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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Vinho pode ajudar no seu sono.

Pesquisando sobre Vinho e nosso sono, encontrei uma pesquisa da Universidade de Milão, divulgado pelo site português Publico. Tal pesquisa afirma ter descoberto que as uvas utilizadas na fabricação de alguns dos vinhos tintos contêm altos níveis de melatonina, hormônio produzido por diversos animais e plantas, quando produzido em nosso organismo ao fim do dia induz e regula o sono, trazendo noite tranquilas.

Marcello Iriti e os seus colegas, que publicam os seus resultados na revista "Journal of the Science of Food and Agriculture", detectaram a presença desse hormônio do sono na pele das uvas Nebbiolo, Merlot, Cabernet Sauvignon, Sangiovese e Croatina.

“O teor de melatonina no vinho poderá ajudar a regular os padrões de sono, tal como acontece com a própria melatonina produzida pela glândula pineal nos mamíferos” afirma 
Marcello Iriti na revista.

Não é a primeira vez que o vinho tinto e as uvas que lhe dão origem são apontados como benéficos para a saúde. Estudos já apontam que o consumo moderado de vinho tinto poderia diminuir a taxa de “mau colesterol” no organismo e até ajudar a prevenir a doença de Alzheimer. Veja nosso especial de Vinho&Saúde.

O mesmo documento cita também um especialista mais céptico, Richard Wurtman do MIT, que acha que serão precisos mais estudos para confirmar que a substância agora detectada é mesmo melatonina.



Saúde!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Dieta que inclui vinho ajuda a prevenir doenças cardiovasculares

Resultados do estudo Predimed (Prevención con Dieta Mediterránea), que envolveu 7 mil pacientes, foi apresentado durante Congresso de Cardiologia em Gramado no sábado, 23 de Agosto.

Quem está ligado em informações sobre hábitos de vida saudáveis certamente já deve ter ouvido falar sobre os benefícios da dieta mediterrânea para a saúde. O que talvez muitos ainda não saibam é que o vinho é um dos ingredientes da dieta rica em vegetais, com predominância de pescados e outras carnes brancas às carnes vermelhas e com o azeite de oliva como a cereja do bolo de uma alimentação equilibrada.
Os detalhes deste tipo saudável de alimentação e os resultados de uma pesquisa realizada na Espanha e que envolveu cerca de 7 mil pacientes com risco de ter ou desenvolver alguma doença cardiovascular serão apresentados na conferência O Impacto do Estudo Predimed (Prevención con Dieta Mediterránea), durante o Congresso da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (Socergs 2014), em Gramado (RS), neste sábado (23), às 8h30min. O evento começa nesta quinta-feira (21) e encerra no sábado. A pesquisa será apresentada pelo biólogo e nutricionista espanhol Helmut Schröder, que está percorrendo o mundo para divulgar os benefícios da dieta mediterrânea na prevenção de uma série de doenças.

Helmut explica que o estudo foi realizado entre os anos de 2006 e 2013 e comparou um grupo de pessoas que seguiram à risca a dieta com outro, da mesma faixa-etária (acima de 55 anos), que se alimentaram normalmente. O resultado foi que as pessoas que consumiram predominantemente os itens da dieta, que inclui o vinho, desenvolveram 40% menos de chances de desenvolvimento de doenças cardiovasculares como infarto do miocárdio, aterosclerose entre outras.

Helmut afirma que, apesar da dificuldade de adaptar este tipo de alimentação a outras regiões do planeta (o estudo ocorreu apenas na Espanha), é possível adaptá-lo a outras dietas seguindo algumas recomendações que são concomitantes. “Toda a cultura tem a sua dieta saudável. O que podemos afirmar categoricamente é que o consumo moderado de vinho associado a hábitos saudáveis e uma dieta rica em vegetais e azeite de oliva traz melhora para a saúde como parte integrante de uma alimentação saudável”, diz. O estudioso completa alertando que para potencializar os benefícios da dieta e reduzir ainda mais o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, é recomendada a realização de atividades físicas.

O pesquisador avalia que a participação em congressos médicos tem como objetivo difundir os resultados do estudo e conscientizar os profissionais da saúde para a importância de repassar para os pacientes os efeitos positivos de uma alimentação equilibrada. “Esperamos que este resultado reforce o trabalho de muitos profissionais focado na medicina preventiva e que os incentive a informar seus pacientes sobre algumas mudanças simples na alimentação que podem resultar em importantes ganhos para a saúde”, acredita.

Quem é Helmut Schröder
Doutor em Biologia Humana e licenciado em Ciências da Nutrição, Helmut Schröder é líder do grupo 30 Centro de Investigação Biomédica na Rede Centro de Epidemiologia e Saúde Pública, da Espanha. Suas linhas de investigação centram-se na relação entre estilo de vida e as doenças. Inclui estudos sobre os efeitos da nutrição sobre a obesidade e outros fatores de riscos cardiovasculares. Tem participado de estudos epidemiológicos e de intervenção clínica.


Fonte: Ibravin

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Beber vinho pode proteger contra a depressão

Desfrutar de vários copos de vinho por semana pode não só proteger o seu coração, mas também pode ajudar a proteger a sua saúde mental, sugere um novo estudo.

Pesquisadores na Espanha descobriram que o consumo de quantidades moderadas de álcool - especialmente de vinho - foi associado a um menor risco de depressão.

Homens e mulheres mais velhos que consumiram 2 a 7 pequenos copos de vinho por semana eram 32% menos propensos a sofrer de depressão, em comparação com pessoas que nunca beberam álcool, revelou o estudo.

Estes resultados parecem contradizer estudos anteriores, que muitas vezes ligaram o consumo de álcool com um risco aumentado de depressão.

Os pesquisadores sugeriram duas razões para este risco aumentado: As pessoas podem beber mais para mascarar os sintomas depressivos e as pessoas também podem se transformar em alcoólicos para lidar com um problema pessoal, tal como perda de emprego, problemas familiares ou problemas financeiros - todos fatores que também podem desencadear um episódio depressivo.

Quanto ao porquê de essas descobertas parecerem entrar em conflito com outros estudos sobre o álcool, o autor Miguel Martinez-Gonzalez, cardiologista e professor de medicina preventiva e saúde pública da Universidade de Navarra, Espanha, disse que poderia ser devido ao facto de o novo estudo não incluir as pessoas que já tiveram depressão, ou pessoas conhecidas por terem problemas com a bebida.

"Na nossa população de estudo, a média de ingestão de álcool era baixo, e o padrão de consumo era tipicamente mediterrâneo, com álcool a vir preferencialmente de vinho, consumido durante as refeições e sem episódios de binge drinking", afirmou. O estudo foi publicado online a 29 de agosto na revista BMC Medicine.

De ressalvar o facto de alguns pesquisadores do estudo terem recebido financiamento da indústria do álcool para efetuar o estudo. O estudo analisou mais de 5.500 homens e mulheres com idades entre 55 e 80, em Espanha, que estavam envolvidos em um estudo de pesquisa para avaliar os efeitos da dieta mediterrânea sobre o risco de doenças cardíacas. Nenhum deles tinha depressão no início do estudo.

Durante um período de acompanhamento de até sete anos, 443 pessoas relataram ter sido diagnosticados com depressão. Os pesquisadores descobriram que os bebedores moderados, que bebiam 5 a 15 gramas de álcool por dia, em média, tiveram um menor risco de depressão em comparação com as pessoas que se abstiveram de beber (a pequena taça de vinho contém cerca de 9 gramas de álcool puro).

As menores taxas de depressão foram observadas em pessoas que consumiam quantidades moderadas de vinho. O estudo descobriu que os homens e as mulheres que bebiam 2 a 7 pequenos copos de vinho por semana tinham 30% menos probabilidade de desenvolver depressão, em comparação com aqueles que não beberam.

Estes resultados mantiveram-se mesmo depois dos pesquisadores levarem em conta outros fatores de estilo de vida que podem influenciar as taxas de transtorno de humor, como o gênero, a idade, o tabagismo, o estado civil, a escolaridade e os níveis de atividade física .

Embora as razões exatas para justificar os resultados não sejam claras, Martinez-Gonzalez disse que um composto encontrado nas uvas pode ajudar a proteger partes do cérebro de processos inflamatórios envolvidos na depressão. Ainda assim, mais estudos são necessários para comprovar os resultados, sendo que é muito cedo para começar a beber como fator de proteção da saúde mental.


Fonte: Ciência Online

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Vinho contra pedra nos rins?!

O jornal Extra abordou em seu site uma notícia para alegrar o nosso dia e nós incentivar ainda mais a beber um bom vinho.

(Jornal Extra, 02/05/2014)
Os benefícios do vinho para o coração já são amplamente conhecidos. Agora, cientistas da Universidade do Colorado Denver descobriram que a bebida, se consumida moderadamente, também protege a saúde dos rins: pessoas que bebem menos do que uma taça por dia têm o risco de desenvolver doença renal crônica diminuído em 37% quando comparadas a quem não bebe vinho. O estudo foi apresentado no Congresso da Fundação Nacional dos Rins dos Estados Unidos, em Las Vegas, na semana passada.

Além disso, pacientes que já sofrem de problemas renais tornam-se 29% menos propensos a ter doenças cardíacas se ingerirem uma pequena quantidade da bebida ao dia.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores examinaram 5.852 voluntários, dos quais 1.031 tinham doença renal crônica. No entanto, a ligação exata do vinho com a boa saúde dos rins não ficou totalmente clara.

Para o pesquisador Tapan Mehta, líder do estudo, a associação talvez possa ser explicada pelo fato de o consumo moderado de álcool reduzir os níveis de proteínas na urina, enquanto pessoas com problemas nos rins tendem a apresentar altas taxas desses compostos na urina. O cientista suspeita ainda que o vinho tinto seja mais benéfico para os rins do que o vinho branco. A substância que dá cor ao vinho, a procianidina, é um poderoso antioxidante e está mais ativa e em maior quantidade no tinto.

Apenas a ingestão moderada da bebida tem efeito protetor. O consumo elevado de álcool, por outro lado, afeta negativamente os rins e pode piorar a hipertensão. 







Fonte: Jornal Extra

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Homens devem beber vinho para evitar crise de espermatozoides, diz pesquisa.

Os costumes modernos levaram os homens a trabalharem muito, usarem calças mais apertadas e deixarem os smartphones em bolso próximo dos testículos. Este quadro fez com que os cientistas identificassem uma crise mundial de espermatozoides.

Para que o mundo não testemunhe o "apocalipse de espermatozoides", cientistas poloneses disseram que é preciso que os homens bebam bastante vinho. Com seis taças da bebida por semana, o homem garante a qualidade reprodutiva dos seus milhões de espermatozoides, informou reportagem da CBS.

De acordo com o estudo polonês, dedicar-se mais ao lazer, beber menos café e usar cueca samba-canção também ajuda a melhorar a qualidade dos espermatozoides.

(Fonte: O Globo - Blogs)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Vinho evita pedra nos rins

De acordo com uma pesquisa realizada por pesquisadores nos EUA e na Itália, consumir bebidas como vinho (tinto e branco) e café pode diminuir o risco de ter pedras no rim.

Durante oito anos, os especialistas estudaram os hábitos de cerca de 194 mil pacientes que nunca haviam sofrido do problema. Uma ou duas vezes por ano, eles reportavam o que haviam bebido e se havia alguma ocorrência de pedras no rim.

Com base nos resultados, a equipe concluiu que as bebidas associadas ao baixo risco de aparecimento de pedras no rim são, em ordem decrescente, a cerveja (41%), o vinho branco (33%), o café (33%) e o vinho tinto (31%).

Entre as bebidas que mais aumentam as chances estão refrigerantes, bebidas adoçadas artificialmente e ponches.

Fonte: Revista Adega


sábado, 28 de setembro de 2013

Vinho durante a gravidez não afeta o desenvolvimento da criança

Uma publicação recente da revista médica British Medical Journal mostra uma pesquisa realizada na Inglaterra que demonstra que o consumo moderado de bebidas alcoólicas durante a gravidez não afeta o bebê.

O estudo foi feito por uma equipe da Universidade de Bristol com 6.915 mães que, em sua maioria, haviam consumido bebidas alcoólicas, principalmente vinho e cerveja, durante a gravidez. Mais de 95% se classificaram como consumidores habituais de bebidas alcoólicas.

Dessa forma, os pesquisadores concluíram que as mulheres que bebiam com moderação durante a gravidez não apresentaram dado sinais negativos nem prejudicado o desenvolvimento físico e intelectual dos filhos. As mulheres bebiam, em média, de três a sete taças na semana. Seus filhos, agora com cerca de 10 anos de idade, obtiveram resultados satisfatórios em provas físicas e intelectuais.

Em contrapartida, o estudo diz que o “fator social” pode ter contribuído, já que a situação econômica da região objeto de estudo é muito favorável, com mães de alto poder aquisitivo, bons recursos e outros fatores que podem ter ajudado a um melhor desenvolvimento dos filhos.

Fonte: Revista Adega

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

FIM DA RESSACA?

Cientistas fazem descoberta que pode pôr fim à ressaca causada por vinhos

Já imaginou poder beber quantas taças de vinho você quiser sem se preocupar com a dor de cabeça no dia seguinte? O desejo de muitos amantes da bebida pode estar perto de se tornar realidade graças a pesquisadores europeus que tentam descobrir uma forma de amenizar a ressaca.

Financiados pela União Europeia (UE), acadêmicos, produtores de vinho e pesquisadores de alimentos descobriram que dois extratos contidos no vinho podem substituir o dióxido de enxofre, substância química natural da bebida que ajuda a preservá-la, mas que pode desencadear dores de cabeça e ataques de asma em pessoas alérgicas.

Durante a divulgação dos resultados dos estudos iniciados em 2009, a Comissão Europeia, que contribuiu com aproximadamente R$ 8,2 milhões para o projeto, declarou que grandes progressos foram alcançados no sentido de encontrar uma alternativa ao vinho tinto e outros alimentos, como frutas secas, na esperança de tornar as temporadas festivas do futuro mais saudáveis para milhões de pessoas em todo o mundo.

Ainda segundo um porta-voz da Comissão, por enquanto, os nomes dos extratos será mantido em sigilo. Em janeiro, os pesquisadores abrirão outro lote de vinhos engarrafados e, se os novos testes com consumidores forem bem-sucedidos, o processo de licenciamento do produto pode começar.

O projeto também descobriu formas de substituir o dióxido de enxofre das frutas desidratadas. Ele é usado nos alimentos para evitar que eles escureçam ou mofem.
Fonte:Bhaz

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Vinho tinto faz bem à saúde: mito ou realidade?

Há alguns anos se divulga que uma dose moderada de vinho tinto todos os dias faz bem à saúde. Não só para combater o câncer, mas também para reduzir o colesterol e evitar coágulos nos vasos sanguíneos. Mas estudos recentes questionam as evidências destes benefícios e apontam que eles podem estar restritos a vinhos caseiros ou fabricados seguindo um modo de produção tradicional.

Embora os cientistas concordem que o consumo moderado de vinho tinto possa ajudar a proteger o coração, reduzir o colesterol "ruim" e prevenir o entupimento das veias e artérias, há divergências sobre o que está por trás desses benefícios.
Recentemente, um grupo de cientistas tentou descobrir por que o vinho tinto caseiro feito no Uruguai é tão saudável e chegou a sequenciar o código genético da uva Tannat, usado na produção do vinho. Os especialistas identificaram uma alta quantidade de procianidina, uma classe de flavonoide, compostos químicos encontrados em frutas, vegetais, chás, cereais, cacau e soja com benefícios antioxidantes e para prevenção ao câncer que vêm sendo estudados há anos.


Roger Corder, professor de terapias experimentais da Universidade Queen Mary, de Londres, é autor do livro The Red Wine Diet (A Dieta do Vinho Tinto, em tradução livre) e esteve por trás do estudo que pesquisou o vinho tinto uruguaio. Ele confirma que a uva Tannat contém um nível três ou quatro vezes maior de procianidinas do que a uva Cabernet Sauvignon.


O pesquisador diz que estes compostos, aliados aos taninos (que combatem o envelhecimento das células e também são encontrados no vinho) seriam os grandes responsáveis pelos efeitos positivos do vinho tinto sobre a saúde.


Resveratrol
Outros cientistas apontam para o papel do resveratrol, um composto encontrado na casca das uvas vermelhas. Saudado durante muitos anos como uma espécie de substância milagrosa, o resveratrol é um composto que, segundo os cientistas, poderia retardar o envelhecimento e combater o câncer e a obesidade.
Até o momento, estudos feitos em laboratório revelaram resultados animadores em testes com camundongos, mas ainda não foram encontradas evidências sobre a eficiência do composto em humanos.


Na Universidade de Leicester, na Inglaterra, testes com ratos indicaram que dois copos de vinho por dia podem reduzir a incidência de tumores nos intestinos - e os cientistas estudam maneiras de desenvolver o resveratrol como um composto isolado, para ser ingerido individualmente como uma droga para prevenir o câncer.


Entretanto, para Roger Corder, da Universidade Queen Mary, de Londres, há pouca evidência sobre a importância do resveratrol.
"É um mito que o resveratrol tenha qualquer coisa a ver com os benefícios do vinho tinto à saúde. A maioria dos vinhos tintos contém quantidades insignificantes de resveratrol e aqueles que possuem um pouco não contêm o suficiente para fazer qualquer efeito", diz.


É muito difícil dizer que o vinho é uma bebida saudável quando as pessoas consomem muito álcool, na hora errado do dia e sem comerRoger CorderUniversidade Queen Mary
Ele diz que são as sementes, e não a casca da uva, que contêm o segredo do vinho tinto. Quando as uvas são fermentadas por diversas semanas ou mais, as sementes podem liberar flavonoides que evoluem como moléculas mais complexas.


Mas a má notícia é que isso não acontece com todos os vinhos, diz o cientista, sugerindo que os grandes benefícios da bebida podem ser restritos a um modo de produção mais tradicional - semelhante ao vinho tinto caseiro uruguaio.
"A maior parte dos vinhos modernos não usa esta técnica durante a fabricação", afirma o cientista, reforçando a necessidade do consumo moderado. "É muito difícil dizer que o vinho é uma bebida saudável quando as pessoas consomem muito álcool, na hora errado do dia e sem comer".


Câncer
Para Emma Smith, do Cancer Research UK, centro britânico de pesquisas para o câncer, é um erro tomar vinho tinto achando que isto fará bem à saúde.
"O vinho tinto contém uma quantidade muito pequena de resveratrol e as pessoas não deveriam beber vinho com a intenção de obter benefícios para a saúde", diz.
Ela ressalta que tradicionalmente o álcool tem uma ligação negativa com o câncer.
"É importante relembrar que, mesmo em quantias moderadas, o álcool aumenta o risco de vários tipos de câncer e estima-se que seja a causa de cerca de 12.500 casos de câncer na Grã-Bretanha todos os anos".

Fonte: Terra Saúde

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Os 10 benefícios que o vinho faz a saúde

O portal Terra, no ano passado trouxe uma ótima noticia para que adora beber vinho. A bebida traz diversos benefícios a saúde. Aqui no blog já abordamos alguns benefícios  constatados por pesquisas. Veja em nossa página Vinho & Saúde.

Veja os 10 ponto abordados pela matéria:

Vinho tinto pode prevenir efeitos negativos do sedentarismo

O ingrediente saudável do vinho tinto, o resveratrol, pode prevenir os efeitos negativos do estilo de vida sedentário. Para chegar a essa conclusão, a equipe de cientistas utilizou ratos e simulou a gravidade dos voos espaciais (baixa gravidade torna quase impossível a prática de atividades).
Apenas alguns animais receberam diariamente o resveratrol e o grupo controle (sem resveratrol) desenvolveu problemas, como resistência à insulina e perda de densidade mineral óssea. O restante não apresentou nenhuma dessas complicações. O editor-chefe do FASEB Journal, que publicou o estudo, disse que o resveratrol não é um substituto para o exercício, mas pode retardar a deterioração até que a pessoa possa começar a se mover novamente.


Vinho pode proteger mulheres contra ossos fracos

Beber uma ou duas taças de vinho por dia torna a mulher menos propensa a desenvolver osteoporose, de acordo com um estudo da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos. Os cientistas constataram que os ossos das mulheres que bebem moderadamente ficaram mais fracos quando pararam de ingerir álcool por duas semanas. E, em menos de um dia depois de retomar o hábito, os ossos voltaram ao normal.


Três taças de vinho por semana podem reduzir risco de artrite em mulheres

Cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, analisaram 34.100 mulheres entre 39 e 84 anos e constataram que as que bebiam pelo menos três taças médias (150 ml) de vinho por semana eram até 52% menos propensas a desenvolver artrite reumatoide. A doença é causada pelo próprio sistema imunológico do organismo, que ataca as células que revestem as articulações, e acredita-se que o álcool pode contrariar esse processo, pois diminui a resposta imunológica.

Vinho pode ajudar mulheres a engravidar mais rápido


Segundo pesquisa do Centro de Ciência Epidemiológica Dinamarquês, uma taça de vinho tinto ou branco ao anoitecer aumenta as chances de a mulher engravidar. O levantamento com 30 mil mulheres descobriu que aquelas que ingeriam a bebida regularmente tinham quase um terço menos chances de esperar mais de um ano para ficar grávidas e 23% menos probabilidade de aguardar mais de dois meses. Não se sabe ao certo o motivo do benefício.

Vinho pode impedir aumento de peso

A substância piceatannol, presente no vinho tinto, pode retardar a geração de células jovens de gordura e as impede de se transformarem em células maduras. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Purdue, nos Estados Unidos.


Vinho tinto pode proteger contra doenças cardíacas e diabetes

O resveratrol, presente no vinho tinto, pode proteger pessoas com alto risco de doença cardíaca e diabetes. De acordo com pesquisa da Universidade de Maastricht, na Holanda, o antioxidante pode diminuir os níveis de açúcar no sangue e reduzir a pressão arterial. Para chegar à essa conclusão, os cientistas analisaram os efeitos de suplementos de resveratrol em homens obesos.

Vinho pode ajudar mulheres a engordar menos

Mulheres que saboreiam álcool com moderação, especialmente uma ou duas taças de vinho tinto por dia, engordam menos que as abstêmias. A pesquisa realizada por Brigham and Women's Hospital Boston, nos Estados Unidos, avaliou por 13 anos 19.200 americanas a partir de 39 anos. O estudo sugere que o corpo processa as calorias do álcool de forma diferente das dos alimentos.


Vinho tinto pode ajudar a reduzir risco de câncer de mama em mulheres

Beber vinho tinto com moderação pode reduzir um dos fatores de risco para câncer de mama. O estudo do Centro Médico Cedars-Sinai, nos Estados Unidos, constatou que substâncias químicas nas cascas e sementes das uvas tintas reduziram ligeiramente os níveis de estrogênio, enquanto elevaram a testosterona, em mulheres na pré-menopausa que ingeriram a bebida à noite durante cerca de um mês.




Substância do vinho tinto pode aumentar desempenho físico


O resveratrol presente no vinho tinto pode melhorar o desempenho físico, a função do coração e a força muscular. As descobertas são de experimentos de laboratório realizados pela Universidade de Alberta, no Canadá.


Duas taças de vinho por dia podem melhorar qualidade de vida

Saborear duas taças de vinho por dia podem ser o caminho para melhorar a qualidade de vida. De acordo com um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, beber com moderação leva a resultados melhores em testes de habilidade, emoção, mobilidade e capacidade de entender na meia-idade.
Fonte: Saúde Terra




domingo, 25 de agosto de 2013

Consumo de Champagne pode aumentar a inteligência

A partir de agora as borbulhas do Champagne estarão ainda mais saborosas. De acordo com um estudo realizado pelo departamento de Química, Alimentos e Farmácia da Universidade de Reading, no Reino Unido, os ácidos orgânicos encontrados no espumante francês podem aumentar a inteligência.

No relatório, publicado na revista Antioxidants & Redox Signaling, os autores explicam que pesquisas relacionando componentes dos alimentos com a melhora na memória é grande, porém, não havia nenhuma mencionando os ácidos fenólicos. Por isso, a equipe incluiu Champagne (o equivalente a uma taça por dia) na dieta de ratos de laboratório por seis semanas e concluiu que os roedores mostraram uma melhora significativa na memória operacional graças à regulação do ciclo celular no córtex e no hipocampo, as partes do cérebro que controlam o aprendizado e a memória.



O líder do estudo, Dr. Giulia Corona, disse que os testes têm os mesmos resultados em humanos. "Uma taça diária de Champagne, por seis semanas, leva ao aumento da memória", afirmou Corona ao Wine Spectator. "Isso indica que os compostos fenólicos do Champagne podem interagir diretamente com as células nervosas, otimizando a comunicação entre as células e estimulando os nervos que conduzem os sinais elétricos no cérebro".


Fonte: Revista Adega

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Vinho tinto ajuda mulheres manterem a forma física

Um grupo de pesquisadores do Brigham and Women's Hospital, em Boston, descobriu que mulheres que bebem vinho tinto são menos propensas a ganhar peso quando envelhecem.

A pesquisa, publicada no Archives of Internal Medicine, acompanhou a rotina de 19 mil mulheres por 13 anos. Todas elas começaram o estudo aos 39 anos ou mais, tendo peso normal, e ao longo dos anos foram reportando a quantidade de álcool ingerida - todas elas tiveram ganho de peso durante o período da pesquisa.

Os cientistas analisaram o consumo de quatro tipos de bebidas diferentes: cerveja, destilados, vinho branco e vinho tinto. Aquelas que não consumiram álcool foram as que ganharam mais peso. Já as que consumiram menos de 40 gramas de álcool por dia apresentaram menos chance de ganhar peso. Entre as bebidas analisadas, aquela que se mostrou menos nociva ao organismo no quesito ganho de peso foi o vinho tinto, seguido pelo branco.

O grupo acredita que isso aconteça porque o vinho causa uma sensação de satisfação parcial, o que fez com que as mulheres, depois de beber o vinho, comessem menos, ou alimentos menos calóricos. Mas eles alertam que isso não pode se tornar uma desculpa para o alto consumo, já que o efeito vem da ingestão de baixas quantidades de álcool.

A descoberta também foi testada com homens, porém, por uma diferença no sistema metabólico, não apresentou o mesmo resultado.


Fonte: Revista Adega


Veja nosso especial Vinho & Sáude .


domingo, 4 de agosto de 2013

Vinho uruguaio retarda o envelhecimento

Música, alegria e fartura de dar água na boca. No Mercado do Porto, um dos principais centros de gastronomia de Montevidéu, dá para ter uma idéia do que o uruguaio come e o que ele oferece aos turistas. A parrillada, por exemplo, é muito parecida com o churrasco brasileiro.

É fácil entender por que o Uruguai é o segundo maior consumidor de carne bovina do mundo. O país perde apenas para a Argentina. No ano passado, cada uruguaio comeu, em média, 54,7 quilos de carne. Quase 20 quilos a mais que o consumo dos brasileiros.

Decididamente, o Uruguai é um país de carnívoros. Com tanta carne, tantos assados, tanta gordura, como será que os uruguaios estão cuidando da saúde?

A ciência já descobriu que o vinho contém substâncias que fazem bem a nossa saúde, ajudam a prevenir doenças, especialmente as do coração. Agora, novas pesquisas revelam que a quantidade dessas substâncias é maior em algumas variedades de uva. Uma das campeãs é a tannat, a uva mais plantada no Uruguai.

A variedade, que produz um vinho de vermelho intenso, foi levada da França, no fim do século 19. O nome tannat se deve à forte presença de taninos, que são antioxidantes naturais: combatem o envelhecimento precoce e ajudam a prevenir doenças, entre elas, alguns tipos de câncer.

Uma pesquisa do Instituto Clemente Estábile, em Montevidéu, comparou três variedades de vinhos produzidos no Uruguai: Tannat; Merlot e Cabernet Sauvignon. A pergunta era: qual dos três tipos de vinho seria capaz de retardar por mais tempo a decomposição em cérebros de ratos? O vinho Tannat obteve, de longe, o melhor resultado.

"Todos nós temos defesas que são capazes de contra-atacar os radicais livres, mas, quando eles estão em uma quantidade excessiva, nossas próprias defesas não são suficientes. Então, os antioxidantes vão ajudar o organismo a atacar esses radicais livres e a melhorar certas enfermidades onde se produz isso", explica a bioquímica Carolina Echeverri.

No Brasil, outra descoberta: pesquisadores da PUC de Porto Alegre também compararam vários tipos de vinho tinto e encontraram no Tannat uma elevada quantidade de resveratrol, um antioxidadente potente, batizado de elixir da juventude.

"O resveratrol é um antioxidante diferente porque atua em uma proteína chamada cirtuina, que está ligada ao envelhecimento. Essa proteína evita doenças do envelhecimento, como Mal de Parkinson, Mal de Alzheimer e doenças cardiovasculares", diz o químico André Arigony.

O cardiologista e professor da Universidade Católica de Montevidéu, Ricardo Benedetti, indica o Tannat para seus pacientes, mas alerta: "Se você já é consumidor de vinho, siga tomando em doses pequenas, porque o vinho pode, em quantidades grandes, levar ao vício e aí entra em outro problema".

Os pacientes que seguem a recomendação perceberam melhoras. O narrador esportivo Carlos Munhoz toma uma taça de Tannat por dia no jantar. E diz que o bom colesterol subiu de 50 para 60 miligramas, o que afasta o risco de um infarto, por exemplo. "Estou me sentindo melhor", afirma Carlos Munhoz.


Fonte: G1

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Tabela de Nutrientes do Vinho

Hoje trouxemos uma informação que poucos sabem, os nutrientes que uma taça de vinho tem.
Veja a tabela, contém uma comparação entre o vinho tinto, vinho branco, vinho do porto e uma dose de uísque. Bem interessante.
Cada queira saber mais sobre vinho e seus benefícios, visite nossa página Vinho&Saúde.

(1) Quantidades diárias recomendáveis para um homem de porte físico médio
(2) Limite em que o álcool é considerado totalmente inócuo a um homem de porte físico médio.

Fonte: Uvibra


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Vinho aumenta o desejo sexual da mulher


Todos sabem que o vinho é muito estudado para fins medicinais. Já abordamos aqui no blog, alguns assuntos ligados ao vinho e saúde, como:
Hoje abordamos um assunto que todos gostam: sexo. Os efeitos do vinho no comportamento sexual do ser humano, no caso especifico da mulher foi alvo de pesquisa da Universidade de Florença. Segue uma matéria publicada no Journal of Sexual Medicine. Espero que gostem da notícia.

Novo estudo aponta que vinho pode melhorar a vida sexual de mulheres.

Estudo com 798 mulheres italianas entre 18 e 50 anos, realizado pela Universidade de Florença, aponta que o consumo moderado de vinho tinto pode aumentar a libido sexual feminina.

As mulheres foram divididas em três grupos conforme o hábito diário de consumo de vinho: as que consomem entre uma ou duas taças de vinho, as que não consomem vinho e as que bebem mais de duas taças.

Todas as participantes do estudo eram consideradas sexualmente saudáveis. Para avaliar a vida sexual, foram utilizados os questionários que medem o índice FSFI (Female Sexual Function Index).

O grupo que apresentou os maiores índices de desejo sexual, de acordo com as respostas dos questionários, foram as mulheres que consomem uma ou duas taças de vinho por dia.

O estudo não identificou nenhuma diferença significativa entre os grupos em relação à incitação, satisfação, dor e orgasmo, afirmam os cientistas no artigo publicado na revista científica Journal of Sexual Medicine.

Apesar de ser um estudo inicial, sugere potencialmente uma correlação entre o consumo de vinho tinto e melhor sexualidade.

                                              

domingo, 14 de julho de 2013

Mulheres que bebem vinho regularmente têm menos tendência a engordar.

Um novo estudo mostrou que as mulheres que bebem de um a dois drinques por dia são 30% menos propensas a ganhar peso. Pela pesquisa, Lu Wang, epidemiologista do Hospital das Mulheres em Boston, perguntou a 19.200 mulheres a partir de 39 anos com peso normal os hábitos de bebida delas e o ganho de peso nos últimos 13 anos. Em média, apesar de todas terem engordado à medida que envelheciam, as mulheres que ganharam mais peso foram as que nada bebiam. E o total de quilos adquiridos diminuía de acordo com o consumo alcoólico de cada uma delas.
As razões podem ser muitas, uma delas é como as mulheres metabolizam o álcool quando comparadas aos homens.
- Aquelas que consomem uma quantidade moderada de álcool costumam ter uma ingestão calórica menor de outras fontes não-alcoólicas, particularmente de carboidratos - disse Wang. - Por outro lado, a ingestão de álcool tende a acelerar o metabolismo das mulheres, significando um maior gasto calórico - explicou.
Na pesquisa, cerca de 38% (7,3 mil) afirmaram que não bebiam álcool, enquanto quase 6% afirmaram que bebiam moderadamente, ou seja, duas taças de 150 ml de vinho por dia, e cerca de 3% bebiam mais do que isso, cerca de 30 gramas de álcool por dia. Os pesquisadores afirmam que os resultados estavam associados a quatro tipos de bebidas - vinho tinto, vinho branco, cerveja e licor. O estudo afirma ainda que a melhor relação entre peso e consumo de álcool se deu com as mulheres que ingeriam vinho tinto.
Segundo a nutricionista e porta-voz da Associação Dietética Britânica, Catherine Collins, é preciso ter cautela em concluir que beber pode ajudar a perder peso.
- Seria um erro pensar que consumir álcool vai ajudar a emagrecer. Sabemos que as calorias do álcool contam. Para aquelas que bebem demasiadamente, por exemplo, as bebidas tem um grande impacto no peso - concluiu.

Fonte: Uvibra



domingo, 23 de junho de 2013

Vinho tinto estimula enzima antienvelhecimento

Um ingrediente do vinho tinto estimula uma enzima que retarda o envelhecimento das células e que poderia prevenir doenças geriátricas como o Alzheimer. Um experimento da Universidade de Harvard confirmou a crença científica de que as enzimas celulares estudadas, as sirtuinas, são reguladoras universais do envelhecimento de todos os organismos vivos, e por isso são muito interessantes para o tratamento da passagem dos anos.

"As sirtuinas operam como guardiães das células", disse o cientista David Sinclair, da Faculdade de Medicina de Harvard, que liderou o trabalho publicado na revista Nature. "Estas enzimas permitem que as células sobrevivam ao dano e retardam a morte das células", disse.

O estudo culmina, por enquanto, três anos de estudos e descobertas sobre as sirtuinas, em uma classe de enzimas presente virtualmente em todo organismo desde as bactérias até as plantas e os humanos. Todas as enzimas têm a função de promover reações bioquímicas essenciais dentro das células.

Inicialmente os cientistas pensaram que as sirtuinas trabalhavam, principalmente tirando moléculas chave das proteínas que rodeiam o DNA (ácido desoxirribonucleico) como parte do processo pelo qual as células ativam e desativam seus genes. Mas recentemente os cientistas notaram que as sirtuinas também são parte de um sistema de retroalimentação que realça a sobrevivência das células em tempos de stress, especialmente se este for devido à falta de alimentação.

Os experimentos aumentaram significativamente os períodos de vida em células de fermento e humanas nos laboratórios, e estendeu as vidas de moscas e vermes, organismos que em nível da biologia molecular envelhecem tanto como os humanos.

De todos os compostos experimentados pelos cientistas, o que mais estimulou a enzima foi o resveratrol, uma substância abundante na pele da uva preta e também entre os álcoois do vinho tinto.

Segundo outro estudo publicado por Philippe Jeandet e Roger Bessis da Universidade da Borgonha (França) o resveratrol é um composto fenólico produzido pela videira em resposta a uma infecção de "podridão cinzenta" (botrytis). Esta molécula é conhecida por suas propriedades terapêuticas.

Borgonha, em cuja Universidade foi estudado o resveratrol, é junto com Bordeaux e Champagne, uma das regiões produtoras de grandes vinhos na França. "É o constituinte ativo dos extratos da raiz de uma planta (Polygonum cuspidatum) utilizada na medicina tradicional chinesa e japonesa para o tratamento da arterioesclerose e das doenças inflamatórias e alérgicas", segundo o estudo francês.

Os conteúdos em resveratrol do vinho são volúveis segundo os vinhedos e as regiões de produção e sabe-se que estão relacionados com o estímulo das reações de defesa da videira em resposta a uma infecção parasitária. Também foi creditado ao resveratrol uma diminuição do risco de doenças cardíacas.

Sinclair disse que, sobre a base das descobertas, agora continua a busca dos compostos que estimulam mais as sirtuinas, e a produção de compostos sintéticos, para experimentá-los na extensão da vida não só de moscas e vermes, mas também de humanos e macacos. Mas Jef Boeke, um especialista em genética de fermentos que trabalha na Faculdade de Medicina da Universidade John Hopkins, se mostrou cauteloso e disse que "o envelhecimento não é o mesmo em humanos e em fermentos". "As sirtuinas são moléculas potentes e quando alguém as estimula teria que ter muito cuidado sobre os efeitos secundários potenciais", acrescentou.

Fonte: http://noticias.terra.com.br


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Vinho e a Diabetes

O vinho é, sem dúvida, a bebida mais favorável para o diabético, desde que não tenha contra-indicação ao uso das bebidas alcoólicas; beba com moderação; só beba se tiver a doença compensada; beba sempre junto com as refeições, para evitar os riscos de hiper e principalmente hipoglicemia; beba sempre acompanhado (de preferência da pessoa amada ou que lhe seja aprazível); contabilize as calorias da bebida na sua dieta.

O Diabetes Melito é um erro metabólico do organismo. Nessa doença ocorre aumento da quantidade de glicose no sangue por ação inadequada ou insuficiente da insulina – um hormônio produzido pelo pâncreas cuja função é promover a entrada deste açúcar nas células a fim de ser metabolizado e transformado em energia.

O vinho, sobretudo o tinto seco, é muito favorável para quem tem Diabete Melito por vários mecanismos. Isso é o que mostram dezenas de pesquisas científicas que tentarei compilar nos próximos parágrafos.

A quantidade de açúcar no vinho, principalmente no tinto seco, é mínima e irrelevante para o diabético. Retirar o açúcar do vinho tinto seco não representa nenhum beneficio real para quem tem Diabete Melito. A quantidade de calorias que uma taça de vinho tinto seco tem é a mesma que uma maça ou uma pêra. Os vinhos brancos, como regra tem mais açúcar que os tintos e os demi-sec mais que os secos e menos que os suaves.

A Quercitina e a Mirecetina são dois polifenóis que existem em quantidade apreciável no vinho. Eles aumentam a sensibilidade das células à ação da Insulina. Desse modo os açúcares do sangue são mais bem aproveitados. Isso leva a diminuição da quantidade insulina na corrente sangüínea. A alta taxa de insulina no sangue, como se sabe, é muito tóxica para o organismo e desencadeia uma série de reações metabólicas que culminam, normalmente, com o ganho de peso. O álcool em doses baixas também tem o mesmo efeito da Quercitina e da Mirecetina. Em decorrência disso, duas situações benéficas acontecem: favorece a perda de peso, o que sempre é desejável para todo paciente diabético e há uma tendência a diminuir a quantidade de medicamentos para controlar a doença. A ingesta de bebidas alcoólicas por diabéticos um uso de insulina ou anti-diabéticos orais, pode levar mais facilmente à hipoglicemia . Os sintomas da hipoglicemia e intoxicação aguda pelo álcool são muito parecidos. Na presença de sintomas é aconselhável fazer uma dosagem rápida de glicose no sangue.


DOENÇAS CARDIOCIRCULATÓRIAS

As alterações metabólicas que ocorrem na Diabete Melito favorecem as doenças cardiocirculatórias. Um dos mecanismos é o aumento da adesividade das plaquetas. Isso significa dizer que o diabético forma coágulos no lume vascular com mais facilidade aumentando o risco de oclusão aguda de vasos sanguíneos. Isso é trágico porque pode culminar com infarto do miocárdio, derrame cerebral e morte súbita. Os efeitos cardioprotetores do vinho são bem conhecidos. Eles advêm das ações sinérgicas do álcool com os polifenóis que existem no vinho, que, entre outros efeitos protetores, diminuem toda a atividade aterotrombótica, inclusive a adesividade plaquetária. E isso e mais uma dádiva para os diabéticos que na maioria morrem de doenças cardiocirculatórias.

A Hemoglobina Glicosilada (HbA1c) é o marcado bioquímico utilizado para controle da Diabete Melito. Ela nos da a média dos níveis de açúcar no sangue dos últimos três meses, aproximadamente. Quanto mais alto o seu valor, mais descontrolada está a Diabete Melito. O Dr. Herding e colaboradores estudaram a relação existente entre a ingesta de bebidas alcoólicas e os níveis de hemoglobina glicosilada (HbA1c). Eles constataram, tanto em mulheres como em homens, que a ingesta de vinhos tem uma relação inversa com a hemoglobina glicosilada (HbA1c).

Outro fato que torna o vinho tão favorável para os diabéticos (e que é pouco referido) é que ele é rico em Cromo. E cromo da melhor qualidade. Este eletrólito é importante porque tem um papel fundamental nas manifestações e controle do Diabete Melito, porque atua no metabolismo da glicose e é indispensável á ação da insulina, conforme relatam os Dr. Jennings e Dr. Howard.

É muito importante que o diabético beba com moderação. A ingesta abusiva é desfavorável porque aumenta a produção de glicose, colesterol e triglicerídeos pelo fígado, o que não é desejável.


BEBER JUNTO ÀS REFEIÇÕES

É fundamental que o vinho seja bebido sempre junto as refeições para diminuir a absorção de álcool pelo organismo e evitar a hiper e principalmente a hipoglicemia. É recomendável beber sempre (“bem”) acompanhado. Além de mais seguro num caso de hiper ou hipoglicemia é muito mais prazeroso.

É também importante que o diabético só beba se estiver com a doença compensada. E deve sempre contabilizar as calorias do vinho na dieta.

O diabético que tomar bebida alcoólica e fizer exercícios, terá aumentada a chance de fazer hipoglicemia. Vários estudos na literatura médica mostram que o uso moderado da bebidas alcoólicas, mas com maior ênfase no vinho, diminui o risco de desenvolver Diabete Melito tipo 2 ao longo da vida, tanto em homens como mulheres. Por outro lado, a ingesta abusiva de bebidas alcoólicas pode aumentar a chance, sobretudo das mulheres, de desenvolver está moléstia.

Em síntese: todo diabético que responder SIM às três perguntas seguintes, poderão se beneficiar de ingesta moderada de vinho (tinto seco, preferencialmente) durante as refeições. Se algumas das respostas for NÃO, a melhor escolha é, sem dúvida, evitar qualquer tipo de bebida alcoólica.

A minha diabete está controlada?
Estou livre de outras contradições ao uso de bebidas alcoólicas?
Conheço os efeitos que o álcool pode ter com a(s) minha(s) doença(s) e o meu tratamento?


RECOMENDAÇÕES PARA OS DIABÉTICOS QUE QUISEREM BEBER

• Só beba se estiver com a doença controlada.
• Beba junto ou logo após uma refeição.
• Beba acompanhado.
• Esteja preparado para hiper e principalmente hipoglicemia.
• Diante de sintomas, faça um teste rápido da glicemia.
• Monitore os níveis de triglicerídeos, se beber regularmente.
• Contabilize as calorias da bebida em sua dieta.
• Se beber à noite, faça um lanche antes de dormir.
• Prefira vinho tinto seco (é menos calórico).
• Evite dirigir automóveis ou operar máquinas, se beber.


Fonte: Uvibra



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Vinho faz bem ao coração

O vinho faz bem para o coração, são inúmeros os benefícios que a bebida pode trazer a nossa saúde, desde que seja ingerida na quantidade recomendada. Nem demais, nem de menos, de nada adiantar tomar ocasionalmente ou exagerar na dose diária, o ideal é beber uma taça de vinho por dia.
Pesquisas mostram que o álcool do vinho preserva as substâncias fenólicas, vitaminas e aminoácidos encontrados na uva. Além disso, uma substância chamada resveratrol, presente nos vinhos, ajuda na prevenção da aterosclerose e atua diretamente nas células cardíacas, protegendo-as durante a falta de oxigênio, bem como também em situações onde ocorrem arritmias, reduzindo o risco de alterações patológicas do ritmo do coração.
Essa substância ainda relaxa os músculos lisos das artérias contribuindo para prevenir ou tratar hipertensão. Mas, o resveratrol não é o único composto que traz benefícios para a saúde, os flavonóides e taninos derivados do ácido elágico e presente nos vinhos, possuem uma atividade protetora do DNA e atuam evitando o surgimento de células cancerosas. Entre outras vantagens, o consumo diário de uma taça de vinho pode prevenir os efeitos negativos do sedentarismo, evitar osteoporose em mulheres, reduzir o risco de artrites, dificultar o aumento de peso, melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida.

Quanto ao tipo de vinho mais indicado, sabe-se que os vinhos tintos são os mais aclamados e, apesar de a ação dos polifenois dos vinhos brancos ser superior à dos vinhos tintos, nestes a quantidade é muito maior, por isso, são considerados mais saudáveis.

Vale ressaltar que não são todas as pessoas que se beneficiarão com o consumo diário de vinho, há contra indicações. A lista dos que não podem ter esse hábito incluem os hepatopatas, pessoas com altas taxas de triglicérides, pancreatite, úlcera gástrica, problemas psiquiátricos, gastrite e diabetes. Nesses grupos, o efeito é totalmente reverso e o consumo de álcool pode aumentar as arritmias e piorar os quadros de insuficiência cardíaca.


Fonte: Pesquisa em Foco