sexta-feira, 28 de junho de 2013

Qual diferença entre o Vinho Seco e o Suave?

Vinho suave
Muito amigos me fazem essa pergunta: qual a diferença do vinho seco e o suave?

Notamos que a maioria do público brasileiro tem um preferência pelo vinho suave. Muitos nem sabem a real diferença entre o suave e o seco.

Acabam preferindo o vinho suave pelo seu gostinho doce.

Vinho Suave é sinônimo de vinho docinho e fácil de beber para a maioria, já o vinho seco é rascante e difícil de beber. Pois bem, tudo é questão de hábito e costume. Por exemplo, quem bebe costumeiramente o vinho seco, dificilmente conseguirá ou achará prazeroso beber um vinho suave.

Se você não gosta ou tem dificuldades de beber um vinho seco, muito provavelmente isso tem origem no seus hábitos alimentares. Somos acostumados a beber e comer muitos alimentos doces, ate mesmo nossos sucos são adicionados açúcar.

Entenda vinho Doce, Seco e Suave.

Para a elaboração do verdadeiro vinho doce, o vinho de sobremesa, não é adicionado açúcar ao vinho. A doçura pode ser devido ao fungo Botrytis cinerea; colheita tardia, onde a uva é colhida, geralmente, depois de um mês de maturação; ou então ser um vinho fortificado pelo seu alto grau alcoólico. Aqui se aproveita da colheita tardia, aonde a uva gerou mais açúcar natural, a sacarose. Alguns deles são os vinhos doces de Tokaj e Sauternes, os late harvest, alguns vinhos do Porto e Jerez.


O vinho o seco é o chamado vinho fino de mesa, e é elaborado com uvas nobres, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay, entre outros da espécie vítis vinífera. Eles são feitos com baixo teor de açúcar, naturalmente da uva, e chega a ter 3,5 gramas de açúcar por litro.

Já o vinho suave é uma bebida de qualidade mais baixa, elaborado com uvas comuns de espécies americanas, como Concord, Herbermont, Niágara, Isabel e outras. Estes vinhos sempre possuem alto teor de açúcar, acima de 20 gramas por litro, sendo este adicionado ao vinho. Não tem os mesmo benéfico a saúde que o vinho seco. (Veja Vinho&Saúde)

A qualidade do vinho pode ser identificados no rótulo.


As pessoas que gostam de vinho suave e querem começar a beber vinho seco. Indico fazerem uma transição com os vinhos demi-sec. São vinhos que estão classificados entre o seco e o suave, possuindo cerca 5 a 20 g/l de teor de açúcar. Possui o paladar fácil do suave e com menor grau de açúcar. Quando for entrar de vez no vinho seco, recomendo começar a beber os vinhos mais leves, como os feitos com as uvas mais fáceis de beber. Indico a Pinot Noir e a Merlot.

Sejam bem vindos ao mundo do vinho!



Fontes: Academia do vinho, Sonoma e Adega.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Santa Carolina Reservado Cabernet Sauvignon 2011

Vinícola: Viña Santa Carolina
País: Chile
Região: Vale Central
Tipo: Tinto
Uva: Cabernet Sauvignon
Álcool: 12.5 %

Preço: 16,50

 
Depois de alguns amigos me perguntarem a opinião sobre este vinho e também pela facilidade em que encontramos nos supermercados, resolvi escrever sobre ele.
Muito consumido pelo público que bebe esporadicamente vinhos e que quer gastar pouco, é um vinho muito popular, que também se deve pela sua presença em quase todas prateleiras de supermercados.
A Viña Santa Carolina é um vinha bem tradicional no Chile, sofreu com ultimo terremoto e se reestruturou rápido, comercializa desde a linha de vinho popular a vinhos ícones, como o Herencia 2008.
Aqui analisamos o Santa Carolina Reservado Cabernet Sauvignon 2011, que no mercado encontramos na faixa de 15,00 a 20,00 reais.
Vamos ao vinho: Na taça é rubi, meio opaco. No olfato é frutado, sem grande complexidade e intensidade. Na boca é bem leve, rápido e fica uma sensação de "aguado".
É um vinho super simples, vale a pena pagar uns reais a mais e comprar um vinho melhor ou até mesmo se dedicar a garimpar as prateleiras atrás de um vinho com custo-beneficio melhor.

Nota: 72/100

 Visual
 Rubi
 Olfato
 Frutado, sem intensidade
 Gustativo
 Leve e rápido na boca
 Harmonização
 Refeições leves

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Filme Sideways - Entre Umas e Outras

Hoje escrevo sobre o filme que deveria ser obrigatório para todos amantes de vinhos, os enófilos. Sideways - Entre Umas e Outras do inicio ao fim, traz como plano de fundo belas paisagens de vinhas californianas e debates acalorados sobre castas e diversos exemplares de vinhos, com destaque para a paixão de Miles por Pinot Noir.
Segue a sinopse e os link's para vocês poderem baixar e assistir esse excelente filme, indicado a cinco estatuetas do óscar e ganhador de melhor roteiro original.

Sinopse(Adorocinema)
Miles Raymond (Paul Giamatti) é um homem depressivo, que tenta se tornar um escritor. Miles é fascinado por vinhos e decide dar como presente de despedida de solteiro a Jack (Thomas Haden Church), seu melhor amigo, uma viagem pelas vinículas do Vale de Santa Inez, na California. Eles partem juntos na viagem, mas logo se envolvem com duas mulheres. Jack conhece Stephanie (Sandra Oh), a funcionária de uma vinícola local, que faz com que ele queira anular seu casamento, que está marcado para daqui a poucos dias. Já Miles se interessa por Maya (Virginia Madsen), uma garçonete que tem o mesmo apreço por vinho que ele.


Trailer



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terça-feira, 25 de junho de 2013

Urmeneta Cabernet Sauvignon 2012

Vinícola: Viña Urmeneta
País: Chile
Região: Vale Central
Tipo: Tinto
Uva: Cabernet Sauvignon
Álcool: 13.5 %

Preço: 13,00

 
Mais um vinho simples da Viña Urmeneta, já escrevi sobre o Urmeneta Carménère 2012, que gostei.
Hoje escrevo sobre o Urmeneta Cabernet Sauvignon 2012, também vendido a um preço bem abaixo do que se praticado no mercado brasileiro. Entretanto confesso que preferi o Carménère.
No visual é rubi e com lagrimas rápidas. No olfato tem aromas doces, frutas vermelhas. Na boca é seu maior defeito, sem grandes destaques, com pouca densidade, quase sem taninos, passa pela boca rápido e não deixa marca alguma.

Nota: 72/100


 Visual
 Rubi
 Olfato
 Aromas doce, Frutas vermelhas maduras
 Gustativo
 Leve e pouca densidade
 Harmonização
 Comida leve
Por Jonas Magalhães

domingo, 23 de junho de 2013

Vinho tinto estimula enzima antienvelhecimento

Um ingrediente do vinho tinto estimula uma enzima que retarda o envelhecimento das células e que poderia prevenir doenças geriátricas como o Alzheimer. Um experimento da Universidade de Harvard confirmou a crença científica de que as enzimas celulares estudadas, as sirtuinas, são reguladoras universais do envelhecimento de todos os organismos vivos, e por isso são muito interessantes para o tratamento da passagem dos anos.

"As sirtuinas operam como guardiães das células", disse o cientista David Sinclair, da Faculdade de Medicina de Harvard, que liderou o trabalho publicado na revista Nature. "Estas enzimas permitem que as células sobrevivam ao dano e retardam a morte das células", disse.

O estudo culmina, por enquanto, três anos de estudos e descobertas sobre as sirtuinas, em uma classe de enzimas presente virtualmente em todo organismo desde as bactérias até as plantas e os humanos. Todas as enzimas têm a função de promover reações bioquímicas essenciais dentro das células.

Inicialmente os cientistas pensaram que as sirtuinas trabalhavam, principalmente tirando moléculas chave das proteínas que rodeiam o DNA (ácido desoxirribonucleico) como parte do processo pelo qual as células ativam e desativam seus genes. Mas recentemente os cientistas notaram que as sirtuinas também são parte de um sistema de retroalimentação que realça a sobrevivência das células em tempos de stress, especialmente se este for devido à falta de alimentação.

Os experimentos aumentaram significativamente os períodos de vida em células de fermento e humanas nos laboratórios, e estendeu as vidas de moscas e vermes, organismos que em nível da biologia molecular envelhecem tanto como os humanos.

De todos os compostos experimentados pelos cientistas, o que mais estimulou a enzima foi o resveratrol, uma substância abundante na pele da uva preta e também entre os álcoois do vinho tinto.

Segundo outro estudo publicado por Philippe Jeandet e Roger Bessis da Universidade da Borgonha (França) o resveratrol é um composto fenólico produzido pela videira em resposta a uma infecção de "podridão cinzenta" (botrytis). Esta molécula é conhecida por suas propriedades terapêuticas.

Borgonha, em cuja Universidade foi estudado o resveratrol, é junto com Bordeaux e Champagne, uma das regiões produtoras de grandes vinhos na França. "É o constituinte ativo dos extratos da raiz de uma planta (Polygonum cuspidatum) utilizada na medicina tradicional chinesa e japonesa para o tratamento da arterioesclerose e das doenças inflamatórias e alérgicas", segundo o estudo francês.

Os conteúdos em resveratrol do vinho são volúveis segundo os vinhedos e as regiões de produção e sabe-se que estão relacionados com o estímulo das reações de defesa da videira em resposta a uma infecção parasitária. Também foi creditado ao resveratrol uma diminuição do risco de doenças cardíacas.

Sinclair disse que, sobre a base das descobertas, agora continua a busca dos compostos que estimulam mais as sirtuinas, e a produção de compostos sintéticos, para experimentá-los na extensão da vida não só de moscas e vermes, mas também de humanos e macacos. Mas Jef Boeke, um especialista em genética de fermentos que trabalha na Faculdade de Medicina da Universidade John Hopkins, se mostrou cauteloso e disse que "o envelhecimento não é o mesmo em humanos e em fermentos". "As sirtuinas são moléculas potentes e quando alguém as estimula teria que ter muito cuidado sobre os efeitos secundários potenciais", acrescentou.

Fonte: http://noticias.terra.com.br


sábado, 22 de junho de 2013

El Huique Carménère 2011

Vinícola: Viña El Huique
País: Chile
Região: Colchagua
Tipo: Tinto
Uva: Carménère
Álcool: 14.0 %

Preço: R$ 28,90

El Huique Carménère 2011 é um bom vinho e honesto. Adquirido através de um clube de vinho, se acha na internet por R$28,90. Um vinho honesto, como personalidade e representa bem a fama da Carménère, um bom vinho.
No visual apresenta uma cor vermelha rubi, brilhante com bordas roxas. No olfato tem aromas terrosos, minerais e um leve toque frutas vermelhas, baunilha. Na boca é equilibrado e confirma os aromas no nariz, com taninos leves e uma acidez na medida.
Um vinho que não passou em barrica. Com personalidade, equilibrado e gostoso. Deixou boa impressão.

Nota: 86/100 


 Visual
 Vermelha rubi brilhante com bordas roxas
 Olfato
 Mineral e baunilha
 Gustativo
 Mineral, equilibrado e redondo
 Harmonização
 Massas


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Club des Sommeliers Mendoza Chardonnay 2012

Vinícola: Club des Sommeliers
País: Argentina

Região: Mendoza
Tipo: Branco
Uva: Chardonnay
Álcool: 13.0 %


Club des Sommeliers é um linha exclusiva de uma rede de supermercado que faz vinho em varias regiões. Até hoje não encontrei nenhum exemplar com grande destaque. Um vinho que a principio comprei para usar em uma receita de fondue. A meia garrafa que sobrou, experimentei.
No visual é bem pálido, uma cor fraquinha de palha. No olfato é floral, um pouco de lírio, sem grande complexidade. Na boca um amanteigado, característico da uva Chardonnay, pouco acido e com um leve amargor(desagradável) no retrogosto. Corpo bem leve, refrescante, sem destaque nos aromas. Sem personalidade.
Um vinho que não compraria para tomar.

Nota: 66/100


 Visual
 Palha bem fraca
 Olfativo
 Floral
 Gustativo
 Amanteigado, leve e amargor no final
 Harmonização
 Peixes e Saladas


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Vinho e a Diabetes

O vinho é, sem dúvida, a bebida mais favorável para o diabético, desde que não tenha contra-indicação ao uso das bebidas alcoólicas; beba com moderação; só beba se tiver a doença compensada; beba sempre junto com as refeições, para evitar os riscos de hiper e principalmente hipoglicemia; beba sempre acompanhado (de preferência da pessoa amada ou que lhe seja aprazível); contabilize as calorias da bebida na sua dieta.

O Diabetes Melito é um erro metabólico do organismo. Nessa doença ocorre aumento da quantidade de glicose no sangue por ação inadequada ou insuficiente da insulina – um hormônio produzido pelo pâncreas cuja função é promover a entrada deste açúcar nas células a fim de ser metabolizado e transformado em energia.

O vinho, sobretudo o tinto seco, é muito favorável para quem tem Diabete Melito por vários mecanismos. Isso é o que mostram dezenas de pesquisas científicas que tentarei compilar nos próximos parágrafos.

A quantidade de açúcar no vinho, principalmente no tinto seco, é mínima e irrelevante para o diabético. Retirar o açúcar do vinho tinto seco não representa nenhum beneficio real para quem tem Diabete Melito. A quantidade de calorias que uma taça de vinho tinto seco tem é a mesma que uma maça ou uma pêra. Os vinhos brancos, como regra tem mais açúcar que os tintos e os demi-sec mais que os secos e menos que os suaves.

A Quercitina e a Mirecetina são dois polifenóis que existem em quantidade apreciável no vinho. Eles aumentam a sensibilidade das células à ação da Insulina. Desse modo os açúcares do sangue são mais bem aproveitados. Isso leva a diminuição da quantidade insulina na corrente sangüínea. A alta taxa de insulina no sangue, como se sabe, é muito tóxica para o organismo e desencadeia uma série de reações metabólicas que culminam, normalmente, com o ganho de peso. O álcool em doses baixas também tem o mesmo efeito da Quercitina e da Mirecetina. Em decorrência disso, duas situações benéficas acontecem: favorece a perda de peso, o que sempre é desejável para todo paciente diabético e há uma tendência a diminuir a quantidade de medicamentos para controlar a doença. A ingesta de bebidas alcoólicas por diabéticos um uso de insulina ou anti-diabéticos orais, pode levar mais facilmente à hipoglicemia . Os sintomas da hipoglicemia e intoxicação aguda pelo álcool são muito parecidos. Na presença de sintomas é aconselhável fazer uma dosagem rápida de glicose no sangue.


DOENÇAS CARDIOCIRCULATÓRIAS

As alterações metabólicas que ocorrem na Diabete Melito favorecem as doenças cardiocirculatórias. Um dos mecanismos é o aumento da adesividade das plaquetas. Isso significa dizer que o diabético forma coágulos no lume vascular com mais facilidade aumentando o risco de oclusão aguda de vasos sanguíneos. Isso é trágico porque pode culminar com infarto do miocárdio, derrame cerebral e morte súbita. Os efeitos cardioprotetores do vinho são bem conhecidos. Eles advêm das ações sinérgicas do álcool com os polifenóis que existem no vinho, que, entre outros efeitos protetores, diminuem toda a atividade aterotrombótica, inclusive a adesividade plaquetária. E isso e mais uma dádiva para os diabéticos que na maioria morrem de doenças cardiocirculatórias.

A Hemoglobina Glicosilada (HbA1c) é o marcado bioquímico utilizado para controle da Diabete Melito. Ela nos da a média dos níveis de açúcar no sangue dos últimos três meses, aproximadamente. Quanto mais alto o seu valor, mais descontrolada está a Diabete Melito. O Dr. Herding e colaboradores estudaram a relação existente entre a ingesta de bebidas alcoólicas e os níveis de hemoglobina glicosilada (HbA1c). Eles constataram, tanto em mulheres como em homens, que a ingesta de vinhos tem uma relação inversa com a hemoglobina glicosilada (HbA1c).

Outro fato que torna o vinho tão favorável para os diabéticos (e que é pouco referido) é que ele é rico em Cromo. E cromo da melhor qualidade. Este eletrólito é importante porque tem um papel fundamental nas manifestações e controle do Diabete Melito, porque atua no metabolismo da glicose e é indispensável á ação da insulina, conforme relatam os Dr. Jennings e Dr. Howard.

É muito importante que o diabético beba com moderação. A ingesta abusiva é desfavorável porque aumenta a produção de glicose, colesterol e triglicerídeos pelo fígado, o que não é desejável.


BEBER JUNTO ÀS REFEIÇÕES

É fundamental que o vinho seja bebido sempre junto as refeições para diminuir a absorção de álcool pelo organismo e evitar a hiper e principalmente a hipoglicemia. É recomendável beber sempre (“bem”) acompanhado. Além de mais seguro num caso de hiper ou hipoglicemia é muito mais prazeroso.

É também importante que o diabético só beba se estiver com a doença compensada. E deve sempre contabilizar as calorias do vinho na dieta.

O diabético que tomar bebida alcoólica e fizer exercícios, terá aumentada a chance de fazer hipoglicemia. Vários estudos na literatura médica mostram que o uso moderado da bebidas alcoólicas, mas com maior ênfase no vinho, diminui o risco de desenvolver Diabete Melito tipo 2 ao longo da vida, tanto em homens como mulheres. Por outro lado, a ingesta abusiva de bebidas alcoólicas pode aumentar a chance, sobretudo das mulheres, de desenvolver está moléstia.

Em síntese: todo diabético que responder SIM às três perguntas seguintes, poderão se beneficiar de ingesta moderada de vinho (tinto seco, preferencialmente) durante as refeições. Se algumas das respostas for NÃO, a melhor escolha é, sem dúvida, evitar qualquer tipo de bebida alcoólica.

A minha diabete está controlada?
Estou livre de outras contradições ao uso de bebidas alcoólicas?
Conheço os efeitos que o álcool pode ter com a(s) minha(s) doença(s) e o meu tratamento?


RECOMENDAÇÕES PARA OS DIABÉTICOS QUE QUISEREM BEBER

• Só beba se estiver com a doença controlada.
• Beba junto ou logo após uma refeição.
• Beba acompanhado.
• Esteja preparado para hiper e principalmente hipoglicemia.
• Diante de sintomas, faça um teste rápido da glicemia.
• Monitore os níveis de triglicerídeos, se beber regularmente.
• Contabilize as calorias da bebida em sua dieta.
• Se beber à noite, faça um lanche antes de dormir.
• Prefira vinho tinto seco (é menos calórico).
• Evite dirigir automóveis ou operar máquinas, se beber.


Fonte: Uvibra



segunda-feira, 17 de junho de 2013

Urmeneta Carménère 2012

Vinícola: Viña Urmeneta
País: Chile
Região: Vale Central
Tipo: Tinto
Uva: Carménère
Álcool: 13.7 %


Um simples, que vale muito o que se paga.Comprei descompromissado, muito mais pelo preço. Me surpreendi, pois me apresentou um vinho simples, entretanto com algumas qualidade, digestivo e saboroso. Mais vale destacar que sua maior qualidade é realmente o preço.
No visual, foi bem escuro, um rubi forte. No olfato é frutado levemente, mais forte nas especiarias. Na boca foi equilibrado e confirmou os aromas no olfato, principalmente pimenta.
Um vinho que comprei a 13 reais e valeu a compra. Pode-se considerar um vinho para o dia a dia, principalmente pelo preço, nessa faixa de preço dificilmente encontramos vinhos com alguma qualidade.

Nota: 79/100


Visual
 Rubi
Olfativo
 Pimenta, cereja leve
Gustativo
 Acido na medida, pimenta, equilibrado.
Harmonização
 Massas


domingo, 16 de junho de 2013

Vinho Brasileiro é um dos mais saudáveis do planeta

Estudos apontam que o vinho da Serra Gaúcha tem maior abundância de substâncias benéficas à saúde. A pesquisa, realizada por profissionais do Departamento de Tecnologia e Ciência da Universidade Federal de Santa Maria (RS), aponta o Resveratrol como o principal fator de proteção à saúde encontrado nos vinhos. A pesquisa ainda indica que o resveratrol é encontrado em maior quantidade nos vinhos produzidos na Serra Gaúcha do que naqueles produzidos em países como Portugal, Chile, Argentina e Estados Unidos. A hipótese admitida é de que o nosso vinho tem mais Resveratrol, por causa da alta umidade dos solos da Serra Gaúcha, fato que favorece a proliferação de fungos. A relação com o clima úmido é que o resveratrol é uma substância produzida pelas videiras como forma de defesa contra a ameaça de fungos. Os tintos são mais benéficos à saúde que os brancos, dado que o resveratrol encontra-se nas cascas das uvas tintas que entram na fermentação do vinho, o que não acontece com os brancos.

Texto Extraído da página:
http://cabugi.globo.com/colunas/vinhos220405_int.asp



sábado, 15 de junho de 2013

Bridlewood Monterey Pinot Noir 2011

Vinícola: Bridlewood
País: Estados Unidos
Região: Monterey
Tipo: Tinto
Uva: Pinot Noir(95%), Zinfandel(5%)
Álcool: 14.5 %

Como já disse aqui no blog, bons vinhos da casta Pinot Noir à um preço acessível são difíceis de achar, geralmente, eles tem um custo elevados. Os E.U.A tem se especializado em ter bons Pinot's, mais especificamente a região de Oregon, entretanto a Califórnia também tem obtido bons resultados, como observamos no vinho aqui analisado.

Bridlewood Monterey Pinot Noir 2011 nos custou 45,00 reais e posso dizer que foram muito bem investidos.

Um vinho delicioso, delicado e com ótima textura, como deve ser um bom Pinot Noir.

Possui um visual forte, vermelho bem escuro, talvez uma marca da presença da Zinfandel, mesmo que pouca(5%). No olfato teve aromas frutados, como diz o site do vendedor, a jabuticaba é presente, juntamente com morango, caramelo e fundo tímido de madeira. Na boca é redondo, equilibrado e ótima textura, com nuances frutado(morango). Persistente ao final, gostoso e fácil de se beber.

Fiquei com uma impressão de que deve evoluir bem com o tempo. Vale a pena reservar a garrafa para ver o resultado daqui uns anos.



 Visual
 Rubi forte
 Olfato
Jabuticaba, morango, caramelo e levemente amadeirado
 Gustativo
Redondo, elegante, morango, equilibrado
 Harmonização
Pratos leves

Por Jonas Magalhães

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Vinho faz bem ao coração

O vinho faz bem para o coração, são inúmeros os benefícios que a bebida pode trazer a nossa saúde, desde que seja ingerida na quantidade recomendada. Nem demais, nem de menos, de nada adiantar tomar ocasionalmente ou exagerar na dose diária, o ideal é beber uma taça de vinho por dia.
Pesquisas mostram que o álcool do vinho preserva as substâncias fenólicas, vitaminas e aminoácidos encontrados na uva. Além disso, uma substância chamada resveratrol, presente nos vinhos, ajuda na prevenção da aterosclerose e atua diretamente nas células cardíacas, protegendo-as durante a falta de oxigênio, bem como também em situações onde ocorrem arritmias, reduzindo o risco de alterações patológicas do ritmo do coração.
Essa substância ainda relaxa os músculos lisos das artérias contribuindo para prevenir ou tratar hipertensão. Mas, o resveratrol não é o único composto que traz benefícios para a saúde, os flavonóides e taninos derivados do ácido elágico e presente nos vinhos, possuem uma atividade protetora do DNA e atuam evitando o surgimento de células cancerosas. Entre outras vantagens, o consumo diário de uma taça de vinho pode prevenir os efeitos negativos do sedentarismo, evitar osteoporose em mulheres, reduzir o risco de artrites, dificultar o aumento de peso, melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida.

Quanto ao tipo de vinho mais indicado, sabe-se que os vinhos tintos são os mais aclamados e, apesar de a ação dos polifenois dos vinhos brancos ser superior à dos vinhos tintos, nestes a quantidade é muito maior, por isso, são considerados mais saudáveis.

Vale ressaltar que não são todas as pessoas que se beneficiarão com o consumo diário de vinho, há contra indicações. A lista dos que não podem ter esse hábito incluem os hepatopatas, pessoas com altas taxas de triglicérides, pancreatite, úlcera gástrica, problemas psiquiátricos, gastrite e diabetes. Nesses grupos, o efeito é totalmente reverso e o consumo de álcool pode aumentar as arritmias e piorar os quadros de insuficiência cardíaca.


Fonte: Pesquisa em Foco


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Louis M. Martini Cabernet Sauvignon 2010

Vinícola: Bridlewood
País: Estados Unidos
Região: Sonoma
Tipo: Tinto
Uva(s): Cabernet Sauvignon
Álcool: 13.5 %


Um ótimo vinho! Louis M. Martini Cabernet Sauvignon 2010 me encantou, um vinho gostoso de se beber e muito saboroso. Fácil na boca, com um corpo frutado e bem harmônico.
Produzido em Sonoma - Califórnia, um centro de referência na produção dos bons vinhos americanos. Este exemplar é um variental da casta Cabernet Sauvignon, que passou por nove meses em barricas de carvalho.
Vamos ao vinho! Na taça me apresentou lagrimas medianas, um liquido de cor densa, um rubi bem escuro. No olfato é bem frutado, com aromas de frutas vermelhas escuras, amora e ameixa preta. Na boca é redondo, equilibrado, com acidez na medida e um frutado me lembrando cereja e um pouco de geleia de amora.
Um vinho que vale cada centavo gasto(R$45,00), gostei bastante, harmonizei com costela suína e batatas frita.

Nota: 90/100


 Visual
 Rubi denso, bem escuro.
 Olfativo
 Frutas vermelhas, ameixa preta e amora.
 Gustativo
 Equilibrado, frutado, cereja e geleia de amora.
 Harmonização
 Costela suína e batata fritas.


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Quinta de Cabriz Reserva Tinto 2008

Vinícola: Quinta de Cabriz
País: Portugal
Região: Dão
Tipo: Tinto
Uva(s): Touriga Nacional, Tinta roriz e alfrocheiro
Álcool: 13.5 %


O Quinta de Cabriz é um vinho que sempre recomendo, um vinho com qualidades e se encontra a um preço mediano(R$48,00).
Na taça é um vinho brilhoso, com uma cor bonita, vermelho violáceo. No olfato tem aromas de madeira, reflexo dos seus nove meses em barrica de carvalho, tem um pouco de tostado também, com um fundo de frutas vermelhas, destaque para baunilha. Na boca é sutil, frutado e com uma média persistência. Evoluiu bastante na taça, sugiro decantar antes de beber.

Nota: 88

 Visual
 Vermelho rubi com bordas violáceas 
 Olfativo
 Madeira, Baunilha e Tostado
 Gustativo
 Frutado, equilibrado e bom final
 Harmonização
 Carnes e Massas




terça-feira, 11 de junho de 2013

Porca de Murça Tinto 2011

Produtor: Real Companhia Velha
País: Portugal
Região: Douro
Safra: 2011
Tipo: Tinto
Uva: Touriga Nacional,Touriga Francesa,Tinta Roriz e Tinta Cão.
Álcool: 13,5%


A tarefa de procurar bons vinhos e baratos não é fácil. Tentamos facilitar para os leitores, identificando os vinhos que experimentamos, gostamos e principalmente pagamos um bom preço.
Porca de Murça 2011 é um vinho com um excelente custo-beneficio. Vinho simples, entretanto apresenta qualidades e a um preço acessível(R$18,00). 
Fácil de beber, acompanha pratos do cotidiano ou qualquer bate-papo, proporcionando o prazer de um bom vinho.
É um vinho de cor rubi intenso, com lagrimas rápidas.  No olfato me apresentou morango, cereja e bastante frutas vermelhas. Na boca foi frutado, equilibrado, bem macio e fácil de beber.
Como disse: é um vinho barato que vale a pena experimentar e ter na adega.


Nota: 83/100


 Visual
 Lagrimas timidas e Rubi intenso
 Olfato
 Morango, framboesa e cereja
 Gustativo
 Equilibrado, macio e frutado
 Harmonização
 Massas

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Vinho e Fondue: como combinar?

Com a chegada do inverno e a proximidade do dia dos namorados, escrevemos hoje sobre um elemento que combina tão bem com essas duas ocasiões: o Fondue.

Fondue é um prato de origem na Suíça, normalmente à base de queijo aquecido em uma fonte de calor pouco intensa e do qual as pessoas se servem diretamente. Consiste basicamente em uma mistura de queijos (normalmente dos queijos Gruyère e Emmental) fundidos com vinho (ou, como na receita original, a Kirschwasser alemã), que vai à mesa acompanhada de pedaços de pão, carnes, frango, legumes ou queijos maduros. Esses acompanhamentos devem ser mergulhados na fondue com um garfo especial antes de serem consumidos.(Wikipedia)



Para quem quer praticidade, já existem os kit's de Fondue vendidos na maioria dos supermercados, fácil de fazer e rápido.
Quando for escolher o vinho para acompanhar o seu fondue, saiba harmonizar, a partir do complemento usado.

Queijo: Indicamos na hora de escolher o vinho, levar em conta o tipo do queijo usado, se for um queijo leve e fresco é melhor escolher um vinho leve e macio. Se for um queijo duro e forte é melhor escolher um vinho tinto robusto. Para te ajudar na escolha escrevemos mais sobre queijos e vinhos, veja: Queijos e Vinho: como harmonizar

Carne: Os melhores vinhos para acompanhar carnes são os tintos. Cabernet Sauvignon, Merlot, Shiraz, Cameneré, Malbec, etc. Quanto mais mais forte e gordurosa for a carne, mais robusto o vinho escolhido.

Frango: Um tinto leve(Pinot Noir) ou Branco( Chardonnay ou Torrontes), evita-se tintos robustos, pois estes esconderiam o sabor do frango. 

Chocolate: Muito difícil de se harmonizar vinho e chocolate, devido a acidez e amargor do cacau, o que mais se entrosa com o chocolate são vinhos fortificados, como um Porto Ruby ou vinhos de colheitas tardias.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Espumante Miolo Cuvée Tradition Brut 2011

Vinícola: Miolo
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Espumante
Uva(s): Pinot Noir / Chardonnay
Álcool: 11.5 % 


"Espumante brasileiro natural elaborado pelo processo clássico (Champenoise) de fermentação na própria garrafa e envelhecido por um ano sobre as próprias leveduras da fermentação, onde através da "Autólise" das mesmas confere a este produto uma complexidade particular. O vinho base é uma Assemblage de uvas Chardonnay e Pinot Noir. Sua produção é limitada, todos os anos é feita uma "tiragem" do número pré-determinado de garrafas. " (Site da Miolo) 

Este foi sem dúvidas um dos melhores espumantes que degustei na relação custo-benefício. É bem honesto, achei no supermercado por R$23,00, geralmente acha-se em lojas especializadas de vinhos na faixa dos 30 reais.

Sobre o espumante, ele me apresentou um amarelo bem leve, lembrando palha de milho seca. Uma camada de espuma leve, sem grande destaque. No Olfato é bem representativo, me veio em destaque o abacaxi, mel eum fundo bem gostoso de frutas brancas como pera e maça. Na boca é agradável, equilibrado e bem refrescante.

Nota: 86


 Visual
 Amarelo Palha
 Olfativo
 Abacaxi e frutas brancas
 Gustativo
 Equilibrado e refrescante
 Harmonização
 Saladas


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Melhores Vinhos Portugueses na 10ª edição do evento Essência do Vinho

Hoje divulgamos mais um evento de degustação e avaliação de vinhos, desta vez Portugueses.

Evento organizado pela revista Wine - Essência do Vinho, em fevereiro de 2013 elegeu os melhores vinhos Portugueses. Os vinhos em prova (39 tintos e 14 brancos) foram pré-selecionados pela revista, tendo obtido as melhores pontuações ao longo do último ano, naquela publicação. Os 10 mais bem classificados (8 tintos e 2 brancos) constituem o “TOP 10 (TEN) dos Vinhos Portugueses”, uma das mais referenciadas provas de vinhos portugueses da atualidade que, nesta edição, contou um júri constituído por elementos de sete países: Alemanha, Brasil, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Portugal e Suécia. A prova é organizada pela revista WINE em parceria com a ViniPortugal.

1º Vinho Branco - Soalheiro Alvarinho Primeiras Vinhas 2011
Vinus Soalheiro / Vinho Verde

2º Vinho Branco - Guru 2011
Wine&Soul  / Douro

1º Vinho Tinto - Tributo 2010
Rui Reguinga / Regional Tejo

2º Vinho Tinto - CV Curriculum Vitae 2010
Lemos & Van Zeller / Douro

3º Vinho Tinto -  Pintas 2010
Wine&Soul  / Douro

4º Vinho Tinto - Terrenus Vinhas Velhas Reserva 2009
Rui Reguinga / Regional Alentejano

5º Vinho Tinto - Casa de santa Vitória Grande Reserva 2008
Casa de Santa Vitória - Regional Alentejano

6º Vinho Tinto - Passadouro Touriga Nacional 2010
Quinta do Passadouro / Douro

7º Vinho Tinto -  Grande Rocim Reserva 2009
Rocim / Alentejo

8º Vinho Tinto - Hexagon 2008
José Maria da Fonseca / Regional Península de Setúbal 

Fonte: Essência do Vinho

terça-feira, 4 de junho de 2013

La Bélière Rouge 2010

Vinícola: Baron Philippe de Rothschild
País: França
Região: Bordeaux
Tipo: Tinto
Uva(s):
Merlot (60%) Cabernet Sauvignon (25%) e Cabernet Franc (15%)
Álcool: 13.5 %



A região de Bordeaux é mundialmente conhecida pela sua tradição em produzir bons vinhos, entretanto não podemos achar que todos vinhos produzidos por lá sejam de primeira linha, excepcionais.
La Bélière Rouge 2010 é um vinho simples da mundialmente famosa vinícola Baron Philippe de Rothschild, talvez por ser tão simples não chega a ter uma boa relação custo-beneficio. Vendido inicialmente na faixa de 45 reais, já não se mostrava uma boa compra, comprei em promoção por 34 reais , achei um preço plausível, mais não compraria de novo.
Vamos a análise do vinho: Na taça apresentou uma cor rubi bem escuro. No olfato me veio aromas de frutas vermelhas, me lembrando geleia de amora. Na boca é levemente frutado, com um corpo leve, sem grande persistência,  passa pela boca com sem grande destaque.
É um vinho de regular a bom, pode acompanhar bem refeições do dia a dia e como disse anteriormente, a relação custo-beneficio não é satisfatória.


Nota: 78

 Visual
 Rubi forte
 Olfato
 Frutas Vermelhas
 Gustativo
 Corpo leve, levemente frutado, sem persistência
 Harmonização
 Refeições do dia a dia


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Melhores Vinhos Brasileiros no Concurso de Bruxelas 2013

Lunas Ouro Brut 2012
Fundada em 1994, o Concours Mondial de Bruxelles, tem de alguma forma realizado o "Campeonato Mundial" de vinhos. Em geral, são 8.000 vinhos e bebidas espirituosas de todo o mundo, competindo e representando suas respectivas regiões, são mais de 500 milhões de garrafas vendidas.
Desde 2006, o Concours Mondial decidiu afirmar seu caráter internacional e é organizada fora das suas fronteiras. Lisboa , Maastricht , Bordeaux , Valencia, Sicília, Luxemburgo , Guimarães e Bratislava sediaram degustações e avaliações de prestígio.
Composto unicamente por profissionais do vinho, o júri do Concours Mondial de Bruxelles reúne os melhores especialistas internacionais. Cerca de 40 nacionalidades estão representadas no painel de prova, uma diversidade que contribui para a singularidade do evento.
No final do concurso, apenas vinhos e bebidas tem alcançado o mais alto nível, são elegíveis para medalhas de Ouro, Prata e Grande medalha de Ouro . Desde 2004, os organizadores estão trabalhando com uma equipe de pesquisadores do Instituto de Estatística da Universidade Católica de Louvain(Bélgica ). Com o objetivo de fazer com que os resultados do Concours Mondial mais justa, precisa e relevante pos
sível . O próximo Concurso Mundial de Bruxelas será realizada em Bruxelas, em 9, 10 e 11 de maio, 2014 e inscrição no Concurso estará aberto a partir de dezembro de 2013.
No resultado final das medalhas conquistas pelas vinícolas, a França se destacou: 

França: 709 medalhas
Espanha: 524 medalhas
Portugal: 288 medalhas
Itália: 276 medalhas
Chile: 109 medalhas
Eslováquia: 60 medalhas(País Sede)
Austrália: 47 medalhas

O Brasil obteve em 2013 cinco medalhas no concurso, representadas no quadro abaixo. Destaque para Lunas Ouro Brut Espumante 2012 que obteve medalha de Ouro.