sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Caleo Primitivo Salento IGT 2013

Vinícola: Casa Vinícola Botter
País: Itália
Região: Salento - 
Puglia
Tipo: Tinto
Uvas: Primitivo

Álcool: R$13,00
Preço: R$33,00 (Link)


Hoje vamos analisar o Caleo Primitivo Salento IGT 2013, produzido pela vinícola Botter. Fundada por Carlo Botter por volta de 1928, hoje ela é administrada pela terceira geração da família e é possível encontrar seus vinhos em 35 países diferentes.

Localizada no "toco da Itália"(Puglia), a região de Salento tem um clima predominantemente quente, seco e com pouca chuva. Embora não seja uma região com tanto renome intencional, o vinho na região de Puglia tem grande papel histórico na Itália e mostrou grande evolução nos últimos anos, com destaque para a casta Primitivo que tem grande mercado nos Estados Unidos, onde é conhecida como Zinfandel.

Vamos ao vinho: Apresenta uma coloração rubi intenso e brilhoso. No olfato destaca-se aromas de frutas como ameixa e mirtilo, algo terroso e picante (pimenta do reino). Na boca é aveludado, taninos tranquilos e acidez na medida. Final de boca é frutado e com boa persistência.

Um bom vinho que representa o terroir da charmosa região de Salento. E para quem gosta de Zinfandel americano, esse é um exemplar para ver as características da casta em solo Italiano

 

 Visual
Coloração rubi intenso e brilhoso
 Olfato
Aromas de frutas como ameixa e mirtilo, algo terroso e picante(pimenta do reino)
 Gustativo
Aveludado, taninos tranquilos e acidez na medida. Final de boca é frutado e com boa persistência
 Harmonização
Carnes escuras e massas como molho vermelho

Por Jonas Magalhães


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Vinícola Aurora conquista SEIS Medalhas no Vinus 2014

VINÍCOLA AURORA CONQUISTA SEIS MEDALHAS no Vinus 2014. O Marcus James Brut ganha duplo ouro, quatro Medalhas de ouro para Espumantes e Reserva Aurora e Prata para o Reserva Merlot 2013.

A Vinícola Aurora conquistou seis medalhas no 11° Concurso Internacional de Vinhos e Licores realizado em Mendoza (Argentina). O espumante Marcus James Brut, um dos mais premiados da Vinícola, ficou com medalha Duplo Ouro nessa competição, que reuniu 450 vinhos de 17 países, avaliados por um júri de 44 experts internacionais.

Das 21 medalhas de ouro entregues a vinhos brasileiros nesse concurso, quatro foram para rótulos da Aurora: Espumante Aurora Chardonnay Brut, Espumante Aurora Pinot Noir Branco Brut, Espumante Aurora Moscatel e Aurora Reserva Chardonnay 2014.

Além das Medalhas de Ouro, o Reserva Aurora Merlot Safra 2013 conquistou Medalha de Prata, nesse concurso.

A Aurora é a brasileira mais premiada em concursos internacionais. Seus rótulos Aurora, Marcus James e das demais marcas da Vinícola podem ser encontrados em todo o território nacional, em lojas especializadas e em grandes redes de varejo. Líder em exportações de vinhos brasileiros no primeiro semestre de 2014, a Aurora está presente em mais de 20 países, nos cinco continentes.

Fonte: Cooperativa Vinícola Aurora

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Rússia estuda estatizar a produção de vinho

De acordo com Oleg Nilov, um membro do Parlamento e um dos arquitetos da nova iniciativa, a produção de vinho na Rússia só deveria ter lugar nas instalações de empresas estatais, e empresas onde o controle acionário é de propriedade do Estado.

Nilov acredita que a introdução de um monopólio estatal permitiria a Rússia aumentar a qualidade do vinho produzido no país e aumentar significativamente as receitas do Estado à partir da indústria do vinho nacional.

O partido político social-democrata na Rússia, que apresentou o novo projeto de lei ao parlamento nacional e do governo, disse que a introdução de um monopólio estatal poderia ajudar a Rússia a ser independente da indústria vinícola internacional, em caso de restrições ou uma proibição de toda nas importações de vinho para a Rússia. As medidas atualmente estão sendo estudadas pelo governo nacional como uma resposta às sanções ocidentais.

De acordo com a Duma, a introdução de um monopólio estatal também daria um impulso para Criméia e Krasnodar. Principalmente aos enólogos para aumentar seus volumes de produção e lhes daria espaço nas prateleiras dos pontos de venda nacionais.

No entanto, os principais analistas russos na área de álcool e vinho criticaram a iniciativa.

De acordo com Vadim Drobiz, o diretor do Centro de Pesquisa da Federal e Regional de Álcool Markets (CRFRAM), uma agência de análise de negócios do vinho, a introdução de um monopólio estatal faria a indústria do vinho russo inútil, uma vez que atualmente continua fortemente dependente de IVA e impostos especiais de consumo e criaria condições para a corrupção no mercado.

De acordo com analistas CFRAM, a adoção desses planos também resultaria em um aumento de vinho contrabando sendo trazida para a Rússia e uma diminuição significativa da qualidade dos vinhos nacionais.

O novo projeto de lei está prevista para ser debatido pelo Parlamento russo durante a primeira semana de setembro.

Fonte: Decanter.com

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Dieta que inclui vinho ajuda a prevenir doenças cardiovasculares

Resultados do estudo Predimed (Prevención con Dieta Mediterránea), que envolveu 7 mil pacientes, foi apresentado durante Congresso de Cardiologia em Gramado no sábado, 23 de Agosto.

Quem está ligado em informações sobre hábitos de vida saudáveis certamente já deve ter ouvido falar sobre os benefícios da dieta mediterrânea para a saúde. O que talvez muitos ainda não saibam é que o vinho é um dos ingredientes da dieta rica em vegetais, com predominância de pescados e outras carnes brancas às carnes vermelhas e com o azeite de oliva como a cereja do bolo de uma alimentação equilibrada.
Os detalhes deste tipo saudável de alimentação e os resultados de uma pesquisa realizada na Espanha e que envolveu cerca de 7 mil pacientes com risco de ter ou desenvolver alguma doença cardiovascular serão apresentados na conferência O Impacto do Estudo Predimed (Prevención con Dieta Mediterránea), durante o Congresso da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (Socergs 2014), em Gramado (RS), neste sábado (23), às 8h30min. O evento começa nesta quinta-feira (21) e encerra no sábado. A pesquisa será apresentada pelo biólogo e nutricionista espanhol Helmut Schröder, que está percorrendo o mundo para divulgar os benefícios da dieta mediterrânea na prevenção de uma série de doenças.

Helmut explica que o estudo foi realizado entre os anos de 2006 e 2013 e comparou um grupo de pessoas que seguiram à risca a dieta com outro, da mesma faixa-etária (acima de 55 anos), que se alimentaram normalmente. O resultado foi que as pessoas que consumiram predominantemente os itens da dieta, que inclui o vinho, desenvolveram 40% menos de chances de desenvolvimento de doenças cardiovasculares como infarto do miocárdio, aterosclerose entre outras.

Helmut afirma que, apesar da dificuldade de adaptar este tipo de alimentação a outras regiões do planeta (o estudo ocorreu apenas na Espanha), é possível adaptá-lo a outras dietas seguindo algumas recomendações que são concomitantes. “Toda a cultura tem a sua dieta saudável. O que podemos afirmar categoricamente é que o consumo moderado de vinho associado a hábitos saudáveis e uma dieta rica em vegetais e azeite de oliva traz melhora para a saúde como parte integrante de uma alimentação saudável”, diz. O estudioso completa alertando que para potencializar os benefícios da dieta e reduzir ainda mais o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, é recomendada a realização de atividades físicas.

O pesquisador avalia que a participação em congressos médicos tem como objetivo difundir os resultados do estudo e conscientizar os profissionais da saúde para a importância de repassar para os pacientes os efeitos positivos de uma alimentação equilibrada. “Esperamos que este resultado reforce o trabalho de muitos profissionais focado na medicina preventiva e que os incentive a informar seus pacientes sobre algumas mudanças simples na alimentação que podem resultar em importantes ganhos para a saúde”, acredita.

Quem é Helmut Schröder
Doutor em Biologia Humana e licenciado em Ciências da Nutrição, Helmut Schröder é líder do grupo 30 Centro de Investigação Biomédica na Rede Centro de Epidemiologia e Saúde Pública, da Espanha. Suas linhas de investigação centram-se na relação entre estilo de vida e as doenças. Inclui estudos sobre os efeitos da nutrição sobre a obesidade e outros fatores de riscos cardiovasculares. Tem participado de estudos epidemiológicos e de intervenção clínica.


Fonte: Ibravin

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Espumante Casa Perini Rosé

Vinícola: Casa Perini
País: Brasil
Região:
Farroupilha-RS
Tipo: Espumante Rosé
Uvas: Chardonnay, Gamay e Pinot Noir
Álcool: 11,8%
Preço: R$25,00(Link)


Degustado durante o Festival de Jazz e Blues de Rio das Ostras-RJ. O Espumante Casa Perini Rosé não decepcionou nem um pouco. Foi uma excelente opção para o fim de tarde à beira da praia, com ótima música ao fundo. Indico à todos esse festival, que acontece todos anos na Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro. Sempre com ótimas atrações e os palcos à beira da lagoa de Iriri e sobre as pedras da praia da tartaruga são imperdíveis(Link).

Sobre o Espumante Casa Perini Rosé aproveitem, está em promoção no Bodega Express(R$25). Uma boa opção de espumante para o dia a dia ou festas.

Vamos a análise: apresentou uma cor rosada como perlage fina e persistente. No olfato se destaca os aromas de frutas vermelhas frescas como o morango e a cereja. Na boca é bem refrescante, frutado e com ótima acidez. Bem agradável, acompanha diversas ocasiões e pratos, como sanduíches, petisco ou entradas em geral.  



 Visual
Cor rosada como perlage fina e persistente
 Olfato
Frutas vermelhas frescas como o morango e a cereja
 Gustativo
Refrescante, frutado e ótima acidez
 Harmonização
Sanduíches, petisco ou entradas em geral

Por Jonas Magalhães


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Exportação de vinhos engarrafados cresce 250% no primeiro semestre

Volume exportado é recorde para o setor, representando na comparação com o mesmo período de 2013, 17% do total comercializado pelas vinícolas brasileiras em vinhos finos engarrafados

A qualificação do setor vitivinícola brasileiro tanto em produtos, profissionalismo comercial e na construção de imagem, turbinada pela exposição do país durante a Copa do Mundo, resultou em ganhos recordes na exportação do vinho brasileiro engarrafado.

O volume de exportações no primeiro semestre de 2014 inflou 257% em relação ao mesmo período do ano anterior. Até junho deste ano, o Brasil já exportou o equivalente a US$ 7,16 milhões em vinhos engarrafados e um total de 1,78 milhão de litros.

Para efeito de comparação, em todo o ano passado, o resultado obtido com as vendas para o exterior foi de US$ 5,3 milhões com 1,5 milhão de litros. O volume exportado este ano também corresponde a 17% do total comercializado pelas empresas vinícolas, em vinhos finos engarrafados, no somatório dos mercados interno e externo. Para comparação, o mercado interno consumiu 8,71 milhões de litros dessa categoria de produto.

Outro indicador a ser comemorado, é a valorização do preço médio obtido por litro exportado, que passou de US$ 3,36 para US$ 4,01, que representa um ganho próximo de 20%. Segundo a gerente do Wines of Brasil, Roberta Baggio Pedreira, o setor está colhendo os resultados da aproximação com redes de varejo internacionais, um dos grandes objetivos do projeto.

Entre os compradores, ela destaca o Reino Unido que, no ano passado, ocupava a sexta posição no ranking de principais destinos e, nos últimos três meses, se mantém no topo como maior importador de vinhos brasileiros. “O Reino Unido é a menina dos olhos, porque é lá que as vinícolas estão inseridas nas maiores e mais prestigiadas redes”, diz. O país multiplicou por 12 o valor exportando, absorvendo quase 20% do total exportado pelo Brasil, totalizando US$ 1,56 milhões.

Entre estas redes, estão Waitrose, uma das principais cadeias de supermercados de luxo no Reino Unido, com 312 unidades na Inglaterra, Escócia e Gales, e Marks & Spencer, a maior rede de lojas de departamento do Reino Unido, com 840 lojas em 30 países. Roberta também afirma que a realização da Copa do Mundo no Brasil contribuiu para potencializar marcas brasileiras no Exterior.

Percentualmente, a Bélgica foi o destino com o maior crescimento, multiplicando o valor adquirido em vinhos engarrafados por quase 60, totalizando US$ 1,16 milhões. Na terceira posição figura a Alemanha com US$ 730 mil e um crescimento de 456%. A China, por sua vez, que surgiu como importadora de vinhos brasileiros há apenas três anos, hoje está entre os 10 principais compradores, ostentando um dos valores mais altos na média de preço por litro, de US$ 7,47. “Isso se deve ao fato do vinho na China estar ligado a status e não necessariamente à cultura de consumo. Entretanto, o país é estratégico principalmente pelo tamanho de mercado potencial que apresenta”, observa Roberta.

No total, nos primeiros seis meses do ano, os vinhos brasileiros engarrafados foram exportados para 35 países, contra 32 do mesmo período de 2013. Os cinco países-alvo do Wines of Brasil – projeto de promoção dos vinhos brasileiros no Exterior executado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) com a Agência Brasileira de Promoção às Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – estão entre os 10 principais destinos de exportação, sendo eles Reino Unido, Alemanha, Holanda, Estados Unidos e China/Hong Kong. Além da Bélgica, figuram entre os destinos de destaque Paraguai, Japão, Suíça e Colômbia.

Fonte: IBRAVIN

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Drink com Espumantes: Bon Jour

Bon Jour é um drink a base de fruta tropical e espumante. Bem refrescante e estiloso. Bem fácil de fazer. Experimente.

Ingredientes:
  • 4 colheres de sopa de suco de melancia
  • 1 colher de sopa de xarope de menta
  • Xarope de canela a gosto
  • Espumante Brut

Modo de preparo:

Coloque em uma taça os ingredientes e complete com espumante.


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Estación Shiraz 2012

Vinícola: Estampa
País: Chile
Região: Colchagua
Tipo: Tinto
Uvas: Shiraz

Álcool: 14,5%
Preço: R$22,00 (link) 


Um vinho simples, bem feito e agradável. Assim é o Shiraz da vinícola Estampa.

É difícil achar vinhos interessantes nessa faixa de preço. Já escrevi aqui sobre a linha Estación varietal, ela apresenta os melhores custo benefícios no mercado que achei nos últimos meses, principalmente os varietais Carménère e Chardonnay. Já o Cabernet Sauvignon não é do mesmo nível.

A vinícola Estampa fica no valle do Colchagua, é bem pequena e faz vinhos corretos e com bastante personalidade. O Estación Shiraz apresenta na taça uma cor rubi intensa, com bastante brilho e bordas roxas. No olfato tem aromas de frutas vermelhas como a ameixa fresca, além de um toque de especiarias, como a pimenta do reino. Na boca é leve, equilibrado e frutado. Com finalde boca agradável e de média persistência.

Um vinho a R$22,00 que acompanha bem um bom papo e agrada bastante pela honestidade e equilíbrio.

 Visual
Rubi brilhoso com bordas roxas
 Olfato
Aromas de ameixa fresca e especiarias 
 Gustativo
Leve, equilibrado, fruta e média persistência. 
 Harmonização
Lances e refeições do dia a dia


Por Jonas Magalhães

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PESQUISA AFIRMA QUE VINHO AJUDA A PREVENIR CÂNCER DE PULMÃO

PESQUISA AFIRMA QUE VINHO AJUDA A PREVENIR CÂNCER DE PULMÃO

Um grupo do Centro de Pesquisas Kaiser Permanente Southern Califórnia, nos Estados Unidos, constatou quem bebe uma taça de vinho diariamente corre menos riscos de desenvolver câncer de pulmão.

Depois de analisar 85 mil homens, eles perceberam que todos os que bebiam vinho diariamente tinham menor probabilidade de desenvolver câncer por causa da alta quantidade de antioxidantes presentes na bebida.

Os pesquisadores investigaram se outras bebidas proporcionavam os mesmo benefícios, porém somente o vinho mostrou ser benéfico à prevenção de câncer pulmonar.

“Isso porque ele tem uma alta concentração de antioxidantes”, justifica a autora do trabalho, Chun Chao. “O resveratrol, por exemplo, pode induzir a morte de células cancerosas e, assim, retardar o crescimento do tumor.”

Fonte: HCP

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Cartunista Hermé Antune abre a Art Wine com obras pintadas com a tinta à base de vinhos.

O cartunista e ilustrador Hermé Antune, conhecido pela marca que imprimiu na grande imprensa brasileira nos anos 80, com seu traço vazado e sinuoso formando as figuras " de um traço só", montou uma exposição temática, com telas pintadas com a tinta que ele mesmo criou e produz, a base de extrato de vinhos engarrafados. 

As obras marcam o início de funcionamento da Art Wine, um espaço enoartístico que passa a funcionar a partir desta semana em São Paulo, dentro da loja de vinhos da W&W Wine, na Rua Aurora, perto da Praça da República. Hermé cuida da curadoria desse espaço, que deverá abrigar várias outras exposições, porém sempre com criações sobre o tema vinho.

A Art Wine não estará restrita a quadros, mas terá lugar para, em futuro próximo, expor e vender outras criações artísticas, como esculturas ou acessórios personalizados, como decanters de murano, por exemplo.

As telas de Hermé estarão expostas também nas paredes do restaurante da importadora, o Aurora Trattoria, que funciona no belo salão ao fundo da loja.

O artista
Hermé Antune é cartunista, chargista, caricaturista e ilustrador, reconhecido pelos seus traços vazados, linhas que criam figuras “de um traço só”. Carioca, mora em Poços de Caldas (MG). Chargista do jornal O Globo na década de 80, Hermé foi o primeiro artista da América Latina a fazer uma ilustração utilizando computação gráfica, em 1984. Criou e dirigiu a cenografia de algumas séries e novelas da TV Globo. O gosto que desenvolveu pelos vinhos, em especial os franceses e italianos, o artista transformou em arte. Primeiro, gravuras ganharam a interferência da cor do vinho tinto em alguns vazados de suas formas. Agora, leva o vinho à tela literalmente, usando a tinta que fabrica artesanalmente, com o pó (essência cromática) do vinho que resulta de um lento processo de redução da bebida. O pó, que traz a cor do vinho, Hermé dilui em um tipo de resina, até alcançar a textuta para colorir as telas, com figuras como as Mulheres Merlot (FOTO), entre outras.

Art Wine
Rua Aurora, 872 - Centro
Fone: (11) 3467-8055

Horários
Segunda das 10:00h às 17:00h; terça a quinta das 10:00h às 23:00h; sexta e sábado das 10:00h à 00:00h; domingo das 10:00h às 16:00h.

Informações : ECO de Informação

Vaticano é país com maior consumo de vinho per capita do mundo.

O Vaticano consome mais vinho per capita do que qualquer outro país do mundo, de acordo com informações do Instituto do Vinho da Califórnia.

De acordo com as estatísticas mais recentes do Instituto do Vinho, do Vaticano consumidos 74 litros de vinho por pessoa, é o dobro do consumo per capita da Itália como um todo. Uma garrafa de vinho padrão é de cerca de 0,75 litros.

Algumas explicações possíveis são que o consumo está claramente relacionada com vinho da comunhão cerimonial. A imprensa italiana também diz que tem outros fatore possíveis, porque os moradores do Vaticano são mais velhos (a falta de crianças são incluídos nas estatísticas), são maioritariamente do sexo masculino, são altamente qualificados e tendem a comer em comunidade - todos os fatores que tendem a levar para um maior consumo de vinho.

Outro fator: o pequeno tamanho do Vaticano que torna mais fácil para os valores per capita a ser distorcida pelas atividades de um pequeno grupo, ou, no caso do Vaticano, existe um único supermercado que vende vinhos quase livre de impostos, bem baratos.

Outros microestados, incluindo Andorra (46 litros por pessoa) e as ilhas francesas de St. Pierre e Miquelon, na costa do Canadá (44 litros per capita), ainda estão muito aquém dos níveis do Vaticano. Luxemburgo, um pequeno país - embora com uma população de 535.000, que é muitas vezes maior do que a população estimada do Vaticano de 800 - é o número 2 da lista, com um consumo per capita de cerca de 56 litros por ano.

Entre os grandes países, França e Itália lideraram o consumo, cada um com pouco mais da metade do consumo per capita da Santa Sé.


Fonte: California Wine Institute

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Beber vinho pode proteger contra a depressão

Desfrutar de vários copos de vinho por semana pode não só proteger o seu coração, mas também pode ajudar a proteger a sua saúde mental, sugere um novo estudo.

Pesquisadores na Espanha descobriram que o consumo de quantidades moderadas de álcool - especialmente de vinho - foi associado a um menor risco de depressão.

Homens e mulheres mais velhos que consumiram 2 a 7 pequenos copos de vinho por semana eram 32% menos propensos a sofrer de depressão, em comparação com pessoas que nunca beberam álcool, revelou o estudo.

Estes resultados parecem contradizer estudos anteriores, que muitas vezes ligaram o consumo de álcool com um risco aumentado de depressão.

Os pesquisadores sugeriram duas razões para este risco aumentado: As pessoas podem beber mais para mascarar os sintomas depressivos e as pessoas também podem se transformar em alcoólicos para lidar com um problema pessoal, tal como perda de emprego, problemas familiares ou problemas financeiros - todos fatores que também podem desencadear um episódio depressivo.

Quanto ao porquê de essas descobertas parecerem entrar em conflito com outros estudos sobre o álcool, o autor Miguel Martinez-Gonzalez, cardiologista e professor de medicina preventiva e saúde pública da Universidade de Navarra, Espanha, disse que poderia ser devido ao facto de o novo estudo não incluir as pessoas que já tiveram depressão, ou pessoas conhecidas por terem problemas com a bebida.

"Na nossa população de estudo, a média de ingestão de álcool era baixo, e o padrão de consumo era tipicamente mediterrâneo, com álcool a vir preferencialmente de vinho, consumido durante as refeições e sem episódios de binge drinking", afirmou. O estudo foi publicado online a 29 de agosto na revista BMC Medicine.

De ressalvar o facto de alguns pesquisadores do estudo terem recebido financiamento da indústria do álcool para efetuar o estudo. O estudo analisou mais de 5.500 homens e mulheres com idades entre 55 e 80, em Espanha, que estavam envolvidos em um estudo de pesquisa para avaliar os efeitos da dieta mediterrânea sobre o risco de doenças cardíacas. Nenhum deles tinha depressão no início do estudo.

Durante um período de acompanhamento de até sete anos, 443 pessoas relataram ter sido diagnosticados com depressão. Os pesquisadores descobriram que os bebedores moderados, que bebiam 5 a 15 gramas de álcool por dia, em média, tiveram um menor risco de depressão em comparação com as pessoas que se abstiveram de beber (a pequena taça de vinho contém cerca de 9 gramas de álcool puro).

As menores taxas de depressão foram observadas em pessoas que consumiam quantidades moderadas de vinho. O estudo descobriu que os homens e as mulheres que bebiam 2 a 7 pequenos copos de vinho por semana tinham 30% menos probabilidade de desenvolver depressão, em comparação com aqueles que não beberam.

Estes resultados mantiveram-se mesmo depois dos pesquisadores levarem em conta outros fatores de estilo de vida que podem influenciar as taxas de transtorno de humor, como o gênero, a idade, o tabagismo, o estado civil, a escolaridade e os níveis de atividade física .

Embora as razões exatas para justificar os resultados não sejam claras, Martinez-Gonzalez disse que um composto encontrado nas uvas pode ajudar a proteger partes do cérebro de processos inflamatórios envolvidos na depressão. Ainda assim, mais estudos são necessários para comprovar os resultados, sendo que é muito cedo para começar a beber como fator de proteção da saúde mental.


Fonte: Ciência Online

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Pequenas Partilhas Cabernet Franc 2011

Vinícola: Aurora
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Tinto
Uvas: Cabernet Franc
Álcool: 12,5%

Continuando a falar de vinhos nacionais. Hoje trago o Pequenas Partilhas Cabernet Franc 2011. Em minha viagem à Serra Gaúcha dediquei parte de minha curiosidade buscando bons Cabernet Franc, encontrei poucos. Esse post é dedicado a um dos bons vinhos que achei e gostei, postarei outros posteriormente.


Pequenas Partilhas Cabernet Franc não é engarrafado em todas safras, só nas safras especiais e com uvas selecionadas. São seis meses de estagio em barricas de carvalho francês e americano.

Vamos ao vinho: Na taça apresentou uma coloração vermelha translúcida com bordas atijoladas e lagrimas finas e abundantes. No olfato tem aromas de frutas frescas como cereja e amora, além de um toque de pimenta do reino, baunilha(adquirido no carvalho americano) e menta(característico).Na boca é leve e fresco, com taninos bem macios e acidez na medida. Boa persistência no final de boca.

É um ótimo vinho, a Cabernet Franc volta a moda na adega dos enófilos e o Brasil tem bons exemplares para se conhecer. O Pequenas Partilhas Cabernet Franc 2011 foi medalha de ouro no VIII Concurso Internacional de Vinhos Finos (Concurso Mundial de Bruxelas-Brasil), indico.


 

 Visual
Vermelho translucida com bordas atijoladas e lagrimas finas e abundantes.
 Olfato
Aromas de frutas frescas como cereja e amora, além de um toque de baunilha e menta.
 Gustativo
Leve e fresco, com taninos bem macios e acidez na medida. Boa persistência.
 Harmonização
Harmonizou bem com uma Lasanha bolonhesa

Por Jonas Magalhães

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Vinho em Bag in Box? Gallo Rosso Casa Venturini 3L #CBE

Vinícola: Casa Venturini
País: Brasil
Região: 50% Campanha Gaúcha e 50% Serra Gaúcha
Tipo: Tinto - Bag in Box
Uvas: Cabernet Sauvignon
Álcool: 12,5%
Preço: R$52,00 (Bodega Express)

O tema da Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE) de Julho/2014 foi escolhido pelo confrade
 Evandro Vanti Gonçalves, o tema foi um vinho tinto nacional sem passagem por barricas de carvalho. Como em minha adega não tinha nenhum vinho do tema, resolvi fazer o que há algum tempo queria: experimentar uma bag in box, pouco usual no Brasil, mas com bastante sucesso mundo afora. Já tinha degustado vinhos com este tipo de armazenamento em alguns restaurantes aleatórios. Mas nunca tive a oportunidade de ter um em casa para avaliar. Resolvi quebrar o preconceito.

Escolhi o bag in box da Casa Venturini, Gallo Rosso 3l, uma vinícula que estive visitando no inicio do ano. Neste vinho, metade das uvas são provenientes da Campanha Gaúcha e a outra metade é de Flores da Cunha, na Serra Gaúcha. É um vinho varietal 100% Cabernet Sauvignon, sem nenhuma passagem por barricas.

Vamos ao vinho: Na taça apresenta uma cor rubi intensa e brilhante, com lágrimas abundantes. No olfato é bem frutado, com aromas de frutas vermelhas maduras como blueberry. Na boca é macio, frutado, equilibrado e fácil de beber.

A bebida não preza pela complexidade e excelência, mas admito que me surpreendeu pela sua
honestidade. É um vinho bem agradável e fácil de beber. Um boa opção para o dia a dia por um ótimo custo beneficio.

EVOLUÇÃO
Sua evolução também me surpreendeu, bebi durante uma semana. As alterações de aromas e sabores do vinho foram quase imperceptíveis.


Prós e Contras

Positivo:
  • O principal beneficio é a manutenção do sabor do vinho por bastante tempo, mesmo após aberto. 
  • Economia: uma bag in box equivale a 04(quatro) vinhos em garrafa. A média de preço da garrafa do Gallo Rosso nesta embalagem saí por R$13,00. O que é bem em conta.
  • Praticidade: leve para transportar e não quebra.

Negativo:
  • Não possui a mesma complexidade e evolução dos vinhos em garrafa.
  • Não tem o charme de abrir uma garrafa.
  • A bebida é mantida na geladeira e a temperatura de serviço não é ideal pois ela é servida gelada. A embalagem esconde as características do vinho no inicio, quando servida.


Saldo:

Não vejo a bag in box como uma ameaça a garrafa. Além de não ter o mesmo charme, ela não apresenta algumas das funcionalidades da garrafa, principalmente participação na evolução do vinho. No entanto vi boas características na "caixinha": Além de ser econômica, a vejo como um "curinga" para ser usada em festas, restaurantes/bares e para quem deseja gastar pouco e beber só uma taça por dia.



VisualRubi intenso e brilhoso
OlfatoFrutas vermelhas como blueberry
GustativoEquilibrado, macio e frutado 
HarmonizaçãoCarnes Vermelhas 

Por Jonas Magalhães