sexta-feira, 14 de junho de 2013

Vinho faz bem ao coração

O vinho faz bem para o coração, são inúmeros os benefícios que a bebida pode trazer a nossa saúde, desde que seja ingerida na quantidade recomendada. Nem demais, nem de menos, de nada adiantar tomar ocasionalmente ou exagerar na dose diária, o ideal é beber uma taça de vinho por dia.
Pesquisas mostram que o álcool do vinho preserva as substâncias fenólicas, vitaminas e aminoácidos encontrados na uva. Além disso, uma substância chamada resveratrol, presente nos vinhos, ajuda na prevenção da aterosclerose e atua diretamente nas células cardíacas, protegendo-as durante a falta de oxigênio, bem como também em situações onde ocorrem arritmias, reduzindo o risco de alterações patológicas do ritmo do coração.
Essa substância ainda relaxa os músculos lisos das artérias contribuindo para prevenir ou tratar hipertensão. Mas, o resveratrol não é o único composto que traz benefícios para a saúde, os flavonóides e taninos derivados do ácido elágico e presente nos vinhos, possuem uma atividade protetora do DNA e atuam evitando o surgimento de células cancerosas. Entre outras vantagens, o consumo diário de uma taça de vinho pode prevenir os efeitos negativos do sedentarismo, evitar osteoporose em mulheres, reduzir o risco de artrites, dificultar o aumento de peso, melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida.

Quanto ao tipo de vinho mais indicado, sabe-se que os vinhos tintos são os mais aclamados e, apesar de a ação dos polifenois dos vinhos brancos ser superior à dos vinhos tintos, nestes a quantidade é muito maior, por isso, são considerados mais saudáveis.

Vale ressaltar que não são todas as pessoas que se beneficiarão com o consumo diário de vinho, há contra indicações. A lista dos que não podem ter esse hábito incluem os hepatopatas, pessoas com altas taxas de triglicérides, pancreatite, úlcera gástrica, problemas psiquiátricos, gastrite e diabetes. Nesses grupos, o efeito é totalmente reverso e o consumo de álcool pode aumentar as arritmias e piorar os quadros de insuficiência cardíaca.


Fonte: Pesquisa em Foco


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