segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Cantina Cellaro Lumà Nero d´Avola 2011

Vinícola:Cantina Cellaro
País: Itália
Região: Sicilia
Tipo:Tinto
Uvas: Nero d´Avola
Álcool: 13,5%
Preço: R$ 64,00


Para acompanhar uma massa italiana, sempre dou preferência para os tinto do mesmo país. Para harmonizar com um canelone de presunto e mussarela, escolhi este siciliano: Cantina Cellaro Lumà Nero d´Avola 2011, indicação também da casa.

Vamos ao vinho, na taça se mostrou com uma cor rubi escura com bordas violetas. No olfato foi de pouca intensidade e apresentou aromas de frutas vermelhas(cereja) com um toque de especiarias. Na boca é bem seco, com acidez na medida e final prolongado.

Um bom vinho, gastronômico e acompanhou bem a massa. Porém não me aparentou uma boa reação custo beneficio. Nessa faixa de preço achamos vinho melhores, embora tenha pagado no restaurante o mesmo preço praticado em redes on-line.



 Visual
Rubi intenso com bordas violetas
 Olfato
Futas vermelhas e especiarias
 Gustativo
Seco, boa acidez e final prolongado
 Harmonização
Carne vermelhas e massas com molho vermelho

sábado, 28 de setembro de 2013

Vinho durante a gravidez não afeta o desenvolvimento da criança

Uma publicação recente da revista médica British Medical Journal mostra uma pesquisa realizada na Inglaterra que demonstra que o consumo moderado de bebidas alcoólicas durante a gravidez não afeta o bebê.

O estudo foi feito por uma equipe da Universidade de Bristol com 6.915 mães que, em sua maioria, haviam consumido bebidas alcoólicas, principalmente vinho e cerveja, durante a gravidez. Mais de 95% se classificaram como consumidores habituais de bebidas alcoólicas.

Dessa forma, os pesquisadores concluíram que as mulheres que bebiam com moderação durante a gravidez não apresentaram dado sinais negativos nem prejudicado o desenvolvimento físico e intelectual dos filhos. As mulheres bebiam, em média, de três a sete taças na semana. Seus filhos, agora com cerca de 10 anos de idade, obtiveram resultados satisfatórios em provas físicas e intelectuais.

Em contrapartida, o estudo diz que o “fator social” pode ter contribuído, já que a situação econômica da região objeto de estudo é muito favorável, com mães de alto poder aquisitivo, bons recursos e outros fatores que podem ter ajudado a um melhor desenvolvimento dos filhos.

Fonte: Revista Adega

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

2012 será uma safra Inesquecivel


Os vinhedos vistos de longe - muito ordenados em curvas suaves nas colinas - compõem as cores da bandeira do Brasil. Combinam-se o verde intenso das folhas das parreiras, o amarelo dourado dos cachos de Chardonnay brilhando sob o sol do verão, e o fundo de céu azul pontilhado por nuvens muito brancas. É de tirar o fôlego.

Quando chegamos mais perto, esse retrato harmonioso e colorido revela os homens e mulheres que, cuidadosamente, colhem os pequenos e perfumados cachos de uvas que passaram muito tempo amadurecendo ao sol neste que foi - ao menos para o Rio Grande do Sul - um ano de perfeição qualitativa.

Enólogos, agrônomos e donos de vinícolas estão empolgados com o que presenciaram nesta safra (encerrada há menos de um mês no Rio Grande do Sul), como é o caso do agrônomo responsável pelo vinhedo descrito acima, no distrito de Pinto Bandeira, José Carlos Rigo, da Cooperativa Aurora: "Passei meses vindo aqui todos os dias, fazendo testes, observando as plantas, cruzando os dedos em cada ameaça de chuva forte e contínua. Mas, finalmente, quando janeiro foi finalizado, comecei a relaxar e perceber que estava diante de uma safra excepcional, mesmo nessa que é uma região onde o clima pode ser um incômodo", explica.


Sob o Sol

Para quem não trabalha no campo, falar em qualidade de safra diz respeito mais ao produto acabado do que à sua matéria-prima. No entanto, diferentemente das frutas, verduras e legumes consumidos ao natural ou adquiridos para serem preparados depois, a uva vinífera é uma matéria-prima que é o coração do próprio processo. Vale repetir o mantra dos enólogos: é possível fazer um vinho ruim de uma uva boa, mas é impossível fazer um grande vinho de uma uva ruim.

Então resta perguntar o que é preciso para que a uva seja boa, e a resposta, embora simples de dar, não é fácil de ser conseguida no campo. A uva boa para vinho precisa ser madura e sadia, e é nesses dois conceitos que a natureza influencia diretamente. Mais precisamente o clima.

O presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE) e enólogo da vinícola WinePark, Christian Bernardi, explica (veja o box ao fim da matéria) o comportamento desta safra, destacando que a parreira, planta de ciclo anual, precisa de tempo favorável durante todo o ano para que seus frutos resultem doces e sadios, com a maturação completa de todos os compostos orgânicos que serão a raiz de um bom vinho. Isso se traduz por um inverno longo e frio, uma primavera sem chuvas em excesso, ausência de granizo para garantir brotação e desenvolvimento uniforme e, por fim, um verão quente e seco que permita que os cachos amadureçam lentamente. E quase tudo isso aconteceu no ciclo entre 2011/2012. Quase, pois uma chuva de granizo muito forte atingiu uma parte da serra gaúcha e provocou perdas totais em algumas áreas, assim como aconteceu na região de Campos de Cima da Serra, ao norte do estado, na safra de 2010/2011.


Uniformidade

Os produtores que trabalham com várias áreas de plantio dentro do estado também estão satisfeitos com os resultados, como é o caso de Adriano Miolo: "As condições climáticas, com tempo seco e ensolarado no verão, foram essenciais para que a safra 2012 ficasse na história. A vindima em todas as regiões produtoras foi excelente. Além do clima, beneficiamo-nos dos investimentos em tecnologia e manejo aplicados nos últimos anos, que potencializaram ainda mais o resultado desta vindima dentro da cantina, com o recebimento de uvas muito sadias". A Miolo estima colher 10 milhões de quilos de uvas entre todos os seus projetos do sul, além do projeto Ouro Verde, no Vale do São Francisco, que começará a safra em maio.

A opinião de Miolo é compartilhada pelo enólogo Dirceu Scottá, da Dal Pizzol: "A safra 2012 pode ser considerada excelente pela qualidade, sanidade, equilíbrio de produção nos vinhedos e, até o momento, também na qualidade dos vinhos que estão terminando seu processo de fermentação na vinícola. Eles estão sendo elaborados de forma que todo seu potencial e características sejam notados na taça. Tivemos uma qualidade exemplar em todo período da vindima, portanto, teremos excelentes espumantes, brancos e tintos", conta.

O enólogo esclarece também que a estiagem que atingiu o estado gaúcho no verão causou prejuízos a outras culturas (soja e milho principalmente), mas, para as videiras, o único reflexo foi uma pequena quebra de produção, que - para muitos produtores - é compensada pela alta qualidade dos frutos. Em geral, a produção em volumes ficou dentro da normalidade das outras safras.

À sombra

Uvas sadias significam menos trabalho de correção dentro das cantinas e possibilidades muito maiores para os vinhos que virão. De certa forma, essa alta qualidade vinda do campo dá aos enólogos a oportunidade de experimentações e de conhecimento de todo o potencial de uma região e das plantas sob as condições ideais. É também por isso um momento de estudo e de aprendizado para quem vive de fazer vinhos num país jovem como o nosso.

Dirceu Scottá revela-se entusiasmado por poder trabalhar as vinificações com uvas de tão grande qualidade, dizendo que está conseguindo fazer macerações prolongadas, grandes extrações de aroma, sabor e estrutura dos vinhos: "É um privilégio poder prolongar ao máximo a colheita das uvas, como tivemos neste ano a Cabernet Sauvignon, que começou a ser colhida na segunda quinzena de março (fato muito raro para a região), e que nos permite ter uma fruta com maturação fenólica completa que trará cor e estrutura para o vinho", acrescenta.

"Está muito difícil errar neste ano", conta com um sorriso largo o enólogo João Valduga, explicando que raras vezes viu uma safra com essa qualidade. Suas palavras são completadas pelas do enólogo Daniel dalla Valle, que está na empresa dos Valduga há 18 anos: "É um momento histórico para nós, pois a natureza contribuiu em tudo e onde ela não pode atuar nós fizemos nossa parte", diz ele.

A parte na qual a natureza não atua começa nos cuidados com os vinhedos, na seleção de clones mais adequados para cada área, na poda acertada favorecendo a proteção e a insolação para a planta, na observação de sua evolução e, também, nos investimentos feitos em equipamentos que auxiliam os enólogos na produção e no controle da mesma, como prensas modernas, tanques com controle de temperatura e barricas de alta qualidade.

Com tudo isso feito, restou esperar pela natureza, que mostrou sua exuberância permitindo que cada casta de uva pudesse ficar no vinhedo até o momento completo de maturação, assim permitindo aos enólogos a livre escolha dos estilos de vinhos que serão feitos com cada uma delas.

"Quando digo que nunca vi uma safra com esse equilíbrio e qualidade, quero dizer que, em muitos anos que não foram ruins, tivemos ou uvas brancas excelentes, mas não todas as tintas com a qualidade que desejávamos e vice-versa. Mas, neste ano, teremos desde os vinhos-base para espumantes (cujas uvas são colhidas mais cedo) com alta qualidade, até nossos tintos - elaborados para serem longevos - também com excelente qualidade, e isso é um enorme privilégio", explica Dalla Valle, revelando que essa maturação excelente das uvas de variadas castas permite ao consumidor entender as definições dos varietais, reconhecer com tranquilidade na taça um Merlot ou um Sauvignon Blanc por suas características mais marcantes e clássicas.


Controle e satisfação

A apenas 26 km de distância dos vinhedos de Chardonnay da Aurora, em Pinto Bandeira, estão os vinhedos da vinícola Perini. Por lá amadureceram ao sol a Moscato, do clone R2 (um dos mais elegantes que existem), entre outras brancas e várias tintas, cujos grãos sadios e já intumescidos de polpa doce aguardavam o momento certo para a colheita. Entre esses vinhedos, visitados por ADEGA logo após uma pancada de chuva de verão, os cachos brilhavam como diamantes negros ao pôr do sol. É impossível ficar indiferente a essa beleza.

"Esta é a safra de número 41 da empresa e a melhor de todos os tempos", conta emocionado Benildo Perini, presidente da empresa. "É o melhor de todos os prazeres para quem trabalha com a terra fazendo vinhos, e eu sei que não sou só eu que me sinto abençoado neste ano. E isso é mais um motivo de felicidade para mim, ver que a safra favoreceu muitas pessoas", completa Perini.

A Perini prevê uma colheita de 12 milhões de quilos de uvas, incluindo as uvas finas, para suco e para vinhos de mesa e, com elas, pretende não apenas fazer todos os seus vinhos já em linha, como lançar novos rótulos. Isso também deve acontecer em quase todas as vinícolas, que neste ano dispõem de matéria-prima de qualidade para fazer seus vinhos mais especiais e também para pensar em novos produtos, muitos deles de olho na Copa do Mundo de 2014. "Nós, que somos uma vinícola pequena e colhemos 100 mil quilos de uvas, vamos poder fazer um tinto de longa guarda, um vinho que queremos fazer há muito tempo", diz o jovem enólogo André Larentis, da vinícola que leva seu sobrenome, no Vale dos Vinhedos.

E até mesmo nas cooperativas, onde as uvas chegam de centenas de produtores, a qualidade da safra surpreendeu por sua sanidade e facilidade de controle de recebimento e processamento das uvas na cantina, como conta Oscar Ló, presidente da Cooperativa Garibaldi (que recebeu 17,3 milhões de quilos de uvas, entre finas e de mesa): "Esta safra nos apontou algumas diretrizes em determinados itens: teremos espumantes com um ótimo equilíbrio açúcar/acidez e moscatéis com aromas encantadores e paladar refrescante. Os brancos, quase que em sua totalidade, expressarão o máximo do terroir da Serra, trazendo frescor e aromas fantásticos. Para sucos de uva, as expectativas são ainda maiores, teremos sucos com boa coloração, paladar delicado, com açúcar e acidez balanceados. E, apesar do enorme desafio de todos os anos de elaborar vinhos que satisfaçam as exigências dos consumidores, neste ano temos um entusiasmo a mais pela qualidade da uva, que fortalece o ego e estimula o emocional do profissional".


ANÁLISE DA SAFRA NO RIO GRANDE DO SUL

Por Christian Bernardi - Presidente da ABE
"A fabulosa safra de 2012 será lembrada nos próximos meses com tanta força quanto daqui a alguns anos. Obviamente que será lembrada pela qualidade extraída de uvas oriundas de um clima favorável, mas é importante destacar alguns outros fatores únicos desta vindima: Tudo se iniciou no inverno de 2011, caracterizado por um frio muito longo e intenso; a primavera foi amena, com chuvas regulares que permitiram uma brotação farta e uniforme; até então tinha-se a expectativa de uma safra volumosa e de qualidade, então iniciou o verão com dois momentos marcantes: uma chuva de granizo com força poucas vezes antes vista, atingindo algumas regiões importes da Serra Gaúcha e um longo período de estiagem em toda região sul do Brasil; lamentável para quem perdeu toda produção, mas felizes dos demais, que tiveram tranquilidade para trabalhar e aguardar o momento da colheita. Assim é a vida do enólogo que, safra após safra, tem sua rotina fortemente afetada pelas condições da natureza. E, ao fim de mais uma colheita, particularmente no Rio Grande do Sul, fica a sensação do dever cumprido e a alegria pelo presente recebido da mãe natureza. Agora resta aguardar, com ainda mais expectativa, a finalização destes fabulosos vinhos da safra 2012."


Fonte: Revista Adega

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

QUINTA DO CALEIRO RESERVA 2009

Vinícola: José Manuel Alves Teixeira
País: Portugal
Região: Douro
Tipo: Tinto
Uvas:Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Touriga Nacional.
Álcool: 14%
Preço: R$34,00 (Bodega Express)


Um vinho que é produzido as margem do Rio Douro, em vinhedos antigos. Indicação de um amigo português e logo atendida.

O vinho apresenta na taça uma cor rubi com bordas violáceas. No olfato intensamente frutado: ameixa e cereja; levemente amadeirado. Na boca é macio, boa acidez, um pouco "quente" com álcool presente, frutas se fazem presente e o final de boca é de boa persistência. Melhorou bastante com a evolução na taça, vale a pena decanta-lo.

Representa um vinho honesto, valendo o que paguei. Acredito que seria melhor deixa-lo evoluir um pouco, comprarei outro para beber daqui uns anos.

Nota: 87/100
 

 Visual
 Rubi com bordas violáceas
 Olfato
 Frutado e levemente amadeirado
 Gustativo
 Equilibrado, boa acidez, levemente "quente" e boa persistência
 Harmonização
 A dica é o bacalhau

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Arco do Esporão Branco 2010

Vinícola:Herdade do Esporão
País: Portugal
Região:Alentejo
Tipo: Branco
Uvas: Antão Vaz, Roupeiro e Viosinho

Alcool: 13.5%
Preço: R$23,50


Comprei este vinho em uma promoção e incentivado pela tradição da vinícola, não tive dúvidas e leva-lo.
Vamos ao vinho: de cor amarelo palha com reflexos verdes. No olfato apresentou aromas cítricos(lima, sem muita intensidade. Na boca é equilibrado, bem fresco e com final de boca bom.
É um vinho honesto, porem sem uma grande complexidade.


Nota: 82/100

 

 Visual
 Amarelo palha com tons verdes
 Olfato
Citrico (lima)
 Gustativo
Equilibrado, fresco e bom final de boca
 Harmonização
Frutos do mar e carne branca.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

XXI Avaliação Nacional de Vinhos - Safra 2013


XXI Avaliação Nacional de Vinhos - Safra 2013
28 de setembro, em Bento Gonçalves, RS.

A XXI Avaliação Nacional de Vinhos - Safra 2013, maior evento do gênero no mundo, será realizado, no dia 28 de setembro de 2013, no Pavilhão “E” do Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Uma comissão de seleção, composta por enólogos de todo o País, selecionará os vinhos mais representativos da Safra 2013. No dia do evento, serão degustados os 16 vinhosclassificados, das seguintes categorias:
Branco Fino Seco Aromático - 1 amostra
Brancos Finos Secos Não Aromáticos - 4 amostras
Tintos Finos Secos - 7 amostras
Tinto Fino Seco Jovem - 1 amostra
Base para Espumante - 3 amostras

OBJETIVO

Desde 1993, a Associação Brasileira de Enologia realiza, em Bento Gonçalves (RS), a Avaliação Nacional de Vinhos. Embora siga um regulamento formal, a Avaliação Nacional de Vinhos não é um concurso. De caráter educativo, o evento tem a finalidade de promover o vinho brasileiro e divulgar práticas da degustação e apreciação dos vinhos, sendo o único do gênero em todo o mundo. O estímulo ao resultado do trabalho dos enólogos está presente a cada ano, oportunizando aos participantes a comparação entre safras, além do desenvolvimento de técnicas de degustação e vocabulário praticados por experts internacionais. A cada amostra de vinhos apresentada, todos os participantes registram em uma ficha individual suas sensações visuais, olfativas e gustativas, podendo, em seguida, compará-las com a média dos 16 degustadores convidados.


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENOLOGIA

Criada em 1976, a Associação Brasileira de Enologia sempre trabalhou para a promoção do vinho brasileiro e valorização dos profissionais do vinho – os enólogos. Reconhecida internacionalmente pela sua credibilidade e seriedade na realização de eventos técnicos para a promoção do aperfeiçoamento do enólogo, a ABE sempre buscou oportunizar seus associados o intercâmbio profissional e tecnológico. Sua forte representatividade coloca o Brasil no cenário internacional. 

PROGRAMAÇÃO

08h Credenciamento
09h Abertura
09h30 Degustação / Comentários
11h Intervalo
11h30 Entrega de Troféus VITIS
12h Degustação / Comentários
13h Encerramento dos Trabalhos / Prova de Espumantes
13h30 Almoço


INFORMAÇÕES
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENOLOGIAFone/ Fax: (54) 3452. 6289 – (54) 3451 2277
E-mail: abe.adriane@terra.com.br

Fonte: ABE

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Exportações de vinhos finos brasileiros crescem 23% em 2012

Balanço do projeto Wines of Brasil também registra ampliação de valor exportado e no número países compradores

Crescimento de 23% em volume e de 6% em valor são alguns dos índices positivos observados no balanço de resultados das exportações de vinhos finos engarrafados do projeto Wines of Brasil em 2012. As vinícolas participantes do projeto contabilizaram US$ 3,25 milhões em vendas para o Exterior no ano passado, ante US$ 3,06 milhões em 2011. Na mesma comparação, o volume exportado passou de 705,6 mil litros para 868,7 mil litros.O resultado obtido pelas empresas do Wines of Brasil representaram 48% do valor total geral de exportações brasileiras de vinho.

Na computação geral de dados de 2012, em virtude de uma operação realizada para a Rússia por meio do Prêmio de Escoamento de Produção (PEP), foram comercializados 2,78 milhões litros de vinho a granel para este país, com resultado financeiro de US$ 1,39 milhões. Esta operação, realizada excepcionalmente no ano passado, representou 76,24% do volume total exportado e 30% do valor faturado pelo projeto Wines of Brasil. Por se tratar de vinho a granel, e de uma operação fomentada por um instrumento de regulação de estoques do Governo Federal, para efeitos de mensuração de resultados, estes dados não são considerados como esforço comercial do projeto de exportação.

Mais vinícolas
Realizado pelo Ibravin em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para promover o vinho fino brasileiro no Exterior, o Wines of Brasil comemorou o fato de ter ampliado o número de vinícolas participantes de 35 para 39, sendo que 15 realizaram exportações em 2012 enviando seus rótulos para 33 diferentes países, frente a 31 destinos em 2011. “Temos muito espaço para crescer no mercado internacional. Os resultados das ações realizadas nos últimos anos pelo projeto estão repercutindo agora e o Brasil tem ganhado atenção em virtude dos eventos esportivos como a Copa e as Olimpíadas. Por isso, acredito que em 2013 teremos dados ainda melhores”, analisa a diretora de Promoção do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Andreia Gentilini Milan.

Dos oito países considerados prioritários pelo projeto, observou-se o crescimento de vendas em sete, sendo que em seis deles – China/Hong Kong, Reino Unido, Polônia, Suécia, Canadá e Alemanha – as exportações das empresas ligadas ao projeto representaram 100% da comercializaçãode vinhos realizada pelo Brasil.

China é o grande destaque no desempenho por país
Na análise de desempenho por país, o destaque fica com a China que, até 2010, era um destino inexistente para o vinho brasileiro. Em apenas dois anos o país passou a figurar na primeira posição no ranking em valor de exportações de vinho fino engarrafado. Em 2012, a China obteve uma alta de 66% em valor exportado frente a 2011, contabilizando US$ 621,5 mil. Em termos de volume, o crescimento foi de 59% no período, com a comercialização de 73,2 mil litros. O país também apresentou um dos maiores valores médios por litro exportado, de US$ 8,14, contra US$ 6 de média registrada entre os oito países alvo. Outro dado interessante é de que as exportações das empresas associadas ao Wines of Brasil representam 93% das exportações gerais de vinhos para este mercado.

Em 2012, o Wines of Brasil praticamente dobrou o número de atividades desenvolvidas para a promoção internacional do vinho brasileiro. Foram 81 ações distribuídas em projetos de promoção comercial, posicionamento e imagem, informação, apoio à produção e qualidade e de disponibilização de informação, frente a 43 ações realizadas em 2011. Nesta contabilidade entram oito feiras internacionais, oito projetos compradores, 10 edições do projeto imagem com jornalistas e formadores de opinião estrangeiros, oito Master Classes e 32 edições de degustações com público especializado, entre outras atividades.

Para 2013, a meta estabelecida pelo projeto é atingir US$ 5,3 milhões em exportações. “Em 2013 queremos participar efetivamente do mercado dos Estados Unidos, China, Reino Unido e Alemanha para, daqui a dois anos, nos tornarmos uma opção presente na cabeça dos consumidores destes países”, explica Andreia.
Texto: Assessoria de Imprensa do Instituto Brasileiro do Vinho

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Casillero del Diablo - A Lenda do Vinho

A Concha y Toro lançou este ano um vídeo promocional muito bem feito, para promover o vinho Casillero del Diablo. Um dos vinhos mais consumido no mundo. Faz parte da campanha publicitaria em andamento, feita pela agência DAf, para internacionalizar ainda a marca Casillero, um vinho vendido em mais de 135 países. Confira!




quarta-feira, 18 de setembro de 2013

FIM DA RESSACA?

Cientistas fazem descoberta que pode pôr fim à ressaca causada por vinhos

Já imaginou poder beber quantas taças de vinho você quiser sem se preocupar com a dor de cabeça no dia seguinte? O desejo de muitos amantes da bebida pode estar perto de se tornar realidade graças a pesquisadores europeus que tentam descobrir uma forma de amenizar a ressaca.

Financiados pela União Europeia (UE), acadêmicos, produtores de vinho e pesquisadores de alimentos descobriram que dois extratos contidos no vinho podem substituir o dióxido de enxofre, substância química natural da bebida que ajuda a preservá-la, mas que pode desencadear dores de cabeça e ataques de asma em pessoas alérgicas.

Durante a divulgação dos resultados dos estudos iniciados em 2009, a Comissão Europeia, que contribuiu com aproximadamente R$ 8,2 milhões para o projeto, declarou que grandes progressos foram alcançados no sentido de encontrar uma alternativa ao vinho tinto e outros alimentos, como frutas secas, na esperança de tornar as temporadas festivas do futuro mais saudáveis para milhões de pessoas em todo o mundo.

Ainda segundo um porta-voz da Comissão, por enquanto, os nomes dos extratos será mantido em sigilo. Em janeiro, os pesquisadores abrirão outro lote de vinhos engarrafados e, se os novos testes com consumidores forem bem-sucedidos, o processo de licenciamento do produto pode começar.

O projeto também descobriu formas de substituir o dióxido de enxofre das frutas desidratadas. Ele é usado nos alimentos para evitar que eles escureçam ou mofem.
Fonte:Bhaz

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Trumpeter Malbec 2012

Vinícola: La Rural
País: Argentina
Região: 
Tupungato - Mendoza
Tipo: Tinto
Uvas: Malbec

Álcool: 13,7%

Um vinho de boa família, produzido por umas das mais antigas bodegas argentinas(Rutini-La Rural). O Trumpeter é um vinho de entrada da bodega, com uvas proveniente do Vale do Tupungato. Já a partir dele pode-se percebe a boa qualidade dos vinhos Rutini's.

O Trumpeter Malbec 2012 apresenta na taça um rubi brilhoso com bordas violáceas. No olfato revela aromas frutados de cereja e groselha, com um toque de especiarias doce. Na boca se confirma o nariz com toques de fruta, com taninos suaves e com boa acidez. Média persistência e bom final de boca.  


Nota: 86/100
 

 Visual
Rubi brilhoso e bordas violetas
 Olfato
Frutado e especiarias doces(canela)
 Gustativo
Taninos suaves, boa acidez e bom final de boca
 Harmonização
Carnes Vermelhas, Massas.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Entenda o significado dos rótulos de vinho

Imagem: nossovinho.com























Entender o significado de cada parte do rótulo é essencial para se escolher um bom vinho. 

Geralmente o nome do vinho vem em destaque. É usual ser homenagem ou ter algum significado para o produtor.

O ano da produção pode parecer besteira, entretanto talvez seja uma das mais importantes informações. Pois a partir dele podemos escolher o vinho de acordo com o bom ano da região produtora, podemos também ver se o vinho passou do tempo de se beber ou o quanto envelheceu. Dependendo do vinho, pois temos vinhos que o ideal é se consumir jovens, sendo a maioria dos vinhos. Temos também vinho especiais que ganham complexidade e amadurecimento com o passar do anos, estes excepcionais, vinhos de guarda.
País e região é uma informação importante para se saber quais as características que podemos esperar do vinho, cada terroir tem suas especificidades e transportam isso para uva-vinho.

Produtor é uma informação válida principalmente para quem não quer errar no vinho e escolher pela confiança.

Tipo de uva é aonde se descreve qual casta compõe o vinho, lembrando que pode não aparecer essa informação no rótulo. Principalmente no velho mundo, aonde se faz muitos vinhos assemblage ou blend, vinhos compostos por varias uvas.

Cada vez os rótulos são mais complexos e com novas informações, aqui tomamos como exemplos os mais usuais.


sábado, 14 de setembro de 2013

Fratelli Dogliani Barbera D´Alba DOC 2010

Vinícola: Fratelli Dogliani
País: Italia
Região: Piamonte
Tipo: Tinto
Uvas: Barbera

Álcool: 13%
Preço: R$ 50,00


A uva Barbera é uma das uvas mais cultivadas na Itália. Ela produz grandes vinhos e com boa capacidade de envelhecimento, que acompanham muito bem massas e comidas tipicamente italiana.

Fratelli Dogliani Barbera D´Alba DOC 2010 apresentou na taça uma cor rubi com bordas grená. No olfato é doce, com aromas de frutas em compota como ameixa e cereja, além de um toque especial de pimenta do reino. Na boca a acidez se destaca, bem gastronômico. Tem o corpo leve, taninos suaves e doces. Bom final de boca com média persistência. 

É vinho bem interessante que acompanhou harmonicamente uma pizza margarita e me pareceu uma relação custo-beneficio honesta.
Já degustou? O que acharou? Fiquem a vontade para comentar. 

Nota: 86/100


 Visual
 Rubi com tons grená
 Olfato
 Ameixa, cereja e pimenta do reino.
 Gustativo
 Boa acidez, gastronômico, leve e bom final de boca.
 Harmonização
 Comida Italiana

Por Jonas Magalhães

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Las Perdices Torrontes 2012

Vinícola: Viña Las Perdices
País: Argentina
Região: Salta
Tipo: Branco
Uvas: 
Torrontés
Preço: R$ 50,00
Álcool: 14%

Em visita a Buenos Aires, a curiosidade sobre a Torrontés me levou a experimentar este vinho. Escolhido em uma degustação de vinhos argentinos.

Um vinho que na taça me apresenta um amarelo palha, bem translucido e com tons dourados. No olfato é bem floral e com leves aromas de pera e pêssego. Na boca é equilibrado, destaque para o corpo frutado(cítrico) e sua boa acidez. Um toque ligeiro de minerais e um ótimo final de boca.
Me surpreendi com o olfato com um floral intenso e gostoso e na boca um vinho diferente, com boa acidez e frutado. Ótimo vinho.

Nota: 90/100

 

 Visual
Amarelo palha translucido
 Olfato
Floral
 Gustativo
Equilibrado, refrescante, toque mineral e frutado 
 Harmonização
Saladas, frutas e sorvete.
Por Jonas Magalhães

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Vinho tinto faz bem à saúde: mito ou realidade?

Há alguns anos se divulga que uma dose moderada de vinho tinto todos os dias faz bem à saúde. Não só para combater o câncer, mas também para reduzir o colesterol e evitar coágulos nos vasos sanguíneos. Mas estudos recentes questionam as evidências destes benefícios e apontam que eles podem estar restritos a vinhos caseiros ou fabricados seguindo um modo de produção tradicional.

Embora os cientistas concordem que o consumo moderado de vinho tinto possa ajudar a proteger o coração, reduzir o colesterol "ruim" e prevenir o entupimento das veias e artérias, há divergências sobre o que está por trás desses benefícios.
Recentemente, um grupo de cientistas tentou descobrir por que o vinho tinto caseiro feito no Uruguai é tão saudável e chegou a sequenciar o código genético da uva Tannat, usado na produção do vinho. Os especialistas identificaram uma alta quantidade de procianidina, uma classe de flavonoide, compostos químicos encontrados em frutas, vegetais, chás, cereais, cacau e soja com benefícios antioxidantes e para prevenção ao câncer que vêm sendo estudados há anos.


Roger Corder, professor de terapias experimentais da Universidade Queen Mary, de Londres, é autor do livro The Red Wine Diet (A Dieta do Vinho Tinto, em tradução livre) e esteve por trás do estudo que pesquisou o vinho tinto uruguaio. Ele confirma que a uva Tannat contém um nível três ou quatro vezes maior de procianidinas do que a uva Cabernet Sauvignon.


O pesquisador diz que estes compostos, aliados aos taninos (que combatem o envelhecimento das células e também são encontrados no vinho) seriam os grandes responsáveis pelos efeitos positivos do vinho tinto sobre a saúde.


Resveratrol
Outros cientistas apontam para o papel do resveratrol, um composto encontrado na casca das uvas vermelhas. Saudado durante muitos anos como uma espécie de substância milagrosa, o resveratrol é um composto que, segundo os cientistas, poderia retardar o envelhecimento e combater o câncer e a obesidade.
Até o momento, estudos feitos em laboratório revelaram resultados animadores em testes com camundongos, mas ainda não foram encontradas evidências sobre a eficiência do composto em humanos.


Na Universidade de Leicester, na Inglaterra, testes com ratos indicaram que dois copos de vinho por dia podem reduzir a incidência de tumores nos intestinos - e os cientistas estudam maneiras de desenvolver o resveratrol como um composto isolado, para ser ingerido individualmente como uma droga para prevenir o câncer.


Entretanto, para Roger Corder, da Universidade Queen Mary, de Londres, há pouca evidência sobre a importância do resveratrol.
"É um mito que o resveratrol tenha qualquer coisa a ver com os benefícios do vinho tinto à saúde. A maioria dos vinhos tintos contém quantidades insignificantes de resveratrol e aqueles que possuem um pouco não contêm o suficiente para fazer qualquer efeito", diz.


É muito difícil dizer que o vinho é uma bebida saudável quando as pessoas consomem muito álcool, na hora errado do dia e sem comerRoger CorderUniversidade Queen Mary
Ele diz que são as sementes, e não a casca da uva, que contêm o segredo do vinho tinto. Quando as uvas são fermentadas por diversas semanas ou mais, as sementes podem liberar flavonoides que evoluem como moléculas mais complexas.


Mas a má notícia é que isso não acontece com todos os vinhos, diz o cientista, sugerindo que os grandes benefícios da bebida podem ser restritos a um modo de produção mais tradicional - semelhante ao vinho tinto caseiro uruguaio.
"A maior parte dos vinhos modernos não usa esta técnica durante a fabricação", afirma o cientista, reforçando a necessidade do consumo moderado. "É muito difícil dizer que o vinho é uma bebida saudável quando as pessoas consomem muito álcool, na hora errado do dia e sem comer".


Câncer
Para Emma Smith, do Cancer Research UK, centro britânico de pesquisas para o câncer, é um erro tomar vinho tinto achando que isto fará bem à saúde.
"O vinho tinto contém uma quantidade muito pequena de resveratrol e as pessoas não deveriam beber vinho com a intenção de obter benefícios para a saúde", diz.
Ela ressalta que tradicionalmente o álcool tem uma ligação negativa com o câncer.
"É importante relembrar que, mesmo em quantias moderadas, o álcool aumenta o risco de vários tipos de câncer e estima-se que seja a causa de cerca de 12.500 casos de câncer na Grã-Bretanha todos os anos".

Fonte: Terra Saúde

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Villa Sandi Prosecco Il Fresco DOC

Vinícola: Villa Sandi
País: Itália
Região: Treviso (Vêneto)
Tipo: Prosecco
Uva: 
Prosecco
Álcool: 11%
Preço: 38,00


Como já escrevemos aqui no blog sobre a diferença entre Espumante e Prosecco (veja aqui). Hoje escrevo sobre Villa Sandi Prosecco Il Fresco DOC um super custo beneficio.
Um Prosecco que apresenta na taça uma cor amarelo palha com bolhas finas e com média duração. No olfato tem aromas de frutas brancas como maça e pêra. Na boca é frutado, fresco e com bastante mineralidade.




 Visual
 Amarelo palha, bolha finas e média duração
 Olfato
 Frutas brancas( maça e pêra)
 Gustativo
 Frutado, fresco e mineral
 Harmonização
 Comida japonesa


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Filme Meia Noite em Paris

Um amigo certa vez me disse "filme do Woody Allen merece sempre um vinho" e concordando postamos mais um filme do renomado diretor. Já disponibilizamos Vicky Cristina Barcelona e agora abordamos Meia Noite em Paris, filme que foi sucesso de critica e indicado ao prêmio de melhor filme no Oscar.

Sinopse(Adoro Cinema)

Gil (Owen Wilson) sempre idolatrou os grandes escritores americanos e sonhou ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que fez com que fosse muito bem remunerado, mas que também lhe rendeu uma boa dose de frustração. Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido.



Trailer




Solicite link para download em contato.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Febre Montmayour Gran Vin 2008

Vinícola: Domaine Vistalba
País: Argentina
Região: Mendoza
Tipo: Tinto
Uva
: 85% Malbec, 10% Cabernet Sauvignon e 5% Merlot
Álcool: 14,5%



Anteriormente já abordamos, aqui no blog, o vinho básico da linha Febre Montmayour, da Bodega Vistalba - Fabre Montmayou Reserva Malbec 2009 -ótimo por sinal. Agora, tivemos a oportunidade de, na Argentina, experimentar o Febre Montmayour Gran Vin 2008 que sem dúvida é um grande vinho. 
No taça é bonito, com um rubi intenso, bolhas e bordas roxas, além de lágrimas densas e abundantes. No olfato se destaca o fundo defumado e aromas doces como caramelo, baunilha e chocolate. Na boca é estruturado, com taninos firmes e corpo que confirma o olfato: um defumado marcante. Elegante e equilibrado com o final de boca persistente.
Um bom exemplar de vinhos argentinos com um toque de Bordeaux. Experimentamos a bebida n'um restaurante e por isso não tivemos o tempo ideal para decantar o vinho. Acreditamos que uma boa dica possa ser a de decanta-lo por uma hora.

Nota: 92/100
 

 Visual
 Rubi Intenso com bordas e bolhas roxas
 Olfato
 Caramelo, chocalate, baunilha e defumado
 Gustativo
 Equilibrado, Taninos firmes, elegante eboa persistência
 Harmonização
 Carnes Vermelhas
Por Jonas Magalhães

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

RAR Cabernet Sauvignon / Merlot 2009

Vinícola: RAR
País: Brasil
Região:Campos de Cima da Serra/RS
Tipo: Tinto
Uvas: Cabernet Sauvignon e Merlot


A RAR é uma parceria entre o grupo Miolo com Raul Anselmo Randon. Um vinho comprado a R$40 no inicio do ano, hoje se acha por R$36 ou menos.
O vinho me apresentou uma cor rubi forte. No olfato uma destacada presença do álcool e completando sem grande destaque um leve toque de frutas vermelhas. Na boca se mostra com um corpo médio, acidez forte e com álcool presente.
É um vinho que se mostra agressivo, tanto no álcool como acidez. Indico decantar bastante. Mesmo assim fiquei decepcionado, esperava um vinho melhor.

 Visual
 Rubi Forte
 Olfato
 Álcool e frutas vermelhas
 Gustativo
 Acidez forte e álcool
 Harmonização
 Carne Assada
Por Jonas Magalhães