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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Primeira Estrada Syrah 2014

Vinícola: Estrada Real
País: Brasil
Região: Três Corações - MG
Tipo: Tinto
Uvas: Shiraz(100%)
Álcool: 14%
Preço: R$79



Essa avaliação é especialmente para Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE). Hoje voltamos a degustar o Primeira Estrada Syrah, ele foi o vinho escolhido para a Confraria de Setembro/2016. O tema foi indicado por Evandro Vanti, do blog Vinhos que Provo. O tema definido foi: "Um Syrah / Shiraz do novo mundo, sem limite de preço. Vale um 100% ou um corte, desde que a maior parcela seja dessa uva".

Quando fiquei sabendo do tema, procurei conciliar a tarefa da confraria com um desejo antigo, ver a evolução deste vinho mineiro. Já tinha experimentado o Primeira Estrada Syrah 2010 em julho de 2013 e agora busquei a safra de 2014 para fazer uma comparação.

Como já tinha dito na análise do Primeira Estrada Syrah 2010, esse é um projeto que apresenta uma especificidade: a colheita é feita na época seca do inverno, nos meses de julho e agosto. O normal no resto do mundo é colher no verão, sendo que o vinho passou por 12 meses em barricas de carvalho e mais um ano envelhecendo na garrafa.

Vamos ao vinho, na taça apresenta uma coloração intensa de rubi com margens roxa escura, tem lágrimas abundantes, finas e lentas. No olfato é mais intenso que a safra antiga, apresenta as mesma frutas vermelhas maduras(cereja, ameixa preta e framboesa), outros aromas são destacados como o caramelo, pimenta e o tostado do carvalho. Na boca é sedoso, redondo e com um retrogosto lembrando café com boa persistência.

É um vinho que vale a pena conhecer, me deixou outra boa impressão sobre ele. Comparando com a safra 2010( que já era um bom vinho), achei que o Primeira Estrada Syrah 2014 tem ainda mais predicados para você buscar conhece-lo. Ele é facilmente encontrado no Rio de Janeiro (supermercado Zona Sul), essa garrafa eu comprei na loja Pacco em Tiradentes-MG, paguei R$79.


Por Jonas Magalhães



terça-feira, 4 de novembro de 2014

Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008 #CBE

Vinícola: Casa Venturini
País: Brasil
Região: Flores da Cunha - RS
Tipo: Branco
Uvas: Chardonnay

Álcool: 13,2%

Início de mês e vamos postar nosso vinho escolhido para a Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE). O tema de Outubro foi escolhido pela amiga Ju Gonçalves, do blog Vou de Vinho. Ela escolheu como tema um vinho branco nacional.

Como já estava esperando uma "desculpa" para degustar um presente que trouxe do Sul, essa foi a ocasião para abrir o Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008. Esse ano já escrevemos aqui sobre a safra 2011.

A Casa Venturini se orgulha muito de seu Chardonnay. Na Avaliação Nacional de vinhos de 2014 ele foi premiado pelo sexto ano seguido.

Vamos ao vinho Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008: na taça é bem forte, com um intenso amarelo ouro. No olfato apresenta aromas de abacaxi, damasco, mel e chocolate branco. Na boca é delicioso, com ótimo amanteigado, sedoso e muito agradável. Acidez se faz presente, no entanto perdendo um pouco de sua força, bem destacada na safra 2011. Final de boca persistente, com retrogosto muito agradável, destaque ao abacaxi.

Comparando o Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008 com a safra 2011 noto que a perda da acidez é compensada com um vinho mais sedoso, com aromas delicados, um vinho mais elegante, gostei bastante. 2008 foi uma safra bem premiada internacionalmente e resistiu bem.


Esse é um vinho que sempre faço questão de ter na adega. Parabéns ao José Venturini pelo excelente resultado. Harmonizei com um Abadejo ao molho de camarão e casou muito bem.



 Visual
 Límpido e um cor intensa amarelo ouro.
 Olfato
 Abacaxi, damasco, mel e chocolate branco.
 Gustativo
 Bom amanteigado, sedoso e elegante. Boa persistência, retrogosto abacaxi.
 Harmonização
 Filé de Abadejo com molho de camarão.

Por Jonas Magalhães


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Espumante Don Guerino Brut Rosé Malbec Charmat

Vinícola: Don Guerino
País: Brasil
Região: Alto Feliz - Serra Gaúcha
Tipo: Espumante
Uvas: Malbec

Álcool: 11,5%
Preço: R$28,90


Alto Feliz fica ao sul de Farroupilha, aproximadamente 40km de Bento Gonçalves. Nessa pequena cidade se localiza a jovem vinícola Don Guerino. Que produz o Espumante Don Guerino Brut Rosé Malbec Charmat, que analisamos hoje.

Na crescente oferta de bons espumantes nacionais, me chamou atenção um espumante rosé produzido a partir da casta Malbec. Famosa uva tinta que produz ótimo vinho, principalmente na região de Mendoza(Argentina).
Elaborado pelo método Charmat, aonde a segunda fermentação é realizada em tanques. É um Espumante com bom custo beneficio, vendido a R$28,90 pela Bodega Express. 

Vamos ao 
Espumante Don Guerino Brut Rosé Malbec Charmat. Na taça apresenta um coloração avermelhada, ferrugem clara ou salmão. Boa espuma e perlage persistente e fina. No olfato tem leve toque de frutas vermelha e tropicais como morango e melancia. Na boca tem boa cremosidade e acidez na medida, bem refrescante. Sem dúvida nenhuma ótima opção para o verão.

Um espumante simples e honesto. Que agrada o bolso e o paladar.

 Visual
Coloração avermelhada, ferrugem clara ou salmão.
 Olfato
No olfato tem leve toque de frutas vermelha e tropicais como morango e melancia.
 Gustativo
Boa cremosidade e acidez na medida, bem refrescante.
 Harmonização
Pratos leves.
Por Jonas Magalhães

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Don Giovanni Cabernet Franc 2008 #CBE

Vinícola: Don Giovanni 
País: Brasil
Região: Pinto Bandeira(RS)
Tipo: Tinto
Uvas: 100% Cabernet Franc

Álcool: 13,5%


Já escrevi aqui no blog sobre a visita na Don Giovanni, um lugar encantador, ao lado do caminho de pedra, tradicional ponto turístico de Bento Gonçalves. Vale a pena conhecer(Veja).

Hoje escrevo para a Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE). O tema de Agosto/2014 foi escolhido pelo Felipe Silva do Blog BebadoVinho. A escolha foi um vinho 100% Cabernet Franc. Uva que analisamos e escrevemos sobre suas características no especial Uvas(Veja Aqui!).

Meu vinho escolhido foi o Don Giovanni Cabernet Franc 2008, degustado e adquirido na última visita a vinícola, escolhi este vinho por que é um dos poucos Cabernet Franc com bom resultado no Brasil. Também já degustamos o Aurora Pequenas Partilhas Cabernet Franc 2011, que vale a pena conhecer.

Em conversa com vários produtores da Serra Gaúcha, muitos demonstram a intenção de voltar a dedicar espaço para a Cabernet Franc em seus respectivos vinhedos. Logo podemos ter mais opções nacionais desta casta para degustar.

Vamos ao vinho: Na taça apresenta uma coloração rubi escura com borda violácea e leve opacidade, lagrimas abundantes e lentas. No olfato se destacam aromas de amadurecimento no carvalho, frutas vermelhas maduras, algo mentolado e o tabaco. Na boca é equilibrado, macio, tem um corpo de leve a médio, taninos presentes e bem integrados. Um final de boca com boa persistência e além de confirmar os aromas do olfato(notas vegetais).

É um bom Cabernet Franc. Vale a pena conhecer. Também indico visitar a vinícola, o restaurante e se tiverem a oportunidade, se hospedem e aproveitem ao máximo a aconchegante pousada da Don Giovanni.



 Visual
Rubi escura com bordas violácea e leve opacidade, lagrimas abundantes e lentas.
 Olfato
Aromas de amadurecimento no carvalho, frutas vermelhas maduras, algo mentolado e tabaco. 
 Gustativo
Equilibrado, macio, tem um corpo de leve a médio, taninos presentes e bem integrados. Um final de boca com boa persistência e confirmando os aromas do olfato.
 Harmonização
Harmonizou com bife de panela.

Por Jonas Magalhães


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Pequenas Partilhas Cabernet Franc 2011

Vinícola: Aurora
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Tinto
Uvas: Cabernet Franc
Álcool: 12,5%

Continuando a falar de vinhos nacionais. Hoje trago o Pequenas Partilhas Cabernet Franc 2011. Em minha viagem à Serra Gaúcha dediquei parte de minha curiosidade buscando bons Cabernet Franc, encontrei poucos. Esse post é dedicado a um dos bons vinhos que achei e gostei, postarei outros posteriormente.


Pequenas Partilhas Cabernet Franc não é engarrafado em todas safras, só nas safras especiais e com uvas selecionadas. São seis meses de estagio em barricas de carvalho francês e americano.

Vamos ao vinho: Na taça apresentou uma coloração vermelha translúcida com bordas atijoladas e lagrimas finas e abundantes. No olfato tem aromas de frutas frescas como cereja e amora, além de um toque de pimenta do reino, baunilha(adquirido no carvalho americano) e menta(característico).Na boca é leve e fresco, com taninos bem macios e acidez na medida. Boa persistência no final de boca.

É um ótimo vinho, a Cabernet Franc volta a moda na adega dos enófilos e o Brasil tem bons exemplares para se conhecer. O Pequenas Partilhas Cabernet Franc 2011 foi medalha de ouro no VIII Concurso Internacional de Vinhos Finos (Concurso Mundial de Bruxelas-Brasil), indico.


 

 Visual
Vermelho translucida com bordas atijoladas e lagrimas finas e abundantes.
 Olfato
Aromas de frutas frescas como cereja e amora, além de um toque de baunilha e menta.
 Gustativo
Leve e fresco, com taninos bem macios e acidez na medida. Boa persistência.
 Harmonização
Harmonizou bem com uma Lasanha bolonhesa

Por Jonas Magalhães

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Vinho em Bag in Box? Gallo Rosso Casa Venturini 3L #CBE

Vinícola: Casa Venturini
País: Brasil
Região: 50% Campanha Gaúcha e 50% Serra Gaúcha
Tipo: Tinto - Bag in Box
Uvas: Cabernet Sauvignon
Álcool: 12,5%
Preço: R$52,00 (Bodega Express)

O tema da Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE) de Julho/2014 foi escolhido pelo confrade
 Evandro Vanti Gonçalves, o tema foi um vinho tinto nacional sem passagem por barricas de carvalho. Como em minha adega não tinha nenhum vinho do tema, resolvi fazer o que há algum tempo queria: experimentar uma bag in box, pouco usual no Brasil, mas com bastante sucesso mundo afora. Já tinha degustado vinhos com este tipo de armazenamento em alguns restaurantes aleatórios. Mas nunca tive a oportunidade de ter um em casa para avaliar. Resolvi quebrar o preconceito.

Escolhi o bag in box da Casa Venturini, Gallo Rosso 3l, uma vinícula que estive visitando no inicio do ano. Neste vinho, metade das uvas são provenientes da Campanha Gaúcha e a outra metade é de Flores da Cunha, na Serra Gaúcha. É um vinho varietal 100% Cabernet Sauvignon, sem nenhuma passagem por barricas.

Vamos ao vinho: Na taça apresenta uma cor rubi intensa e brilhante, com lágrimas abundantes. No olfato é bem frutado, com aromas de frutas vermelhas maduras como blueberry. Na boca é macio, frutado, equilibrado e fácil de beber.

A bebida não preza pela complexidade e excelência, mas admito que me surpreendeu pela sua
honestidade. É um vinho bem agradável e fácil de beber. Um boa opção para o dia a dia por um ótimo custo beneficio.

EVOLUÇÃO
Sua evolução também me surpreendeu, bebi durante uma semana. As alterações de aromas e sabores do vinho foram quase imperceptíveis.


Prós e Contras

Positivo:
  • O principal beneficio é a manutenção do sabor do vinho por bastante tempo, mesmo após aberto. 
  • Economia: uma bag in box equivale a 04(quatro) vinhos em garrafa. A média de preço da garrafa do Gallo Rosso nesta embalagem saí por R$13,00. O que é bem em conta.
  • Praticidade: leve para transportar e não quebra.

Negativo:
  • Não possui a mesma complexidade e evolução dos vinhos em garrafa.
  • Não tem o charme de abrir uma garrafa.
  • A bebida é mantida na geladeira e a temperatura de serviço não é ideal pois ela é servida gelada. A embalagem esconde as características do vinho no inicio, quando servida.


Saldo:

Não vejo a bag in box como uma ameaça a garrafa. Além de não ter o mesmo charme, ela não apresenta algumas das funcionalidades da garrafa, principalmente participação na evolução do vinho. No entanto vi boas características na "caixinha": Além de ser econômica, a vejo como um "curinga" para ser usada em festas, restaurantes/bares e para quem deseja gastar pouco e beber só uma taça por dia.



VisualRubi intenso e brilhoso
OlfatoFrutas vermelhas como blueberry
GustativoEquilibrado, macio e frutado 
HarmonizaçãoCarnes Vermelhas 

Por Jonas Magalhães


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Casa Venturini Tannat Reserva 2012

Vinícola: Casa Venturini
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha, Santana do Livramento -RS
Tipo: Tinto
Uvas: Tannat
Álcool: 13,8%
Preço: R$34 (Bodega Express)

Já escrevemos aqui no site sobre a vinícola Casa Venturini, localizada em Flores da Cunha-RS. Sr. Venturini e seus vinhos vem ganhando cada vez mais destaque nas premiações nacionais e internacionais. Sempre destaco o seu ótimo Chardonnay, no entanto escrevemos hoje sobre o Tannat, safra 2012, que acabou de chegar ao mercado e passou por 18 meses em barricas de carvalho.

Vamos ao vinho. Na taça é límpido e brilhante, uma cor rubi forte com tons violáceos. No olfato apresenta aromas de frutas vermelhas como ameixa e amora, com toques de especiarias e baunilha. Na boca tem ótimo volume, boa acidez, taninos presentes e "domados", e um equilíbrio importante para um Tannat. Boa persistência com final longo e frutado.

Um excelente Tannat brasileiro, com personalidade Uruguaia. Combina muito bem com um churrasco. Muito honesto e vale cada centavo. Por fom, destacamos que ele foi premiado com o primeiro lugar no concurso Best Buy 2013, que premia os vinhos com melhor custo benefício disponíveis no mercado e também levou a medalha de ouro VII Concurso Internacional de Vinhos do Brasil.


 

 Visual
Límpido e brilhante, uma cor Rubi forte com tons violáceos
 Olfato
Frutas vermelhas como ameixa e amora, com toques de especiarias e baunilha
 Gustativo
Ótimo volume, boa acidez, tanino presentes e "domados", equilíbrado . Boa persistência com final longo e frutado.
 Harmonização
Carne vermelha(Churrasco) e feijoada.

Por Jonas Magalhães

terça-feira, 15 de julho de 2014

Don Laurindo Merlot D.O. Reserva 2009

Vinícola: Don Laurindo
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Tinto
Uvas: Merlot

Álcool: 12%
Preço: R$39,00 (Bodega Express)


Escrevemos sobre o Don Laurindo Merlot D.O. Reserva 2009, este é um vinho especial da vinícola Don Laurindo. Tome cuidado para não confundir, a vinícola tem duas linhas reserva Merlot. A normal e a D.O(Denominação de Origem). O vinho que analisamos aqui é o Merlot D.O 2009, a diferença está na escolha das uvas. Nos vinhos D.O, as uva são provenientes de uma região demarcada e  apresenta a denominação de Origem do Vale dos Vinhedos, além de seguir varias regras e uma fiscalização que garantem a qualidade do vinho.

Vamos ao vinho, na taça é límpido e apresenta uma cor rubi sem grande densidade, com tons de sangue. No olfato tem aromas de frutas vermelhas maduras como ameixa e cereja, como toques de especiarias e baunilha. Na boca é agradável, tem boa acidez, com taninos sedosos e um final de boca com boa persistência

É um ótima escolha para quem deseja um bom vinho nacional sem esfolar o bolso. Bem eno-gastronômico, acompanhou muito bem uma lasanha bolonhesa.

Outra dica é a visita a vinícola, já escrevemos aqui no site sobre ela: Vinhos do Brasil: Vinícola Don Laurindo


 Visual
Límpido, rubi sem grande densidade, com tons de sangue.
 Olfato
Frutas vermelhas maduras como ameixa e cereja, como toques de especiarias e baunilha
 Gustativo
Agradável antes de tudo, boa acidez, tanino sedosos e final de boca com boa persistência.
 Harmonização
Acompanhou muito bem uma lasanha à bolonhesa

Por Jonas Magalhães


quinta-feira, 5 de junho de 2014

L.A Chardonnay 2013

Vinícola: Luiz Argenta
País: Brasil
Região: Flores da Cunha
Tipo: Branco
Uvas: Chardonnay

Álcool: 12,5%

Mais uma grande descoberta. Tenho destacado aqui no Simplificando o Vinho a grade opções de bons vinhos Chardonnay nacionais. Hoje trago mais um excelente vinho, te falo que me impressionou mais do que a linha reserva da mesma vinícola.

L.A Chardonnay 2013 se apresenta na taça com uma cor translucida, amarelo palha esverdeado. No olfato tem a intensidade de aromas tropicais como de abacaxi  e o maracujá, além de uma forte presença de maça verde. Na boca é bem presente, com destaque a acidez excelente e um leve amanteigado. Gostoso, bem equilibrado e excelente refrescância. Um final persistente com toque cítrico

Ótimo vinho, fiz questão de trazer para minha adega. A vinícola é linda, vale a pena visitar.




 Visual
Amarelo palha translúcido, tons verdes.
 Olfato
Abacaxi, maracujá e maça verde.
 Gustativo
Leve amanteigado, ótima acidez e bem refrescante. 
 Harmonização
Entradas, aperitivos, carnes de aves, lagostas e frutos do mar em geral, risotos e até mesmo pratos um pouco mais estruturados.

Por Jonas Magalhães

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Pizzato Legno Chardonnay 2013 #CBE

Vinícola: Pizzato
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Branco
Uvas: Chardonnay
Álcool: 13%
Preço: R$61,00(Bodega Express)

O tema da Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE) de Maio/2014 foi um vinho Branco com passagem por madeira. Para participar, escolhi o melhor Chardonnay nacional que degustei esse ano, o Pizzato Legno Chardonnay 2013.

Já tinha destacado este vinho na minha visita à vinícola no inicio do ano (Vinhos do Brasill: Vinícola Pizzato) quando então, tive a primeira oportunidade de degusta-lo. Trouxe até uma garrafa para minha adega. Voltei a degusta-lo na Expovinis em São Paulo e não tive dúvida em escolhe-lo para o tema desse mês da Confraria.

O Legno Chardonnay 2013 é um vinho que passa por 10 meses em barricas de carvalho e possui demarcação D.O. Vale dos Vinhedos, ou seja, ele feito com uvas exclusivas de uma região demarcada do Vale dos Vinhedos.


Agora, vamos ao vinho!
Na taça é límpido com uma cor amarelo ouro com uma certa 
untuosidade. No olfato é bem agradável e intenso. Apresenta aromas de frutas brancas em destaque como o melão e a pera, acrescido de um toque de mel e aromas originários da barrica como coco e baunilha. Na boca é elegante, delicado, com o amanteigado na medida, sem ser enjoativo. Possui toques suaves de frutas brancas e uma boa acidez. É um vinho equilibrado, com estrutura e boa persistência na boca.

O Pizzato Legno Chardonnay 2013 só confirma a ótima impressão que tenho dos chardonnay nacionais. Já escrevi aqui sobre Casa Venturini Chardonnay Reserva 2011, e o
Don Laurindo Chardonnay D.O 2013. Vale a pena experimentar!

Garrafa nº0261




 Visual
Límpido com uma cor amarelo ouro, lagrimas lentas e uma certa untuosidade.
 Olfato
Agradável e intenso. Apresenta aromas de flores brancas, frutas brancas(melão e pera),mel, coco e baunilha
 Gustativo
Elegante, amanteigado na medida. Frutas brancas e uma boa acidez. Equilibrado, com estrutura e boa persistência na boca. 
 Harmonização
Harmonizei com empadão de camarão


Por Jonas Magalhães



sexta-feira, 30 de maio de 2014

Casa Venturini Chardonnay Reserva 2011

Vinícola: Casa Venturini
País: Brasil
Região: Flores da Cunha - RS
Tipo: Branco
Uvas: Chardonnay

Álcool: 13,2%
Preço: R$34,00(Bodega Express)

Se tem algo que a Casa Venturini pode ser orgulhar é seu Chardonnay, com uvas provenientes da campanha gaúcha, seus vinhos tem obtido ótimos resultados. 

Mantém uma trajetória interessante de sucesso na Avaliação Nacional de Vinhos. Por cinco anos consecutivos este vinho fica entre os 16 melhores do concurso. Este exemplar também foi premiado no 10º Concurso Bacchus(Madrid-Espanha), com a medalha de prata. E obteve menção honrosa no International Wine Challenge, em Londres.


Vamos ao vinho: na taça é bem límpido, com uma coloração amarelo palha puxando para o dourado. No olfato é bem intenso com aromas de frutas brancas como a pera e o melão, um pouco de abacaxi e mel. Na boca é equilibrado, leve e refrescante. 

Uma ótima opção para o verão e um sugestão de acompanhamento de carnes brancas e peixes. Melhor ainda é seu custo beneficio, seu preço comum está perto dos R$34,00. 




 Visual
 Límpido e um cor amarelo palha brilhoso.
 Olfato
Melão, pera, mel e abacaxi.
 Gustativo
Refrescante, sedoso e elegante. Bem equilibrado.
 Harmonização
Carnes brancas e peixes

Por Jonas Magalhães

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Fausto Tannat 2010

Vinícola: Pizzato Vinhos
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Tinto
Uvas: Tannat
Álcool: 13%
Preço: R$29,00(Bodega Express)

Em nosso especial sobre os vinhos do brasil. Visitamos a Serra Gaúcha e buscamos escrever sobre os vinhos que mais nós impressionou em nossa viagem.

Hoje escrevemos sobre um dos vinhos que se destacou em nossa procura. Muito pelo seu equilíbrio, estrutura e uma relação bem honesta de preço-qualidade, vale o que se paga. Está em promoção na Bodega Express.

Vamos ao vinho: Na taça se desenvolve com uma cor vermelho-rubi intenso, quase negra. No olfato apresenta aromas de amoras maduras, café torrado, terroso, especiarias e couro. Na boca é equilibrado, com boa acidez, álcool integrado e taninos finos. É fresco e persistente; com corpo médio. No retrogosto, as amoras do olfato.

Um Tannat bem agradável, sem "patata" dos taninos(comum a casta). Estes bem presentes, porém domados. Uma boa escolha para acompanhar carnes vermelhas no tradicional churrasco.

Mais um bom vinho da excelente vinícola Pizzato.



Nota:88/100

 Visual
Rubi intenso, bem negro.
 Olfato
Amoras silvestres, café, terroso, especiarias e couro
 Gustativo
Taninos finos, equilibrado, fresco e persistente; corpo médio. No retrogosto, amoras silvestres do olfato.
 Harmonização
Caças em geral, cordeiro, feijoadas, cassoulet, carnes gordas, queijos fortes.

Por Jonas Magalhães

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Don Laurindo Chardonnay D.O 2013

Vinícola: Don Laurindo
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Branco
Uvas: Chardonnay

Álcool: 12%
Preço: R$39,00(Bodega Express)


Quando visitamos a vinícola Don Laurindo, um dos vinhos que mais chamou nossa atenção foi esse chardonnay, ele passa por quatro meses em barricas de primeiro uso. Ainda não tinha saído para venda. Agora chega ao mercado pela Bodega Express. Degustamos de novo, agora com intuito de postar aqui nossa opinião.

Vamos ao vinho. Na taça apresta uma amarelo palha com bordas de um amarelo esverdeado, quase dourado. No olfato é intenso, aromas de flores brancas como lírio se destacam com uma ponta de mel e tostado. Na boca é bem refrescante e leve. Equilibrado, com amanteigado na medida, sem exagero. Um final de boca com delicioso toque salino. 

Achei um vinho bem interessante para acompanhar pratos a base de peixe e frutos do mar, o achei bem gastronômico. Alem de ir bem no dia dia, ótima opção para os dias quentes também, bem refrescante. Com interessante relação custo beneficio. Vale a pena sem dúvida.


 Visual
Amarelo palha esverdeado, quase ouro.
 Olfato
Flores brancas(lírio), mel e tostado.
 Gustativo
Equilibrado, amanteigado, leve e toque salino
 Harmonização
Peixes e carnes brancas em geral.

Por Jonas Magalhães

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Reunião com Pinot Noir até R$50

Neste mês (Maio/2014) realizamos mais uma encontro de amigos, uma confraria que se reúne mensalmente. Além rever os camaradas e colocar o papo em dia, degustamos bons vinhos e fizemos uma degustação a cegas de quatro vinhos. Nosso tema desse mês foi a uva Pinot Noir até 50 reais. Vou destacar aqui minha impressão sobre os vinhos.

Antonio Dias Pinot Noir 2011 - Entre os confrades teve divergência de opinião sobre esse vinho. Uns não gostaram e outros gostaram(Eu). Minha opinião é que é um Pinot diferente do que estamos acostumados, é um vinho mais robusto, no entanto sem deixar de ser elegante e complexo. Uma cor rubi média, mais forte que o comum da casta. No olfato apresentou frutas secas e em compota, além de chocolate, cedro e espiarias. Na boca é elegante e de boa persistência. 88/100

Nieto Senetiner Reserva Pinot Noir 2013 - Um vinho que lembra os demais desta casta no Novo Mundo. Com um rubi translúcido e aromas de frutas frescas(morango e framboesa) se destacando. Leve e elegante na boca. Bem correto e equilibrado, sem a presença excarcerada do álcool. 87/100

Aylin Pinot Noir 2011 Um vinho do vale de San Antonio, muito próximo à costa Pacífica. Região que produz bons Pinot Noir, juntamente com Valle do Casablanca, no Chile. Na taça uma cor típica da casta, um rubi claro com aromas de frutas vermelhas, com toque de grama cortada. Na boca é refrescante, leve e retrogosto agradável e de média persistência. Ótimo vinho. 89/100

Yealands Way Pinot Noir 2010 - Esse Neozelandês ganhou como o melhor vinho da noite. Um tipico Pinot Noir do Novo Mundo, com uma cor rubi claro brilhoso, com aromas de frutas vermelhas, violeta e especiarias doce (cravo/canela). Na boca é sedoso e elegante. Equilibrado, refrescante e com boa persistência. 90/100

Foi uma reunião desafiadora, pois é difícil achar bons Pinot Noir por menos que 50 reais. Conseguimos ter quadro ótimos vinhos, que contribuíram muito para uma ótima noite.


Por Jonas Magalhães



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Família Larentis Pinotage 2012

Vinícola: Família Larentis
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos
Tipo: Tinto
Uvas: Pinotage

Álcool:12%


No especial do Simplificando o Vinho sobre Vinhos do Brasil, demos um destaque a Família Larentis e foi uma boa surpresa. É uma vinícola familiar, bem pequena mesmo. No entanto com muita tradição e um encanto que merece ser notado.


Trouxemos de nossa visita a vinícola, o Pinotage 2012, vendido na casa por 26 reais. Vamos ao vinho: na taça apresenta uma cor rubi violáceo com bastante lagrimas. No olfato tem um intenso frutado, também nota-se aromas intermediários de ervas . Na boca é agradável, frutado com final adocicado. Tem um certo amargor, um toque meio rustico, que se amansa com o tempo até sumir. Final de média persistência.

Foi um bom acompanhamento para um caldo verde. O achei um vinho honesto, não tem uma grande complexidade, mais o preço dele é um chamariz, vendido a 26 na vinícola. Boa chance de conhecer um linda bodega brasileira, beber um Pinotage nacional e pagar pouco. Uma dica é decanta-lo. 



 Visual
Rubi com tons violáceos.
 Olfato
Frutas vermelhas intensas e um toque de ervas.
 Gustativo
Taninos macios, leve, frutado e pequeno amargor.
 Harmonização
Acompanhou bem um caldo verde.

Por Jonas Magalhães


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Quinta do Seival Castas Portuguesas 2011

Vinícola: Miolo
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Tipo: Tinto
Uvas:
Touriga Nacional e Tinta Roriz
Álcool:14%

O Quinta do Seival é um vinho da gigante vinícola Brasileira Miolo. Feito com uvas provenientes da campanha gaúcha, pertinho da divisa com Uruguai. As castas portuguesas em questão são a Touriga Nacional e a Tinta Roriz(Tempranillo).

Vamos ao vinho: na taça apresenta uma cor forte e intensa, rubi. No olfato se destacam aromas de frutas negras em compota, especiarias e tostado oriundos das barricas. Na boca tem um bom corpo, repetindo aromas do olfato, sedoso e com boa estrutura. Álcool ainda marcando um pouquinho, nada que estrague o vinho. Final de boca com média persistência.

Um bom vinho, acho que um pouco acima do preço ideal. 


Nota: 88/100
 

 Visual
Rubi Intenso, profundo, bem negro.
 Olfato
Frutas negras em compota, especiarias e tostado
 Gustativo
Boa estrutura, frutas negras com especiarias.
 Harmonização
Comida tipica portuguesa 

Por Jonas Magalhães