segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Os melhores vinhos do ano no Simplificando o Vinho.

O ano de 2013 foi especial para o site Simplificando o Vinho. Começamos nossas atividades em março deste ano e nós sentimos ultra satisfeitos com os resultados. Conquistamos amigos e parceiros. Ensinamos e aprendemos muito com todos que participaram de alguma forma de nosso site.

Realizamos esse post especial, com os vinhos que se destacaram em 2013 aqui no site. Sempre alertamos nossas notas e análises são produto de experiência e gosto particular. Aqui escrevemos os vinhos especiais de 2013 ao nosso gosto e opinião dos leitores via site ou rede sociais. Sinta-se a vontade para opinar.



Vinho Tinto

Medalha de Ouro: Carmelo Patti Cabernet Sauvignon 1996
Medalha de Prata: Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2009
Medalha de Bronze: Febre Montmayour Gran Vin 2008


Vinho Branco 

Medalha de Ouro: Alta Vista Premium Torrontés 2011
Medalha de Prata: Las Perdices Torrontés 2012
Medalha de Bronze : Canepa Finísimo Sauvignon Blanc 2012


Outros 

Medalha de Ouro: Villa Francioni Rosé 2012
Medalha de Prata: Villa Sandi Prosecco Il Fresco DOC
Medalha de Bronze: Espumante Casa Valduga Arte Brut 2012


Custo-Benefício

Medalha de Ouro: Marques de Pluma Crianza 2007 por R$19,00
Medalha de Prata: Terrazas Reserva Malbec 2010 por R$28,00
Medalha de Bronze: Tapada de Villar Tinto 2011 por R$27,00



Feliz ano novo! Saúde


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Alta Vista Premium Torrontés 2011

Vinícola: Alta Vista
País: Argentina
Região: Salta
Tipo: Branco
Uvas: Torrontés

Álcool: 14%


Quem acompanha meu blog, sabe que dou bastante destaque a casta Torrontés e fico feliz com seu crescimento no mercado internacional. Uma das minha preferidas, quando se trata de vinhos brancos.

Escrevo hoje sobre uma estrala dessa casta. Alta Vista Premium Torrontés 2011, é um vinho bem pontuado e premiado pelos especialistas. Feito com uvas originarias da região que tem obtido os melhores resultados com esta casta, os vinhedos de alta altitude de Salta na Argentina.


Vamos ao vinho, na taça  é amarelo palha com tons esverdeados. No olfato é bem aromático e complexo, com aromas de flores brancas(jasmim) e frutas brancas como pera e melão. Complementa com aromas de pêssego e maracujá. Na boca tem um toque leve mineral, salino e cítrico. Algo também que lembre damasco e novamente o maracujá. Refrescante e com bom final de boca, prolongado.

É um vinho que procuro sempre ter na adega. Fácil de se achar para comprar, vale cada centavo. 



 Visual
Amarelo palha com tons esverdeados
 Olfato
Frutas e flores brancas
 Gustativo
Cítrico e leve mineral
 Harmonização
Frutos do mar e culinária japonesa
Por Jonas Magalhães


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Tapada de Villar Tinto 2011

Vinícola: Quinta das Arcas
País: Portugal
Região: Alentejo
Tipo: Tinto
Uvas
: 40% Allicante Bouschet, 30% Touriga Nacional, 20% Aragonez, 10% Trincadeira
Álcool: 14%
Preço: R$36,00 (Bodega Express)


Uma perola alentejana. Tapada de Villar Tinto 2011 me surpreendeu positivamente. Um vinho rico e muito agradável à um preço acessível. 

Na taça me apresentou um cor rubi forte. No olfato é complexo, com aromas de frutas negras e vermelhas em compota, café e chocolate amargo. Na boca é suculento, ótimo corpo, taninos bem macios e final de boca prolongado e agradável.

Excelente custo beneficio, voltarei a comprar outras garrafas. Me agradou muito.



 Visual
 Rubi intenso
 Olfato
Frutas em compota, café e chocolate amargo
 Gustativo
Suculento, taninos macios e final de boca longo e agradável
 Harmonização
Queijos e carne

Por Jonas Magalhães

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal

Desejamos a todos um feliz natal. Com muita felicidade e harmonia. Ao lado de pessoas queridas e bons vinhos!
Sejamos felizes! Saúde!


"Na minha adega guardo todo tipo de vinhos e versos... a situação trará a tona a garrafa que a situação exigir."
Vini'Opoeta

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Receita: Rabanada com calda de vinho do Porto

Foto: Fabio Rossi

Natal se aproximando. Indicamos hoje uma receita pra lá de tradicional para essa ocasião. Escrevemos dicas de uma boa harmonização, para quem quer acompanha essa deliciosa rabanada com um bom vinho.

Ingredientes


2 bengalas de pão de 500 g cada, amanhecidas
500 ml de leite
4 ovos inteiros batidos
Óleo para fritar
Açúcar e canela para polvilhar

Calda

500 g de açúcar
300 ml de água
Casca de uma laranja
1/2 cálice de vinho do Porto

Modo de Preparo

Corte as bengalas em fatias diagonais de um dedo de espessura.
Coloque as fatias numa assadeira de regue com bastante leite frio para umedecerem.
Esprema um pouco as fatias entre as palmas das mãos, sem quebrá-las, e passe-as pelos ovos batidos.
Frite-as em óleo bem quente, virando-as para dourarem dos 2 lados. Escorra em papel-toalha e polvilhe com açúcar e canela.
Calda. Misture o açúcar e a água com a casca de laranja. Leve ao fogo e deixer ferver por uns 3 minutos.
Adicione o vinho do Porto, espere ferver e tire do fogo. Espere esfriar. Sirva as rabanadas acompanhadas da calda.
Obs: Outra boa dica é acrescentar na calda pequenas frutas secas como: nozes; passas; amêndoas; figo seco ou avelãs.

Harmonização

A dica segura para não errar é harmonizar com um bom vinho do porto. Mais podemos acompanhar com vinhos e espumantes da casta Moscatel.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

WinePod: a máquina para se fazer vinho em casa

Um empreendedor da Califórnia criou um dispositivo para fabricar vinho em casa.

Greg Snell, 47 anos, é o inventor do WinePod, um cilindro de aço de 1,2 metro que pode fabricar 48 garrafas de vinho tinto ou branco.

Greg Snell vende cada máquina por mais de R$ 10 mil

Depois de colocar as uvas dentro do cilindro, o dispositivo fornece informações sobre a quantidade de açúcar das uvas e sua temperatura. O cilindro também pode ser ligado a um computador comum e um software guia o usuário durante o processo de fabricação.

O WinePod prensa as uvas automaticamente; o usuário precisa esperar alguns meses até que o vinho esteja pronto.

Snell vive na região do Vale do Silício, ao sul da Baía de San Francisco. A região, conhecidao por abrigar gigantes do setor de tecnologia, também é conhecida como Vale de Santa Clara e suas áreas rurais contam com muitos vinhedos e adegas.

Snell trabalhou em um fabricante de chips eletrônicos até ter a ideia de aplicar seus conhecimentos na fabricação de vinho.

Ele deu início à sua empresa em 2005 e tudo ia muito bem, com uma lista de espera de clientes e mais de 150 máquinas WinePods vendidas.

O futuro parecia promissor até o início da crise econômica mundial em 2008. A companhia teve dificuldades de levantar mais fundos, as vendas caíram e Snell teve que fechar o negócio.

Renascimento

Mas, aos poucos ele voltou a ser procurado por pessoas interessadas na máquina WinePod, mesmo que fossem versões usadas.

Os pedidos aumentaram e, em 2013, o californiano resolveu relançar a empresa. Para garantir os fundos e evitar dívidas, Snell pretende lançar uma campanha de crowdfunding até o fim do ano.

E o empreendedor agora está de olho no mercado chinês. Segundo Snell a demanda e o interesse por vinhos está aumentando nas classes média e alta da China.

Com isso, ele espera vender centenas de máquinas em 2014.

Especialistas em vinhos afirmam entretanto que o apelo do WinePod está na novidade, e que não se espera que a máquina produza um vinho de alta qualidade.

(Fonte: BBC Brasil)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Chono Pinot Noir 2012

Vinícola: Geo Wines
País: Chile
Região: Casablanca
Tipo: Tinto
Uvas: Pinot Noir

Álcool: 14,5%
Preço: R$53,00


Um lar de bons Pinot Noir, o vale do Casablanca é o local aonde encontramos os melhor pinot's chilenos. É uma uva que gosto muito, elegante, bem aromática e sempre uma boa companhia para momento românticos.

Chono Pinot Noir 2012 me apresentou na taça uma coloração rubi bem violácea. No olfato apresenta frutas vermelhas frescas como framboesa e morango. Um toque de especiarias doces como canela. Na boca é elegante, leve e equilibrado. Com final de boca de média persistência.

É um vinho agradável. Apresenta um custo beneficio honesto. Vale o que se paga, mais do que R$53, já se acha vinho bem melhores. 


 

 Visual
 Rubi violácio
 Olfato
 Morango, framboesa
 Gustativo
Elegante, fresco, leve e final de médica persistência 
 Harmonização
Carne cozida
Por Jonas Magalhães

Homens devem beber vinho para evitar crise de espermatozoides, diz pesquisa.

Os costumes modernos levaram os homens a trabalharem muito, usarem calças mais apertadas e deixarem os smartphones em bolso próximo dos testículos. Este quadro fez com que os cientistas identificassem uma crise mundial de espermatozoides.

Para que o mundo não testemunhe o "apocalipse de espermatozoides", cientistas poloneses disseram que é preciso que os homens bebam bastante vinho. Com seis taças da bebida por semana, o homem garante a qualidade reprodutiva dos seus milhões de espermatozoides, informou reportagem da CBS.

De acordo com o estudo polonês, dedicar-se mais ao lazer, beber menos café e usar cueca samba-canção também ajuda a melhorar a qualidade dos espermatozoides.

(Fonte: O Globo - Blogs)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Carmelo Patti Cabernet Sauvignon 1996

Vinícola: Carmelo Patti
País: Argentina
Região: Mendoza
Tipo: Tinto
Uvas: Cabernet Sauvignon

Álcool: 13,4%


Sabe aquele vinho especial, que você guarda para um ocasião também especial? Este é o Carmelo Patti Cabernet Sauvignon 1996 que comprei em Buenos Aires, indicado por quase todos amigos hermanos que gostam de um bom vinho.

Comprei duas garrafas, um da safra 1996 - que iremos tratar neste post - e outro 2004(safra histórica), hoje devidamente descansando em minha adega. 


Comemorando meu aniversario de casamento, abri o "velhinho" Carmelo Patti CS 1996. São quase 18 aninhos... chegando a sua "maioridade penal".

Vamos ao vinho. Na taça me apresentou lágrimas lentas e densas( já mostrando-se encorpado). Uma cor intensa, rubi com bordas laranjas lembrando ferrugem(marcas de sua evolução). No olfato é um "mundo" de aromas, se destaca chocolate amargo, café, tabaco, especiarias e frutas secas. Achei ainda aroma de capim seco. Na boca é equilibrado e elegante, com taninos "domados" e acidez na medida. Com toques de frutas secas e um defumado gostoso. Final de boca prolongado.

Correspondeu à todas expectativas, chegando aos seus 18 anos em plena forma. Acompanhou muito bem um Boeuf Bourguignon.

Nota: 95/100



 Visual
Rubi com bordas laranja ferrugem
 Olfato
Fruta em compota, chocolate amargo, especiarias, couro, cafe e tabaco.
 Gustativo
Equilibrado, taninos "domados", agradabilíssimo, fruta em compota e o defumado, com final longo 
 Harmonização
Harmonizei com Boeuf Bourguignon

Por Jonas Magalhães


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

10 dicas para escolher o seu azeite

Para os amantes do vinho um amigo sempre presente na mesa é o azeite. Muito usado em pratos que amonizam com vinho e como opção para as entradas. 
O azeite é ótimo para saúde e um excelente acompanhamento. No entanto devemos ter cuidados ao escolher o nosso azeite. Como já postamos aqui, existe um serie de produtos de péssima qualidade. Veja! (Teste revela que vários azeites nem são azeites.
Postamos hoje algumas dicas para orienta-lo na hora de escolher qual azeite comprar e depois ajudamos com dicas de como conserva-lo. Saúde!


Confira 10 orientações:

1– Antes de mais nada, não se deve comprar um azeite às pressas. É preciso calma para analisar a embalagem
2- O azeite de oliva é produzido unicamente a partir de azeitonas, ou seja se tiver algum outro óleo junto (soja, girassol ou outro) já não é um azeite de oliva genuíno, e sim um óleo composto
3- Na gôndola do mercado, deve-se escolher o azeite que estiver mais no fundo da prateleira, por estar menos exposto à luz, e portanto menos oxidado (a luz prejudica a qualidade do azeite)
4- Mesmo que o produto esteja dentro da validade, se ele estiver muito tempo exposto à luz não é recomendado
5- Preste atenção nos rótulos dos azeites importados. Deve-se dar prioridade aos azeites embalados no próprio país de origem. Os azeites que são produzidos num país e embalados em outro, podem sofrer o processo de oxidação, perdendo a qualidade nutricional
6- Observe no rótulo alguns termos, como produzido ou engarrafado. O termo produzido refere-se ao azeite que foi produzido e engarrafado no mesmo local. Diferente do termo engarrafado, que não garante a devida procedência
7- Sempre que possível compre azeites em embalagens de vidro
8- O melhor vidro é de coloração escura, que ajuda a proteger o azeite de oxidação
9- Caso observe algum azeite turvo, pode ser resultado de um menor grau de filtragem, quando partículas de azeitona ficam em suspensão no azeite. Isso não compromete a sua qualidade nutricional
10- Segundo a União Européia, o azeite extra virgem deve ter a acidez inferior à 0.8%, a extração deve ser a frio. Observe o rótulo

A cor do azeite depende do tipo e do estado de maturação (amadurecimento) da azeitona. A coloração verde é resultado da prensagem de azeitonas ainda verdes, diferente de um azeite com coloração mais escura ou dourado, resultado da prensagem de azeitonas mais maduras.

Como conservar

- É importante saber que a luz, o ar e o calor podem prejudicar a qualidade do azeite. Assim, para garantir a qualidade nutricional sempre feche adequadamente o vidro, guarde-o em local fresco, distante do sol e calor
- Dessa forma, mantenha o azeite longe do forno, microondas ou forno elétrico
- A melhor forma de guardar o azeite é em vidros, preferencialmente escuros
- Após abrir o azeite, a validade usual é de 3 meses. Sempre observe o rótulo

Teste seu azeite

Como saber se o azeite é extra virgem?
Coloque um pouco de azeite (em um recipiente de vidro) ou o próprio vidro de azeite dentro da geladeira. Mantenha a geladeira fechada por 48 horas (aproveite para fazer esse teste quando viajar em algum final de semana)
Ao abrir a geladeira, o azeite extra virgem deverá apresentar–se espesso
Isso acontece, porque o ponto de fusão (transformação de líquido para sólido) do azeite acontece na temperatura de 13-14° C, ou seja, com o abaixamento da temperatura o azeite deverá solidificar, e apresentar-se na forma pastosa



(Fonte: Viver Bem - Veja)


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Bolla Valpolicella DOC 2012

Vinícola: Bolla
País: Itália
Região: Valpolicella
Tipo: Tinto
Uvas: 
Corvina, Rondinella
Álcool: 12%

Preço: R$41,00

Um vinho italiano muito conhecido, sempre o vejo presente em supermercados e anúncios na internet. Já tinha escutado elogios em rodas de amigos e resolvi degustar.

Na taça, o vinho apresenta uma cor rubi clara, translúcido e reflexivo. No olfato é pouco intenso, identifiquei aromas de frutas vermelhas fresca, como morango e um pouco de cereja. Um toque de carvalho. Na boca é ligeiro, taninos suaves e um corpo leve. Com pouca persistência no final de boa. Repete os aromas do olfato.

Achei um vinho bem mais ou menos. Não o achei um bom custo benefício.

Nota: 83/100
 

 Visual
 Translucido, reflexivo, rubi claro.
 Olfato
 Frutas vermelhas frescas e um toque carvalho
 Gustativo
Leve, rápido, taninos suaves e pouca persistência final de boca
 Harmonização
Espaguete ao molho vermelho 

Por Jonas Magalhães

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Caminhamos para escassez de vinhos?

Um estudo conduzido pelo departamento de pesquisa do banco Morgan Stanley diz que o mundo está enfrentando uma escassez de vinhos, explicada pelo aumento da demanda e queda na produção global.

Segundo a pesquisa, 300 milhões de caixas de vinho deveriam ter sido produzidas a mais no ano passado para atender a demanda global.

O estudo diz que este é o maior deficit registrado nos 40 anos em que são feitas as medições.

Para os autores do estudo, Tom Kierath e Crystal Wang, a queda na produção é motivada principalmente pelas condições climáticas desfavoráveis na Europa e pela "arrachage", como é chamada em francês uma prática que consiste em destruir parte das vinícolas para evitar a superprodução e o achatamento de preços.

A produção de vinhos na Europa caiu cerca de 10% no ano passado e 25% desde o pico de 2004.

Ao mesmo tempo, a produção de vinho no chamado "novo mundo" do setor – Estados Unidos, Austrália, Argentina, Chile, África do Sul e Nova Zelândia – vem crescendo continuadamente.

"Com o cenário de aperto na Europa, os maiores exportadores do novo mundo devem se beneficiar com a demanda crescente dos mercados de exportação", afirmam os pesquisadores.


Demanda e preços altos

No ano passado, a produção de vinho também tinha caído a seu menor nível em mais de quatro décadas.

A produção global da bebida vem declinando desde que atingiu um pico em 2004, quando a oferta superou a demanda em 600 milhões de caixas.

Ao mesmo tempo, o consumo vem aumentando desde 1996. Atualmente, são consumidas 3 bilhões de caixas de vinho por ano, produzidas por mais de um milhão de produtores em todo o mundo.

Os autores preveem que o atual cenário resultará em um aumento significativo da demanda de exportação e aumento dos preços.

Ainda segundo o estudo, os franceses se mantêm no topo da lista dos maiores consumidores de vinho (12% da produção total), com uma pequena margem de diferença em relação aos americanos (também de 12%)

O estudo ainda diz que os Estados Unidos, juntamente com a China - quinto maior mercado de vinhos do mundo - são vistos como os países que mais impulsionam o consumo da bebida globalmente.

(Fonte: BBC)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Espumante Casa Valduga Arte Brut 2012

Vinícola: Casa Valduga
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves
Tipo: Espumante

Uvas:60% Chardonnay e 40% Pinot Noir
Álcool: 12%


Com as festas de fim de ano chegando e o calor se intensificando. A compra de espumantes passa a ganhar destaque. Muitos sabem que o espumante brasileiro é conhecido mundialmente. Hoje trago um clássico brasileiro, o espumante Casa Valduga Arte Brut 2012. Feito a partido do método tradicional, champenoise. Método no qual a segunda fermentação ocorre na própria garrafa.

Vamos a degustação: Na taça me apresentou uma cor pálida, bem translúcida, com reflexos amarelo palha brilhante e uma perlage persistente. No olfato se destacam frutas brancas, como melão. Na boca é elegante, refrescante, boa acidez e um final de boca de média persistência.

Um bom espumante para eventos sociais e ocasiões despretensiosas. Ótimo custo beneficio.



 

 Visual
Translúcido com reflexos amarelo palha
 Olfato
Frutas brancas, destaque melão.
 Gustativo
Elegante, boa acidez e média persistência
 Harmonização
Peixe e queijos brancos

Por Jonas Magalhães

domingo, 8 de dezembro de 2013

Receita: Ceviche - simples e fácil

Um prato tipico da culinária peruana. O Ceviche é um prato tipico de pescadores, rápido e fácil. Era preparado no próprio barco, a pouco tempo se expandiu para as mesas de todo o mundo.

A receita tradicional, leva o choclo (tipo de milho , mais claro e maior do que o brasileiro) e camote (espécie de batata cor de laranja). Lembrando que é um prato degustado cru, necessita de pescado bem fresco.



INGREDIENTES

180g de robalo em cubos
140ml suco de limão
Uma pirada de pimenta dedo-de-moça picada
Uma pitada de gengibre ralado
Uma pitada de alho ralado
60g de cebola em fatias finas
Uma pitada de coentro picado
Sal, salsa a gosto
Alface para decorar

MODO DE PREPARO

Tempere o robalo com sal, gengibre, alho, o suco de limão e a dedo-de-moça picado. 

Misture bem para que o peixe absorva os sabores. Adicione o coentro e continuar misturando. 
Colocar a cebola, misturar e servir imediatamente. Decore com uma folha de alface e salsa. 

Harmonização

Indicamos para acompanhar o Ceviche, um espumante nacional ou um vinho branco com boa acidez e refrescância: um sauvignon blanc.


(Fonte: IG)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A maior taça de vinho do mundo!

Foto: AFP Photo/Anwar Amro

Libaneses apresentaram a maior taça de vinho do mundo. Com 2,4 metros de altura e 1,65 metro de diâmetro, ela entra para os registros do livro Guinness. A capacidade da "tacinha" é de 1,5 mil litros de bebida. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Como fazer vinho em casa?

Enólogo da Embrapa ensina receita caseira para produção de vinho

As duas parreiras de Haroldo da Silva, de Botelhos, em Minas Gerais, dão muita uva. Para aproveitar a produção, ele está com a ideia de fazer vinho artesanal. A Embrapa Uva e Vinho, principal centro de pesquisas do país voltado para essas atividades, tem uma receita simples para preparar a bebida.

A história da Serra Gaúcha, principal produtora do Brasil, sempre foi ligada a história da bebida no país. A região, muito marcada pela imigração italiana a partir do final século 19, abriga centenas de fabricantes, de famílias que produzem vinho caseiro, com receitas antigas, ou empresas modernas que elaboram vinhos famosos em escala comercial.

A maior parte das vinícolas da serra se concentra no Vale dos Vinhedos, na região de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Com colinas suaves, fazendas bonitas, hotéis e pousadas, o lugar atrai turistas o ano todo. Não por acaso fica na Serra Gaúcha a Embrapa Uva e Vinho, principal centro de pesquisas do país voltado para essas atividades.

“É possível fazer vinho em casa. A uva tem que ser sadia, madura e sã. Uva niágara é uma uva de mesa muito utilizada no Brasil e também pode ser usada pra elaboração de vinho. A uva niágara rende em torno de 70% a 75% de vinho. Então, teoricamente 15 quilos de uva para obter dez litros de vinho”, explica Irineo Dall’Agnol, produtor de vinho, enólogo e responsável técnico do laboratório da Embrapa.

A uva usada na Embrapa é a isabel, mas as etapas da receita são as mesmas para qualquer variedade. Primeiro, as bagas devem ser colocadas em um tacho ou panela. Depois, tudo deve ser espremido. A higiene é fundamental durante toda a receita. Panelas, tachos e mãos precisam estar lavados e limpos.

O suco de uva que vai surgindo é o que os técnicos chamam de mosto. O líquido doce e melado vai entrar em processo de fermentação. Isso ocorre graças ao contato do açúcar das uvas com alguns tipos de fungos que se desenvolvem naturalmente nos vinhedos. Os fungos invisíveis a olho nu também são conhecidos como leveduras.

Alguns dos fungos que vivem na natureza não são bons para o sabor do vinho. Por isso, o enólogo da Embrapa recomenda a utilização de um tipo de sal para fazer uma seleção. O metabisulfito de potássio pode ser comprado em farmácias de manipulação. Ele elimina os fungos indesejáveis e mantém vivos no mosto apenas as melhores leveduras para a fermentação do vinho. A dosagem recomendada é de um grama do produto para dez quilos de uva. “Dissolve no próprio mosto e logo a seguir adiciona à massa de uva”, explica o enólogo.

O material deve ser bem mexido. Em seguida, o líquido e a casca são transferidos para um garrafão de vidro. Nessa etapa, o enólogo aproveita para dar outra dica importante: não é em qualquer panela ou tacho que se presta pra fazer vinho. “Áço inoxidável é o indicado. Vidro também é muito bom. Não é aconselhável usar madeira”, diz.

Para que a fermentação ocorra de maneira equilibrada, o pessoal da Embrapa tampa o garrafão com uma rolha de silicone que contém uma mangueira que fica mergulhada numa garrafinha de água para permitir a saída do gás carbônico que se forma com a fermentação e, ao mesmo tempo, impedir a entrada de oxigênio.

Quem for fazer o vinho em casa pode usar uma rolha comum. O fundamental é fazer um furo e colocar uma mangueira, seguindo esse mesmo modelo. Durante os primeiros cinco dias da fermentação é importante revirar o material duas vezes por dia para misturar a casca e líquido.

No quinto dia é hora de descartar o material sólido que fica boiando e transferir apenas a parte líquida para outro recipiente. Com o líquido já separado, dois cuidados são fundamentais: manter o garrafão sempre bem cheio e a cada dez dias transferir o líquido para um novo recipiente. A medida tem o objetivo eliminar a borra, que é a pasta que se forma fundo do vidro.

O pessoal da Embrapa recomenda que a mangueira para a saída de gás carbônico seja mantida durante pelo menos 40 dias. Quando a água da garrafinha parar de borbulhar o garrafão já pode ser vedado com uma rolha comum, sem furo.

Nesse momento, aos 40 dias, outra medida importante é adicionar a segunda dose de metabisulfito de potássio. Dessa vez, a quantidade usada deve ser de um grama do produto para cada dez litros de vinho.

A partir daí começa a etapa de envelhecimento, que pode durar de seis meses a um ano. Nesse período, o vinho deve ficar fechado em um garrafão ou garrafa comum e mantido em ambiente fresco para desenvolver aromas e apurar o sabor. Passada essa fase, é só servir.

O teor alcoólico de um vinho artesanal varia de 10% a 12%. A Embrapa preparou duas publicações com mais informações sobre o assunto: uma sobre vinho tinto e a outra sobre vinho branco. Cada livreto custa R$ 10 já com as despesas de Correio. Os interessados devem escrever para:

Embrapa
Caixa Postal 130
Bento Gonçalves – RS
CEP.: 95.700-000

(Fonte: Globo Rural)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Paulo Laureano Premium Tinto 2010

Vinícola: Paulo Laureano Vinus
País: Portugal
Região: Alentejo
Tipo: Tinto
Uvas: 
Aragonez 40%,Tricandeira 40%, Alicante Boushet 20%.
Álcool: 13%


Paulo Laureano é um famoso enólogo português, do Alentejo. Analisamos aqui um vinho que traz seu nome, na linha premium. Que passa por 6 meses estagio em barricas.

É um vinho que nos apresenta um visual intenso, rubi, bem brilhante. No olfato destaca os aromas de frutas em calda(destaque para a cereja), toque discreto de madeira. Na boca é elegante, equilibrado e repete o frutado do nariz. Com taninos macios e um final de boca agradável.

É um bom vinho, que vale o que se paga. Honesta sua relação custo-beneficio.


 Visual
Rubi intenso brilhante.
 Olfato
Frutas vermelhas em calda.
 Gustativo
Equilibrado, taninos macios e elegante.
 Harmonização
Pernil de porco.

Por Jonas Magalhães


domingo, 1 de dezembro de 2013

Receita simples: Bruschettas

Hoje trazemos uma ótima receita de Bruschettas. Com origem italiana, ela se espalhou pelo mundo. Muito usada para servir de entrada ou mesmo como petisco.

Ingredientes

3 tomates, sem sementes e picados.
1 cebola picadinha.
1 dente de alho picado.
1/2 colher (chá) de manjericão seco.
1/2 colher (chá) de orégano seco.
Azeite a gosto
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta-do-reino moída
3 Pães de Sal ou 1 baguete
250 g de mussarela fresca, fatiada

Aqueça o forno a 180 ºC.
- Misture o tomate, a cebola, o alho, o manjericão, o orégano, o sal e a pimenta. Misture bem, cubra e reserve na geladeira.
- Corte os pães ou a baguete em 12 fatias no sentido diagonal. Coloque as fatias de pão numa assadeira, passe azeite e leve-as ao forno por 5 minutos, ou até que estejam douradas.
- Coloque a mistura de tomate em cada torrada. Cubra cada uma com uma fatia de mussarela e um folha de manjericão. Volte com as fatias no para o forno até que a mussarela derreta. Sirva imediatamente.



Harmonização

Sugiro sempre um Chianti, da Toscana. Pode ser também um tinto leve, Pinot Noir vai bem também. Se preferir um branco, indico um Sauvignon Blanc.

Saúde!