperava de um vinho que passou tanto tempo em barrica, não ganhou o corpo e aromas, tanto em qualidade como em volume desejado. 
Fico na expectativa no outro exemplar, Miguel Torres Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2009, talvez pela diferença entra as uvas,  obtenha tudo que esperei no exemplar Carménère.

Nota: 84/100

 Visual
  Rubi, bordas sangue
 Olfativo
 Pimenta, madeira leve
 Gustativo
 equilibrado e taninos leves
 Harmonização
 Pizza e carnes leves

terça-feira, 14 de maio de 2013

Château Los Boldos Cabernet Sauvignon Tradition 2011


Vinícola: Chateau Los Boldos
País: Chile
Região: Valle del Cachapoal
Tipo: Tinto
Uva: Cabernet Sauvignon
Álcool: 13,5%

Esse vinho foi um presente que valeu a pena receber. Segundo informações do produtor, foi amadurecido em barrica de carvalho francês, americano e tanque de inox por seis meses. Além disso  descansa na garrafa por mais seis meses. 
De cor rubi marcante, percebemos no olfato aromas leve frutados, com um toque de condimentos. Na boca confirma as sensações aromáticas, principalmente o frutado se confirma, com taninos macios. Harmonizou bem com uma carne grelhada. Em minha opinião um bom vinho, que honra a tradição chilena de fazer bons vinhos.

 Visual
 Rubi
 Olfato
 Frutas Vermelhas e Especiarias 
 Gustativo
 Taninos Macios e frutado
 Harmonização
 Carne Grelhada
Por Alexandre Oliveira





sexta-feira, 10 de maio de 2013

Melhores Vinhos Chilenos de 2013 no 10º Awoca

Para quem ainda não teve acesso a informação, aconteceu no inicio do ano em Santiago, o 10º AWOCA(Annual Wines of Chile Awards 2013), premiação importante na avaliação de vinhos chilenos, estes tão consumidos no Brasil.
O evento escolhe os melhores vinhos em 18 categorias, avaliados por jurados em  degutações às cegas.
Para quem gosta de vinhos Chilenos, serve como um parâmetro para suas próximas degustações. Segue a lista dos vencedores.
Os vencedores do AWOCA são:
  • Melhor vinho na categoria “Blend” – Sideral 2009, Viña Altair
  • Melhor vinho na categoria “Cabernet Sauvignon” – Arboleda 2010, Viña Arboleda
  • Melhor vinho na categoria “Carmenère” – Marchigue Private Collection 2011, Viñedos Marchigue
  • Melhor vinho na categoria “Chardonnay” – Aconcagua Costa 2011, Viña Errazuriz
  • Melhor vinho na categoria “Late Harvest” – Erasmo 2008, Viña la Reserva de Caliboro
  • Melhor vinho na categoria “Pinot Noir” – Cono Sur 20 Barrels 2010, Viña Cono Sur
  • Melhor vinho na categoria “Sauvignon Blanc” – Outer Limits 2011, Montes S.A.
  • Melhor vinho na categoria “Syrah” – Single Vineyard 2011 e 20 Barrels 2010, Viña Cono Sur
  • Melhor vinho na categoria “Outras cepas tintas” – Vigno Garcia Schwaderer 2009, Garcia & Schwaderer
  • Melhor vinho na categoria “Outras cepas brancas” – Santa Carolina Reserva Moscato 2012, Santa Carolina
  • Melhor vinho na categoria “Rose” - Litoral Rosé of Pinot Noir 2012, Viña Ventolera S.A.
  • Melhor vinho na categoria “Espumante” - Santa Digna Estelado 2012, Miguel Torres Chile
  • Melhor vinho na categoria “Tinto premium” - Don Maximiano Founder's Reserve 2010, Viña Errazuriz
  • Melhor vinho na categoria “Branco premium” - Cipreses Vineyard Sauvignon Blanc 2011, Viña Casa Marín
  • Melhor vinho na categoria “Tinto custo x benefício” - Oveja Negra Cabernet Franc – Carmenere 2011, VIA Wines
  • Melhor vinho na categoria “Branco custo x benefício” - Santa Carolina Reserva Moscato 2012, Santa Carolina
  • Melhor vinho do evento “Best in the Show” - Don Maximiano Founder's Reserve 2010, Viña Errazuriz
Fonte: winesofchile

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Vinhos em Minas Gerais?

Fazenda experimental de Caldas-MG
No segundo semestre deste ano, produtores mineiros vão lançar três novas marcas de vinhos finos, sendo um deles o primeiro espumante fabricado no estado. As novas marcas vão se juntar ao rótulo Primeira Estrada, lançado em 2011 em caráter pioneiro em Minas. Nos próximos dois anos, a produção anual de vinhos finos no estado deverá chegar a 500 mil litros. A previsão é que, neste período, cinco empresas mineiras lancem novas marcas.Atualmente, estão em fase de validação três marcas de espumantes fabricados em Andradas, Caldas e Dinolândia (SP) - Villa Mosconi, Casa Verrone e Primeira Estrada Brut, respectivamente – que, brevemente, estarão disponíveis para comercialização. As marcas estão em processo de registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Outras duas marcas de vinhos finos, produzidos em Cordislândia, no Sul do Estado e no município de Espírito Santo do Pinhal (SP), também estão no processo por parte de empresas privadas. A tramitação para validação dos rótulos leva, em média, oito meses.


A enóloga da Epamig, Maritê Carlin Dal´Ostu atesta que Minas Gerais tem um grande potencial vinícola a ser explorado e, a partir do próximo ano, deverá observar um aumento considerável de lançamentos de novas marcas de vinhos finos, entre eles espumantes. “As perspectivas levam em conta os bons resultados que vem sendo alcançados por pesquisas implementadas pela Epamig em parceria com produtores rurais e empresários”, atesta a enóloga.

Segundo Maritê, os municípios mineiros de Baependi, Andradas, Varginha, Três Corações, Santo Antônio do Amparo, Três Pontas e São Sebastião do Paraíso são os que já apresentam resultados promissores na exploração da vitivinicultura.

Safra outono/inverno é diferencial

O empresário Rodrigo Carrara Peixoto, de Santo Antônio do Amparo, no Sul de Minas, se prepara para lançar, este ano, o “Insólito”, vinho tinto seco produzido a partir do cultivo de uvas da variedade Syrah. O processo de
Uva Syrah
registro no Ministério da Agricultura já está em andamento.

“Temos condições de fabricar um produto sem similar no mundo, originário de safra de outono/inverno o que garante uma qualidade superior”, confirma o empresário. “O trabalho executado pela Epamig com o desenvolvimento de tecnologia que possibilita ao produtor rural colher uva no período outono/inverno foi de fundamental importância para dar um diferencial fantástico de qualidade à produção de vinhos finos no estado”, complementa Rodrigo Peixoto.

Ele revela que a produção inicial de 4 mil garrafas será comercializada em estabelecimentos de Belo Horizonte, levando-se em conta as potencialidades do mercado consumidor da região.

A tecnologia da Epamig a que Rodrigo se refere, que vem animando produtores rurais e empresários do ramo, é a dupla poda de videiras nos meses de janeiro e agosto. Tal procedimento, desenvolvido de forma pioneira pelo pesquisador e coordenador do Núcleo Tecnológico Uva e Vinho, Murillo de Albuquerque Regina, implica a inversão do ciclo produtivo da videira, alterando para o inverno o período de colheita, ao contrário do que tradicionalmente é feito.

“A videira Syrah mostrou-se mais produtiva neste sistema em função das temperaturas mais baixas e da menor disponibilidade hídrica. Todos os fatores foram superiores, mostrando maior concentração de açúcares, menor acidez, maior teor de antocianimas e de polifenóis, aspectos preponderantes para a obtenção de vinho fino de qualidade”, atesta o agrônomo.

Segundo Murillo, é possível explorar uma ampla gama de potencialidades enológicas dentro de Minas Gerais, incluindo, ainda a produção de uvas próprias para vinhos de mesa, vinhos brancos e espumantes. Nas regiões Sul e Sudoeste do estado, os trabalhos contemplam os municípios de Três Corações, Cordislândia e Caldas. Na região Noroeste, o município de João Pinheiro já possui ações nesta área. Já no Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha, Pirapora e Diamantina começam a desenvolver a atividade.

Além disso, atualmente, na região da Serra da Mantiqueira, 20 produtores rurais estão desenvolvendo projetos similares. Eles cultivam videiras das variedades Syrah, para vinhos tintos, e Sauvignon Blanc, para vinhos brancos. Também estão sendo cultivadas as variedades Chardonnay e Pinot Noir para produção de espumantes.

O próprio Núcleo Tecnológico Uva e Vinho, da Epamig, conta com uma vinícola onde, em caráter experimental, vêm sendo processadas uvas produzidas nos municípios de Caldas, Andradas e Divinolândia (SP).

Concorrência à altura

Segundo o agrônomo Murillo Albuquerque, apesar de ainda estar numa fase
Produção de Vinhos
inicial de produção, os vinhos finos mineiros já têm condições de disputar, em termos de qualidade, com produtos importados especialmente da Argentina e do Chile. “O próprio Primeira Estrada, por exemplo, já está sendo comercializado no Rio de Janeiro e São Paulo e em cidades turísticas do interior mineiro como Poços de Caldas, Tiradentes e Três Corações”, destaca.

O Primeira Estrada Shirah 2010, fabricado pela vinícola Estrada Real, de Três Corações, já pode ser encontrado em restaurantes de renome da capital mineira, como o Taste Vin, Vechio Sogno, Pizzaria Olegário e Hermengarda, bem como em alguns supermercados. O produto, feito a partir de uva da variedade Syrah, vem nas versões tinto e rosé .

O pesquisador da Epamig observa, entretanto, que o incremento da produção mineira de vinhos finos vai depender da demanda e da aceitação do produto por parte da população. Ainda segundo Murillo Albuquerque, financeiramente, a atividade compensa, visto que o preço do litro dos novos vinhos deverá girar entre R$ 40,00 e R$ 70,00.


“O mercado de vinhos finos está em expansão, mas quem mais aproveita do aumento do consumo ainda são os vinhos importados, pois os nacionais enfrentam dificuldades devido à alta carga tributária e à concorrência com vinhos do Mercosul. Por isso, investir em qualidade é o caminho para superarmos a concorrência”, conclui o pesquisador.

FONTE: Agência Minas





Nós do Dionísios, esperamos que essa experiência produza um resultado positivo e nós propicie grandes vinhos. Recentemente vimos o desenvolvimento da viticultura no Nordeste Brasileiro, produzindo bons vinhos, lugar este antes inimaginável para a produção da bebida.
Minas Gerais tem uma fama internacional na produção de Cachaça e agora pode-nos dar a grata surpresa de produzir vinhos com qualidade.


E você acredita nessa possibilidade?

domingo, 5 de maio de 2013

Queijos e Vinhos: como harmonizar?

Sempre há um dúvida cruel quando compramos um vinho e queremos combina-lo com um queijo especial, ou vice e versa.

Contrariando aquilo que a  maioria das pessoas imaginam, nem sempre os queijos combinam só com o vinho tinto. Os queijos mais populares também combinam com o vinho branco, como podemos ver nas tabelas apresentadas aqui.




A tabela abaixo nós mostra uma gama maior de opções para harmonizar queijos e vinhos, especificando a uva e o tipo de queijo.


Esperamos que a partir das tabelas vocês possam harmonizar bem essas duas delicias: queijo e vinho.

Fonte: Blog Restaurante em SP
          Site Vinho e mais Vinho







Luis Felipe Edwards Pinot Noir Reserva 2011

Vinícola: Luis Felipe Edwards
País: Chile
Região: Vale Colchagua
Tipo: Tinto
Uva: Pinot Noir
Álcool: 14%

Beber um Pinot Noir nem sempre é sinônimo de elegância e qualidade. Não é fácil produzir bons vinhos com essa uva, que tem como uma das principais características a complexidade para manutenção de suas parreiras e a sua transformação em vinho. A Pinot Noir necessita de um clima frio e seu manuseio tem que ser com extrema delicadeza. Escrevo isso, pois hoje analiso o Luis Felipe Edwards Pinot Noir Reserva 2011, um vinho simples, que não se destaca, adquirido por um preço baixo para um Pinot Noir, R$ 26, ele não me representou uma boa compra, sem personalidade e na boca, sem o corpo elegante que representa uma Pinot Noir.

Vinho do Vale de Conchagua, entretanto se a região produz os melhores vinho Chilenos, não se pode dizer o mesmo dos Pinot's que vem apresentando maior destaque para os produzido no Vale de Casablanca.

Vamos ao vinho: de cor violeta, ele no olfato me apresentou framboesa bem leve e na boca um certo desequilíbrio, corpo leve e sem grande destaque. Não é intragável, mas acha-se vinho melhores nessa faixa de preço, até mesmo o Brasileiro Miolo Reserva Pinot Noir nós apresenta melhores qualidades.

Nota: 72/100
 Visual
 Violeta
 Olfato
 Framboesa
 Gustativo
 Corpo Leve e desequilibrado
 Harmonização
 Sanduiches

Por Jonas Magalhães