Mostrando postagens com marcador França. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador França. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de março de 2017

Ótima seleção do Vinho Clube de Fevereiro

Esse mês o VinhoClube caprichou, recebi dois ótimos vinhos. Talvez tenha sido a melhor seleção que recebi desde que iniciei essa experiencia com o VinhoSite.

Domaine Viranel Rendez-Vous 2014 foi um acerto e tanto. Há algum tempo tenho apreciado muito a casta Cabernet Franc, este vinho de Languedoc é um Assemblage com Cabernet Franc (50%) e Cabernet Sauvignon (50%), apresentou bem as características da casta. Um vinho elegante, leve e bastante agradável. Destaca-se com aromas de frutas vermelhas e especiarias no olfato e um bom final de boca.

Quinta do Ribeiro Santo Tinto 2014 foi o outro vinho tinto com boa complexidade que veio na seleção do mês. Já é o terceiro vinho da Ribeiro Santo que analiso no Simplificando Vinho e todos agradaram, uma vinícola de ótima qualidade. Quinta do Ribeiro Santo Tinto 2014 agrada pela sedosidade na boca e um final de boca bem persistente. Um vinho com ótima acidez e que acompanhou muito bem uma bruschetta de quatro queijos.


Saúde!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Auguste Bessac Cotes Du Rhone AOP 2012

Vinícola: Auguste Bessac
País: França
Região: Côtes du Rhône
Tipo: Tinto
Uvas: Garnacha, Shiraz, Mourvèdre, Cinsault e Carignan
Álcool: 14,5%



Pesquisadores apontam a região do Vale do Rhonê como a mais antiga na cultura do vinho. Dados indicam que os Romanos que introduziram a vitivinicultura na região por volta do século I antes de Cristo.

A região do vale do Rhône se destaca por produzir vinhos jovens, suaves e redondos, que devem ser bebidos entre 03 e 05 anos.


Auguste Bessac Cotes Du Rhone AOP 2012 é um corte com uvas tradicionais na região. Destaque para as castas Garnacha e a Shiraz. O vinho passa oito meses barricado. Esse exemplar degustado, foi a meia-garrafa(375ml).

Vamos ao vinho. Na taça apresenta uma coloração rubi com tons violáceos. No olfato destaca-se aromas de frutas vermelhas maduras e toques florais. Na boca é sedoso, taninos redondo e bem equilibrado. Com bom volume e média duração no final da boca. Um vinho fácil de beber e bem agradável. Vale a pena conhecer.


 Visual
 Rubi com tons violáceos
 Olfato
 Frutas vermelhas maduras e toques florais
 Gustativo
 Sedoso, taninos redondo e bem equilibrado
 Harmonização
 Harmonizei com caldo de Inhame e carne cozida

Por Jonas Magalhães

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Joseph Drouhin Bourgogne Chardonnay 2011

Vinícola: Maison Joseph Drouhin
País: França
Região: Bourgogne
Tipo: Branco
Uvas: 100% Chardonnay
Álcool: 13%


Maison Joseph Drouhin é um tradicional produtor da Bourgogne, de 1880. Além dos vinhedos na França, também possui propriedades no Oregon(E.U.A). Hoje tanto a Maison Joseph Drouhin e quanto a Domaine Drouhin Oregon são de propriedade e operados pelos bisnetos de Joseph Drouhin. Tem vasta historia, desde o pioneirismo em produzir vinhos biodinâmicos a interessante historia de resistência aos Alemães na segunda guerra mundial.


Vamos ao vinho: Na taça apresenta um amarelo palha tons dourados. No olfato tem boa complexidade com aromas cítricos como o abacaxi e a casca de laranja, além de toques de mel e baunilha. Na boca é sedoso, com bom amanteigado e refrescância. Toque mineral e acidez correta, final de boca com frutas brancas e boa duração.


 Visual
Amarelo palha tons dourados
 Olfato
Aromas cítricos como abacaxi e casca de laranja, além de toques de mel e baunilha.
 Gustativo
Sedoso, com bom amanteigado e refrescância. Toque mineral e acidez correta, final de boca com frutas brancas e boa duração.
 Harmonização
Carne brancas e Peixes

Por Jonas Magalhães



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Domaine Du Moulin de Dusenbach Pinot Gris Réserve AOC 2009

Vinícola: Domaine du Moulin de Dusenbach
País: França

Região: Alsácia
Tipo: Branco
Uvas: Pinot Gris

Álcool: 13%
Preço: R$44,00

A Alsácia é um território ao leste da França, na fronteira com Suiça e Alemanha. Inclusive foi uma zona de intensa disputa com a Alemanha, tendo ficado sob controle alemão de 378 a 1648, de 1871 a 1919 e de 1940 a 1944. Até hoje se nota muito da cultura Alemã na região. Até mesmo nos vinhos e suas garrafas.

É uma região que faz vinho interessantíssimos, destaque principalmente para Gewurztraminer, Riesling, Pinot Blanc, Pinot Gris e alguns bons Pinot Noir. Criado em 1970 por Bernard Schwach, enólogo-se de uma família de vinificação para várias gerações, a vinícola cresceu e agora tem 26 hectares no coração da Alsársia. Em de 2008, tornou-se propriedade da família Schwebel e integra a área AOC(Appellation d'origine contrôlée).

Vamos ao vinho: Na taça apresenta uma coloração amarela ouro viscosa. No olfato se destacam aromas doces como mel e damasco, além de um toque fresco de gramas cortada. Na boca é elegante, com ótimo volume e bem sedoso. O retrogosto é persistente, com toque de frutas brancas e um leve açúcar residual.

O preço de lançamento esta ótimo, pela qualidade e origem do vinho. Raramente se encontra vinhos da Alsácia(com esse perfil) por esse preço no Brasil.




 Visual
Amarelo ouro viscoso
 Olfato
Grama cortada, mel e damasco.
 Gustativo
Elegante, como ótimo volume e bem sedoso. Retrogosto persistente de frutas brancas e leve açúcar residual.
 Harmonização
Pratos misturam doce e salgado.

Por Jonas Magalhães

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Antonin Rodet Bourgogne Chardonnay 2008

Vinícola: Antonin Rodet
País: França
Região: Borgonha
Tipo: Branco
Uvas: Chardonnay
Álcool: 12,5%


A Borgonha é terra de bons Pinot Noir, Chardonnay e espumantes. Achei esse Antonin Rodet Bourgogne Chardonnay 2008 em promoção e foi uma boa compra. Elegante e agradável foi uma boa companhia para ver Brasil 1x7 Alemanha. 

Um vinho que se destaca no visual com uma coloração dourada intensa. No olfato apresenta aromas floras(Girassol) e frutas em calda doce como pêssego. Na boca é suculento, ótimo amanteigado, boa mineralidade e com persistência no final  de boca.

Acompanhou muito bem um creme de batata baroa com linguiça mineira.


 Visual
Dourado intenso
 Olfato
Floras e frutas em calda(Pêssego)
 Gustativo
Ótimo amanteigado, mineral e boa persistência 
 Harmonização
Harmonizei com creme de batata baroa.

Por Jonas Magalhães

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Masson Dubois Côtes du Rhône 2012

Vinícola: Masson Dubois
País: França
Região: Côtes du Rhône
Tipo: Tinto
Uvas: 
Garnacha, Shiraz, Cinsault e Mourvedre.
Álcool: 12,5%


Um vinho simples e agradável. Masson Dubois Côtes du Rhône 2012 é um ótimo vinho para o dia a dia.

Geralmente não compro vinho franceses baratos. Masson Dubois Côtes du Rhône 2012 facilmente achados por menos que 30 reais, comprei por falta de opção e não me decepcionei. É um vinho que agrada, fácil de se beber.

Na taça apresenta um cor grená translucido. No olfato destaca-se frutas vermelhas como morango. Na boca tem um leve toque frutado, taninos macios e um acidez na medida. 
Pode-se beber sem acompanhar comida ou recomendo prato leves como sanduíches.



 Visual
Grená translucido
 Olfato
Frutas vermelhas
 Gustativo
Frutado, taninos suaves e acidez na medida
 Harmonização
Pratos leves

Por Jonas Magalhães

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Château La Grande Clotte 2008

Vinícola: Château La Grande Clotte
País: França
Região: St-Émilion - Bordeaux.
Tipo: Tinto
Uvas: Cabernet Franc (20%), Merlot (80%).

Álcool: 13,5%
Preço: R$ 49,00



Situada em Lussac - Saint-Émilion, esta vinícola antiga possui 7 hectares de vinhedos próprios no Château. E conta com toda a experiência do enólogo Michel Rolland.


O vinho me apresentou uma cor rubi intensa, com reflexos violáceos. No olfato se destaca aromas defumados(tabaco), frutas secas(ameixa) e um toque herbáceo(folhas secas). Na boca tem um corpo médio, boa acidez e com taninos equilibrados.O carvalho se faz sentir e o final de boca é agradável com de média persistência 

Uma das maiores diversões dos enófilos é garimpar vinhos, achar bons vinhos, baratos e perdidos na prateleiras. Château La Grande Clotte 2008 é uma das minha "caças" bem sucedidas. Achei por R$49,00 e valeu cada centavo.


 Visual
 Rubi intenso com reflexos violáceos 
 Olfato
Frutas secas, defumado e herbáceo
 Gustativo
Redondo, taninos amáveis, carvalho presente e média persistência. 
 Harmonização
Molhos de média estrutura e carnes assadas.


Por Jonas Magalhães


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Château Haut Pasquet 2008

Vinícola: Família Dubourg 
País: França
Região: 
Bordeaux
Tipo: Tinto
Uva: 
70% Cabernet Sauvignon, 30% Merlot 
Álcool: 13%




Aproveitamos o friozinho que está fazendo no Rio para degustar um bom vinho. Ainda mais depois do cansaço de dirigir mais de 100 km.
Nossa primeira tentativa não deu muito certo, a garrafa quebrou, lascou o gargalo e não deu para beber, mas como está frio no Rio não podemos perder a oportunidade,  pegamos outra garrafa.
Escolhemos o "Chateau Haut Peasquet 2008" que ganhamos ano passado e ficou em nossa adega até agora.
É um vinho de Bordeaux, que envelheceu por 18 meses em barril de carvalho.
Na taça apresentou uma cor rubi, claro e brilhante. Com lágrima rápidas e não abundantes. No olfato é intenso, pude sentir aromas de frutas bem forte e no final um pouco de canela também. A primeira impressão na boca é que o sabor se prolonga e persiste. Ele tem um fim de boca bem marcante.
Não decantamos e no final da garrafa havia borra, fica a dica, no entanto foi um bom vinho. 
Tivemos um final de noite bem relaxante...

Nota: 86/100

 Visual
 Rubi Intenso
 Olfato
 Frutado e especiarias(canela)
 Gustativo
 encorpado e persistente
 Harmonização
 Carnes e Massas

Por Daniele Ferreira

terça-feira, 4 de junho de 2013

La Bélière Rouge 2010

Vinícola: Baron Philippe de Rothschild
País: França
Região: Bordeaux
Tipo: Tinto
Uva(s):
Merlot (60%) Cabernet Sauvignon (25%) e Cabernet Franc (15%)
Álcool: 13.5 %



A região de Bordeaux é mundialmente conhecida pela sua tradição em produzir bons vinhos, entretanto não podemos achar que todos vinhos produzidos por lá sejam de primeira linha, excepcionais.
La Bélière Rouge 2010 é um vinho simples da mundialmente famosa vinícola Baron Philippe de Rothschild, talvez por ser tão simples não chega a ter uma boa relação custo-beneficio. Vendido inicialmente na faixa de 45 reais, já não se mostrava uma boa compra, comprei em promoção por 34 reais , achei um preço plausível, mais não compraria de novo.
Vamos a análise do vinho: Na taça apresentou uma cor rubi bem escuro. No olfato me veio aromas de frutas vermelhas, me lembrando geleia de amora. Na boca é levemente frutado, com um corpo leve, sem grande persistência,  passa pela boca com sem grande destaque.
É um vinho de regular a bom, pode acompanhar bem refeições do dia a dia e como disse anteriormente, a relação custo-beneficio não é satisfatória.


Nota: 78

 Visual
 Rubi forte
 Olfato
 Frutas Vermelhas
 Gustativo
 Corpo leve, levemente frutado, sem persistência
 Harmonização
 Refeições do dia a dia