sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Dicas básicas para cultivar uvas

Se você é curioso e quer começar a plantar uvas em casa, para produzir seu vinho caseiro. Achei esse texto interessante. Faz parte de uma coluna do Estadão. Aonde o IAC responde a perguntas de um leitor, justamente com esta curiosidade. Veja a pergunta e a resposta:

"Quero começar a plantar uvas. Porém, não sei por onde começar. Gostaria de orientações sobre o trato com o solo, irrigação, distância entre um pé e outro, etc." Nivea Lima

Resposta

O cultivo da videira exige solos profundos e bem drenados. Porém, antes de preparar o solo, é preciso fazer a análise química de nutrientes do solo, recomenda o pesquisador do Centro de Frutas do Instituto Agronômico (IAC), Marco Antonio Tecchio.
"Deve-se realizar a amostragem de solo com bastante rigor, para que a aplicação de calcário e fertilizantes seja feita corretamente." 

No site do IAC (www.iac.sp.gov.br) está disponível o passo-a-passo de como coletar o solo e enviar a amostra para análise. Segundo Tecchio, as operações para o preparo do solo variam conforme o terreno. Normalmente, são necessárias as operações de subsolagem ou aração profunda; distribuição uniforme do calcário; gradagem superficial; aração profunda (para incorporação do calcário) e gradagem superficial (recomendada apenas para regiões sem declives acentuados). Em relação ao espaçamento entre os pés, o especialista diz que para as variedades de uva comuns (niagara, rosada e isabel) pode-se utilizar o espaçamento de 1,8 metro na entrelinha e 0,9 metro entre plantas, para o plantio no sistema de espaldeira.

 "Neste sistema, utilizam-se postes de 2,2 metros de comprimento (0,5 metro é enterrado e o resto do comprimento é deixado para fora do solo). Os fios de arame são dispostos a 1 metro, 1,3 metro e 1,6 metro de altura do solo." 

Para as variedades de uva fina de mesa (itália, rubi, benitaka, brasil) utiliza-se o sistema de latada ou pérgula. "A construção da latada exige experiência, então o melhor é consultar um técnico", diz.

Para as regiões tradicionais de cultivo (Jundiaí, Indaiatuba, São Miguel Arcanjo, Pilar do Sul) não há necessidade do uso da irrigação, pois o ciclo da cultura coincide com a época de chuvas, entre setembro e dezembro. 

IAC, tel. (0--11) 4582-7284; tecchio@iac.sp.gov.br.

(Fonte: Estadão)

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Vinho brasileiros crescem no mercado interno

Favorecido por fatores como a aproximação com varejistas e distribuidores, ações de promoção, reconhecimento do consumidor e câmbio, setor registra crescimento de 10,7%, com destaque para os rótulos finos, que tiveram crescimento de 6,9%.

Apresentando crescimento de 10,7%, o setor vitivinícola comemora o desempenho de vendas acumulado no período de janeiro a outubro, frente ao mesmo período do ano passado. Entre os destaques, o vinho fino registou alta de 7,08%, com a comercialização de 16,8 milhões de litros. Os espumantes, por sua vez, ampliaram em 6,65%, com 10,3 milhões de litros, e os vinhos de mesa, 3,55%, com 187,7 milhões de litros.

Os dados foram apresentados nesta manhã (21), em coletiva para a imprensa, na Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (Seapa/RS). Estavam presentes o titular da pasta, Luiz Fernando Mainardi, o secretario adjunto Claudio Fioreze, o coordenador das Câmaras Setoriais da Agricultura do Estado, Milton Bernardes, e o diretor executivo do Ibravin, Carlos R. Paviani.

Enquanto que, em outubro de 2012, a participação no mercado interno dos vinhos finos brasileiros era de 20,85%, no mesmo mês deste ano ela ficou em 23,33%. Esta pequena elevação no índice representa 1,5 milhão a mais de garrafas de vinhos finos produzidos no Rio Grande Sul sendo comercializadas. Os espumantes brasileiros também reforçaram a preferência de consumo, ampliando a participação de 69,8% para 76,7%. Agregando os dados de vinhos finos, de mesa e espumantes, os rótulos nacionais totalizam 77% do mercado.

Os sucos de uva 100% naturais mantêm o ritmo forte de expansão registrado nos últimos anos. Nos primeiros dez meses de 2013, a categoria pronta para beber inflou as vendas em 44,8%, com a colocação de 63,3 milhões de litros no mercado interno. Já os concentrados, cresceram 9%, com 28,4 milhões de quilos comercializados.

Na avaliação do diretor executivo do Ibravin, Carlos R. Paviani, os bons resultados se devem a um conjunto de fatores, a se destacar a aproximação gerada entre o setor vitivinícola e os varejistas e importadores, fruto do acordo de cooperação para promoção do vinho brasileiro no mercado interno, as mudanças no câmbio que tornaram os produtos nacionais mais competitivo, e também o reconhecimento do consumidor a respeito da qualidade dos rótulos brasileiros. Neste último caso, esse resultado é fruto do amadurecimento das estratégias de atuação comercial de um conjunto de empresas, e também às ações promocionais feitas pela entidade ao longo do ano. Em comparação com o ano passado, foram duplicadas as ações e atividades realizadas junto ao trade, formadores de opinião e consumidor final. “A campanha de final de ano vem reforçar esta estratégia junto ao mercado, potencializando os resultados a favor do vinho brasileiro em um momento de alta no consumo”, complementa Paviani.

Mainardi complementou a avaliação, informando que nos últimos dois anos foi ampliado o repasse de recursos por meio do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado (Fundovitis), passando de 25% para 50%. A injeção financeira também contribui para o aprimoramento estrutural da cadeia produtiva. “Na prática, o estamos aplicando quase 100%, pois a outra metade que não é gerida pelo Ibravin, nós aplicamos em projetos e ações voltadas para o desenvolvimento do setor”, observou.

O desempenho positivo observado nos produtos nacionais não se repetiram nos importados, que registraram recuo de 9,14%. A maior retração é verificada nos espumantes com 25,10%, enquanto que os vinhos finos tiveram queda de 8,06%. As duas categorias contabilizaram a venda de 59,3 milhões de litros até outubro. O desempenho negativo significou que, em relação ao ano passado, 7,9 milhões de garrafas deixaram de ingressar no mercado brasileiro.

Outro segmento que apresentou bons resultados, foi o de vinagres. A retirada do mercado do agrin (produto fermentado acético de álcool com 10% de vinagre de vinho em sua composição, com baixo valor agregado) e a proibição de uso de corantes em vinagres de álcool repercutiu positivamente nas diferentes categorias do produto elaboradas a partir do vinho. A venda de vinagres registrou alta de 13,93%, somando 11,9 milhões de litros. Os melhores desempenhos foram observados no vinagre duplo e no simples com alta de 269% e 111%, respectivamente. “Os próprios produtores se viram beneficiados com a mudança na legislação que retirou o agrin de circulação. As vendas vinagres com valor agregado maior cresceu significativamente”, observa o diretor técnico do Ibravin, Leocir Bottega.

Perspectivas para as vendas de final de ano
No setor vitivinícola, o último trimestre concentra um terço das vendas anuais do setor. Em função das comemorações de Natal e Reveillon, em alguns segmentos, como o de espumantes, este percentual é ainda mais significativo, chegando a 54%. Apesar da sazonalidade das vendas, os produtores observam a criação de novos momentos de consumo deste produto, contribuindo para a elevação das vendas também nos demais períodos do ano.

Favorecidos pelas ações de aproximação com o trade e diretamente com o consumidor realizadas ao longo de 2013, e também pelo câmbio desfavorável aos importados, o setor deve manter os índices de crescimento verificados até outubro. Nos espumantes, caso seja repetido o desempenho comercial do ano passado, que registrou incremento de 12%, serão comercializadas 8,99 milhões de litros da bebida no acumulado dos últimos três meses. De acordo com projeções feitas pelo setor supermercadista, o segmento de vinhos deve registrar alta de 8%, representando, em volumes, 72 milhões de litros entre rótulos finos e de mesa somados.

“O trabalho realizado pelo Ibravin é motivo e orgulho para o estado, pois além de atuar através de uma forte articulação com o setor, agora está também estreitando relações com o varejo”, pontuou Mainardi.


(Fonte: Ibravin)



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Tempranillo e suas múltiplas faces

Tempranillo é uma uva com reconhecimento internacional. Principalmente pelo vinho produzido na Espanha, destaque a região D.O.C de Rioja.
Também é muito cultivada em Portugal, onde é conhecida como Aragonês, ou Tinta Roriz na região do Douro. 
Na quesito nome a Tempranillo é multifacetada  possuindo vários nomes, dependendo da região.
Veja alguns exemplos: em Madrid se chama Tinto Fino, em Barcelona se chama Ull de Llebre, em Badajoz, Cidad Real, Cuenca, Guadalajarase chama Chinchillana, entre outros nomes mundo a fora. 

Principais Regiões

É uma uva de fácil adaptação, hoje esta espalhada pelo mundo. Já se encontra bons vinho com a casta Tempranillo no novo mundo, inclusive no Brasil. Mais é reconhecida pelos seus vinhos da Península Ibérica. Indico os vinhos da região de Rioja e Ribeira del Duero na Espanha; Douro e Dão em Portugal.  


Características


Comumente cultivada em região quente e secas. Reconhecida como
 uma casta que expressa bem o terroir. Geralmente seus vinhos apresentam uma graduação alcoólica elevada e baixa acidez. É uma uva que tem um bom potencial para produzir vinhos de guarda.

Harmonização

Como é uma uva que geralmente produz vinhos com baixa acidez. Indicamos acompanhar carnes magras, sopas, pizza, sanduíches e massas com molhos vermelhos.



terça-feira, 26 de novembro de 2013

Canepa Finísimo Carménère 2011

Vinícola: Viña Canepa
País: Chile
Região: Vale do Rapel
Tipo: Tinto
Uvas: 
Carménère (90%) e Cabernet Sauvignon (10%)
Álcool: 14,5%
Preço: R$61,00



Da respeitadíssima vinícola chilena Canepa. Da linha Gran Reserva, este exemplar passa por 14 meses carvalho.

Na taça apresenta um visual vermelho rubi sangue, com poucas e rápida lagrimas. No olfato a principio senti um destaque do álcool, com tempo se abriu com aromas de frutas vermelhas maduras(ameixa, cereja) e um toque de especiarias. Na boca é frutado, com taninos macios, um corpo denso e um pouquinho de álcool também.

Nota: 90/100
 

 Visual
Rubi sangue, poucas e lagrimas rápidas.
 Olfato
Frutas vermelhas maduras, especiarias e álcool.
 Gustativo
 Frutado, taninos macios, denso e pouquinho de álcool.
 Harmonização
Queijos maduros e massas com molho vermelho.

Por Jonas Magalhães

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Marques de Pluma Crianza 2007

Vinícola: Pinord
País: Espanha
Região: Ribeira do Douro
Tipo: Tinto
Uvas: Tempranillo
Álcool: 14%


Já falei aqui no blog, que uma dos maiores prazeres do enófilo é procurar um bom vinho, a um ótimo preço.
Trago aqui nesse post, talvez o meu maior sucesso, esse ano, nessa caça de um bom custo-beneficio. Achei este exemplar do Marquês de Pluma Crianza 2007 em uma promoção no Extra, por R$19,00. Acredito que tenha sido um engano e etiquetaram errado. Enfim, aproveitei.

Vamos ao vinho: na taça me apresentou uma cor rubi com tons alaranjados, sinais de seu amadurecimento. No olfato é bem complexo, com notas frutas secas, chocolate, cafe e baunilha. Na boca é bem agradavel, repete os aromas do olfato, com tanino macios e bem carnudo. Apresenta um bom final de boca, prolongado.

Ótimo vinho, ganhador de varios prêmios. Por uma pexinxa, pena que só tinha esse. 



Por Jonas Magalhagães

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Château La Grande Clotte 2008

Vinícola: Château La Grande Clotte
País: França
Região: St-Émilion - Bordeaux.
Tipo: Tinto
Uvas: Cabernet Franc (20%), Merlot (80%).

Álcool: 13,5%
Preço: R$ 49,00



Situada em Lussac - Saint-Émilion, esta vinícola antiga possui 7 hectares de vinhedos próprios no Château. E conta com toda a experiência do enólogo Michel Rolland.


O vinho me apresentou uma cor rubi intensa, com reflexos violáceos. No olfato se destaca aromas defumados(tabaco), frutas secas(ameixa) e um toque herbáceo(folhas secas). Na boca tem um corpo médio, boa acidez e com taninos equilibrados.O carvalho se faz sentir e o final de boca é agradável com de média persistência 

Uma das maiores diversões dos enófilos é garimpar vinhos, achar bons vinhos, baratos e perdidos na prateleiras. Château La Grande Clotte 2008 é uma das minha "caças" bem sucedidas. Achei por R$49,00 e valeu cada centavo.


 Visual
 Rubi intenso com reflexos violáceos 
 Olfato
Frutas secas, defumado e herbáceo
 Gustativo
Redondo, taninos amáveis, carvalho presente e média persistência. 
 Harmonização
Molhos de média estrutura e carnes assadas.


Por Jonas Magalhães


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Teste com azeites no Brasil. Vários nem são azeite!

A Proteste – Associação de Consumidores testou 19 marcas de azeite extravirgem e constatou que quatro (Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real) não podem nem ser consideradas azeites, e sim uma mistura de óleos refinados. Menos da metade dos produtos avaliados, apenas oito, apresentam qualidade de extravirgem.

São eles: Olivas do Sul, Carrefour, Cardeal, Cocinero, Andorinha, La Violetera, Vila Flor, Qualitá.

Os outros sete (Borges, Carbonell, Beirão, Gallo, La Espanhola, Pramesa e Serrata) são apenas virgens. Dos quatro testes que a entidade já realizou com esse produto, este foi o com o maior número de fraudes contra o consumidor.

As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são o principal atrativo do produto, devido ao efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Os quatro produtos declassificados pela entidade são, na verdade, uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. A entidade ressalta que o consumidor paga mais caro, acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto de qualidade inferior.

É considerado fraude o produto vendido fora das especificações estabelecidas por lei. Para as análises, foram considerados parâmetros físico-químicos para detectar possíveis adulterações: espectrofotometria (presença de óleos refinados); quantidade de ceras, estigmastadieno, eritrodiol e uvaol (adição de óleos obtidos por extração com solventes); composição em ácidos graxos e esteróis (adição e identificação de outros óleos e gorduras); isômeros transoleicos, translinoleicos, translinolênicos e ECN42 (adição de outras gorduras vegetais).

A entidade vai notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Nos três testes anteriores foram detectados problemas. Em 2002, foram avaliados os virgens tradicionais e foi encontrada fraude. Em 2007, a situação se repetiu com os extravirgens. Em 2009, uma marca que dizia ser extravirgem não correspondia à classificação. Para a Proteste, isso demonstra que os fabricantes ainda não são alvos da fiscalização necessária.

A reportagem procurou os quatro fabricantes dos óleos desclassificados. A importadora do óleo Quinta d’Aldeia não possuía porta-voz imediatamente disponível para comentar o assunto. As outras três marcas não tiveram representantes localizados.

(FONTE: O Globo)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Tapada dos Monges vinho verde tinto 2012

Vinícola: Manuel da Costa Carvalho Lima & Filhos Lda
País: Portugal
Região: Vinho Verde
Tipo: Tinto
Uvas: Vinhão, Amaral, Padeiro

Álcool: 12%
Preço: R$32,00(Bodega Express)


"Tapada dos Monges Tinto, um Vinho Verde jovem e fresco, com aromas intensos a frutos vermelhos e um paladar vinoso com um final de boca persistente muito agradável. Acompanha pratos de convívio tradicional." Produtor

Um vinho verde bem indicado, por uma amigo português. Assim que coloquei na taça percebi seu ponto alto: refrescância.

Apresenta uma cor rubi bem profundo e bem roxo, caí na taça com uma eferverscência, gerando boa quantidade de bolhas para um tinto. No olfato é ligeiro e pouco intenso, com aromas de frutas vermelhas. Na boca é bastante refrescante, presentando também na boca a eferverscência, agradável e com um final de boca com média persistência.

Um vinho interessante para o calor brasileiro, com um preço honesto a tua qualidade. 

Nota: 86/100
 

 Visual
Rubi bem roxo, bolhas.
 Olfato
Ligeiro, frutas vermelhas.
 Gustativo
Refrescante, agradável e média persistência.
 Harmonização
Comidas regional portuguesas


Por Jonas Magalhães

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Toro de Piedra Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2010

Vinícola:Vina Requingua
País: Chile

Região: Vale Conchagua
Tipo: Tinto
Uvas: Cabernet Sauvignon

Álcool: 13%



Resolvi experimentar um vinho que trouxe de minha ultima viagem a Santiago. Bem indicado, abri com boa expectativa. Pois bem, não decepcionou.

Na taça apresenta um rubi com bordas roxas. No olfato abre-se aromas de frutas vermelhas como morango e cereja, hortelã e baunilha. Na boca é equilibrado, redondo e como um ótimo final(bem prolongado).

É vendido no Brasil a um preço bem honesto para sua qualidade. Vale a pena experimentar.



 Visual
Rubi com bordas roxas
 Olfato
Frutas vermelhas, hortã e baunilha
 Gustativo
Equilibrado, redondo, taninos domados e bom final de boca.
 Harmonização
 Carnes vermelhas

Jonas Magalhães

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Vila Vita Branco 2012

Vinícola: Herdade dos Grous
País: Portugal
Região: Alentejo
Tipo: Branco
Uvas: Antão Vaz (50%), Arinto (30%) e Roupeiro (20%)
Álcool: 12,5%
Preço: R$48,00


Alentejo é uma terra de bons produtores e excelentes vinhos. Cada vez se destacando mais no cenário internacional. 
Vila Vita Branco 2012 é idealizado por Luís Duarte , enólogo português bem conhecido. Um assemblage com três casta bem comum no Alentejo: Antão vaz, Arinto e Roupeiro. Um vinho de baixo teor alcoólico(12,5%), bem leve.

Na taça apresenta uma cor bem esverdeada e translucida. No olfato se destaca aromas de abacaxi e lima, com bons toques de jasmim. Na boca é sedoso e um leve amanteigado. Agradável, confirma o cítrico do olfato.

Um bom vinho branco, agradável e bem equilibrado. Sem decepção.


Nota: 86/100
 

 Visual
Esverdeado e translucido
 Olfato
Abacaxi e lima, com bons toques de jasmim
 Gustativo
Agradavel, equilibrado e citrico
 Harmonização
Harmonizei com batata recheada com queijo.

Por Jonas Magalhães

domingo, 10 de novembro de 2013

Batata com bacon e queijo. Simples e gostoso!


Trazemos um super dicas. Compartilhada no Facebook por Priscila Mello, achei muito interessante e divido com vocês. Bem simples e gostoso.

Como fazer?

"Descasque a batata crua e corte em fatias sem deixá-las se separar até o final. Entre as fatias, coloque fatias finas de bacon e de cebola. Cubra com papel alumínio e leve ao forno. Quando estiver cozida, retire o alumínio, cubra com colheres de,requeijão e queijo ralado e volte ao forno para gratinar."

Harmonização

Indico um tinto jovem e frutado.  Pode ser Syraz, Carmenére ou Merlot. Pode também harmonizar perfeitamente com um branco refrescante como Sauvignon Blanc.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Mondovino - Vale a pena ver!

Quem gosta de vinhos e não foge ao debate sobre o mundo que circunda essa paixão, tem que ver esse documentário.
Mondovino é muito bem feito, trazendo vários debates e te fazendo pensar o papel da globalização no cenário atual da enologia. 
Traz historias e progonistas especias, desde o índio na Argentina até os Mondovi nos E.U.A colocam seus pontos de vista antagônicos, que para mim é perverso. Retrata o que o capitalismo transfere ao mundo do vinho.
A ruptura com tradições, a ganância e a implementação de novas técnicas. A influencia de Robert Parker e a Wine Spectator tudo isso você encontra nesse documentário. Ta mais do que indicado. Segue os link's para você poder baixar.

Sinopse(Adoro Cinema)
Bordeaux, Napa, Florença, Toscana, Cafayate (Argentina) e Pernambuco. Através destas regiões o diretor Jonathan Nossiter apresenta os caminhos do vinho e a globalização dos sabores. Histórias de grandes vinicultores como a família Mondavi, o maior produtor de vinho da Califórnia  e também de pequenos como a família De Montilli, que luta para manter suas terras e as características de seu vinho.

Trailer




Solicite link para download em contato.   



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Abrindo perigosamente uma garrafa de vinho!

O amigo Rodrigo Pinto, indicou um vídeo curioso e engraçado. Varias maneiras nada convencionais e perigosas de se abrir uma garrafa de vinho. Se divirtam.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Lamadrid Malbec Clássico 2011

Vinícola:Lamadrid
País: Argentina
Região: Agrelo - Mendoza
Tipo: Tinto
Uvas: Malbec

Álcool: 14,1%
Preço: R$50,00


Um Malbec tipico. Lamadrid Malbec Clássico 2011 representa bem o terroir mendozino, um malbec de personalidade.

Na taça apresenta um visual rubi violeta com lágrimas densas e lentas. No olfato se mostra com aromas de frutas maduras, como cereja e amora. Além de um toque de especiarias de doces(Cravo e canela). Na boca é redondo, taninos bem domados, frutado, corpo denso e bom final de boca.

É um vinho bem agradável, de excelente evolução na taça. Vale a pena o que se paga.


Nota: 89/100 

 

 Visual
 Rubi violáceo e lagrimas densas e lentas
 Olfato
Frutas maduras(cereja e amora) e Especiarias doces(Cravo e canela)
 Gustativo
Redondo, tanino suaves, frutado, corpo denso e bom final de boca
 Harmonização
Churrasco, Costela ao barbecue
Por Jonas Magalhães