sexta-feira, 10 de maio de 2013

Melhores Vinhos Chilenos de 2013 no 10º Awoca

Para quem ainda não teve acesso a informação, aconteceu no inicio do ano em Santiago, o 10º AWOCA(Annual Wines of Chile Awards 2013), premiação importante na avaliação de vinhos chilenos, estes tão consumidos no Brasil.
O evento escolhe os melhores vinhos em 18 categorias, avaliados por jurados em  degutações às cegas.
Para quem gosta de vinhos Chilenos, serve como um parâmetro para suas próximas degustações. Segue a lista dos vencedores.
Os vencedores do AWOCA são:
  • Melhor vinho na categoria “Blend” – Sideral 2009, Viña Altair
  • Melhor vinho na categoria “Cabernet Sauvignon” – Arboleda 2010, Viña Arboleda
  • Melhor vinho na categoria “Carmenère” – Marchigue Private Collection 2011, Viñedos Marchigue
  • Melhor vinho na categoria “Chardonnay” – Aconcagua Costa 2011, Viña Errazuriz
  • Melhor vinho na categoria “Late Harvest” – Erasmo 2008, Viña la Reserva de Caliboro
  • Melhor vinho na categoria “Pinot Noir” – Cono Sur 20 Barrels 2010, Viña Cono Sur
  • Melhor vinho na categoria “Sauvignon Blanc” – Outer Limits 2011, Montes S.A.
  • Melhor vinho na categoria “Syrah” – Single Vineyard 2011 e 20 Barrels 2010, Viña Cono Sur
  • Melhor vinho na categoria “Outras cepas tintas” – Vigno Garcia Schwaderer 2009, Garcia & Schwaderer
  • Melhor vinho na categoria “Outras cepas brancas” – Santa Carolina Reserva Moscato 2012, Santa Carolina
  • Melhor vinho na categoria “Rose” - Litoral Rosé of Pinot Noir 2012, Viña Ventolera S.A.
  • Melhor vinho na categoria “Espumante” - Santa Digna Estelado 2012, Miguel Torres Chile
  • Melhor vinho na categoria “Tinto premium” - Don Maximiano Founder's Reserve 2010, Viña Errazuriz
  • Melhor vinho na categoria “Branco premium” - Cipreses Vineyard Sauvignon Blanc 2011, Viña Casa Marín
  • Melhor vinho na categoria “Tinto custo x benefício” - Oveja Negra Cabernet Franc – Carmenere 2011, VIA Wines
  • Melhor vinho na categoria “Branco custo x benefício” - Santa Carolina Reserva Moscato 2012, Santa Carolina
  • Melhor vinho do evento “Best in the Show” - Don Maximiano Founder's Reserve 2010, Viña Errazuriz
Fonte: winesofchile

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Vinhos em Minas Gerais?

Fazenda experimental de Caldas-MG
No segundo semestre deste ano, produtores mineiros vão lançar três novas marcas de vinhos finos, sendo um deles o primeiro espumante fabricado no estado. As novas marcas vão se juntar ao rótulo Primeira Estrada, lançado em 2011 em caráter pioneiro em Minas. Nos próximos dois anos, a produção anual de vinhos finos no estado deverá chegar a 500 mil litros. A previsão é que, neste período, cinco empresas mineiras lancem novas marcas.Atualmente, estão em fase de validação três marcas de espumantes fabricados em Andradas, Caldas e Dinolândia (SP) - Villa Mosconi, Casa Verrone e Primeira Estrada Brut, respectivamente – que, brevemente, estarão disponíveis para comercialização. As marcas estão em processo de registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Outras duas marcas de vinhos finos, produzidos em Cordislândia, no Sul do Estado e no município de Espírito Santo do Pinhal (SP), também estão no processo por parte de empresas privadas. A tramitação para validação dos rótulos leva, em média, oito meses.


A enóloga da Epamig, Maritê Carlin Dal´Ostu atesta que Minas Gerais tem um grande potencial vinícola a ser explorado e, a partir do próximo ano, deverá observar um aumento considerável de lançamentos de novas marcas de vinhos finos, entre eles espumantes. “As perspectivas levam em conta os bons resultados que vem sendo alcançados por pesquisas implementadas pela Epamig em parceria com produtores rurais e empresários”, atesta a enóloga.

Segundo Maritê, os municípios mineiros de Baependi, Andradas, Varginha, Três Corações, Santo Antônio do Amparo, Três Pontas e São Sebastião do Paraíso são os que já apresentam resultados promissores na exploração da vitivinicultura.

Safra outono/inverno é diferencial

O empresário Rodrigo Carrara Peixoto, de Santo Antônio do Amparo, no Sul de Minas, se prepara para lançar, este ano, o “Insólito”, vinho tinto seco produzido a partir do cultivo de uvas da variedade Syrah. O processo de
Uva Syrah
registro no Ministério da Agricultura já está em andamento.

“Temos condições de fabricar um produto sem similar no mundo, originário de safra de outono/inverno o que garante uma qualidade superior”, confirma o empresário. “O trabalho executado pela Epamig com o desenvolvimento de tecnologia que possibilita ao produtor rural colher uva no período outono/inverno foi de fundamental importância para dar um diferencial fantástico de qualidade à produção de vinhos finos no estado”, complementa Rodrigo Peixoto.

Ele revela que a produção inicial de 4 mil garrafas será comercializada em estabelecimentos de Belo Horizonte, levando-se em conta as potencialidades do mercado consumidor da região.

A tecnologia da Epamig a que Rodrigo se refere, que vem animando produtores rurais e empresários do ramo, é a dupla poda de videiras nos meses de janeiro e agosto. Tal procedimento, desenvolvido de forma pioneira pelo pesquisador e coordenador do Núcleo Tecnológico Uva e Vinho, Murillo de Albuquerque Regina, implica a inversão do ciclo produtivo da videira, alterando para o inverno o período de colheita, ao contrário do que tradicionalmente é feito.

“A videira Syrah mostrou-se mais produtiva neste sistema em função das temperaturas mais baixas e da menor disponibilidade hídrica. Todos os fatores foram superiores, mostrando maior concentração de açúcares, menor acidez, maior teor de antocianimas e de polifenóis, aspectos preponderantes para a obtenção de vinho fino de qualidade”, atesta o agrônomo.

Segundo Murillo, é possível explorar uma ampla gama de potencialidades enológicas dentro de Minas Gerais, incluindo, ainda a produção de uvas próprias para vinhos de mesa, vinhos brancos e espumantes. Nas regiões Sul e Sudoeste do estado, os trabalhos contemplam os municípios de Três Corações, Cordislândia e Caldas. Na região Noroeste, o município de João Pinheiro já possui ações nesta área. Já no Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha, Pirapora e Diamantina começam a desenvolver a atividade.

Além disso, atualmente, na região da Serra da Mantiqueira, 20 produtores rurais estão desenvolvendo projetos similares. Eles cultivam videiras das variedades Syrah, para vinhos tintos, e Sauvignon Blanc, para vinhos brancos. Também estão sendo cultivadas as variedades Chardonnay e Pinot Noir para produção de espumantes.

O próprio Núcleo Tecnológico Uva e Vinho, da Epamig, conta com uma vinícola onde, em caráter experimental, vêm sendo processadas uvas produzidas nos municípios de Caldas, Andradas e Divinolândia (SP).

Concorrência à altura

Segundo o agrônomo Murillo Albuquerque, apesar de ainda estar numa fase
Produção de Vinhos
inicial de produção, os vinhos finos mineiros já têm condições de disputar, em termos de qualidade, com produtos importados especialmente da Argentina e do Chile. “O próprio Primeira Estrada, por exemplo, já está sendo comercializado no Rio de Janeiro e São Paulo e em cidades turísticas do interior mineiro como Poços de Caldas, Tiradentes e Três Corações”, destaca.

O Primeira Estrada Shirah 2010, fabricado pela vinícola Estrada Real, de Três Corações, já pode ser encontrado em restaurantes de renome da capital mineira, como o Taste Vin, Vechio Sogno, Pizzaria Olegário e Hermengarda, bem como em alguns supermercados. O produto, feito a partir de uva da variedade Syrah, vem nas versões tinto e rosé .

O pesquisador da Epamig observa, entretanto, que o incremento da produção mineira de vinhos finos vai depender da demanda e da aceitação do produto por parte da população. Ainda segundo Murillo Albuquerque, financeiramente, a atividade compensa, visto que o preço do litro dos novos vinhos deverá girar entre R$ 40,00 e R$ 70,00.


“O mercado de vinhos finos está em expansão, mas quem mais aproveita do aumento do consumo ainda são os vinhos importados, pois os nacionais enfrentam dificuldades devido à alta carga tributária e à concorrência com vinhos do Mercosul. Por isso, investir em qualidade é o caminho para superarmos a concorrência”, conclui o pesquisador.

FONTE: Agência Minas





Nós do Dionísios, esperamos que essa experiência produza um resultado positivo e nós propicie grandes vinhos. Recentemente vimos o desenvolvimento da viticultura no Nordeste Brasileiro, produzindo bons vinhos, lugar este antes inimaginável para a produção da bebida.
Minas Gerais tem uma fama internacional na produção de Cachaça e agora pode-nos dar a grata surpresa de produzir vinhos com qualidade.


E você acredita nessa possibilidade?

domingo, 5 de maio de 2013

Queijos e Vinhos: como harmonizar?

Sempre há um dúvida cruel quando compramos um vinho e queremos combina-lo com um queijo especial, ou vice e versa.

Contrariando aquilo que a  maioria das pessoas imaginam, nem sempre os queijos combinam só com o vinho tinto. Os queijos mais populares também combinam com o vinho branco, como podemos ver nas tabelas apresentadas aqui.




A tabela abaixo nós mostra uma gama maior de opções para harmonizar queijos e vinhos, especificando a uva e o tipo de queijo.


Esperamos que a partir das tabelas vocês possam harmonizar bem essas duas delicias: queijo e vinho.

Fonte: Blog Restaurante em SP
          Site Vinho e mais Vinho







Luis Felipe Edwards Pinot Noir Reserva 2011

Vinícola: Luis Felipe Edwards
País: Chile
Região: Vale Colchagua
Tipo: Tinto
Uva: Pinot Noir
Álcool: 14%

Beber um Pinot Noir nem sempre é sinônimo de elegância e qualidade. Não é fácil produzir bons vinhos com essa uva, que tem como uma das principais características a complexidade para manutenção de suas parreiras e a sua transformação em vinho. A Pinot Noir necessita de um clima frio e seu manuseio tem que ser com extrema delicadeza. Escrevo isso, pois hoje analiso o Luis Felipe Edwards Pinot Noir Reserva 2011, um vinho simples, que não se destaca, adquirido por um preço baixo para um Pinot Noir, R$ 26, ele não me representou uma boa compra, sem personalidade e na boca, sem o corpo elegante que representa uma Pinot Noir.

Vinho do Vale de Conchagua, entretanto se a região produz os melhores vinho Chilenos, não se pode dizer o mesmo dos Pinot's que vem apresentando maior destaque para os produzido no Vale de Casablanca.

Vamos ao vinho: de cor violeta, ele no olfato me apresentou framboesa bem leve e na boca um certo desequilíbrio, corpo leve e sem grande destaque. Não é intragável, mas acha-se vinho melhores nessa faixa de preço, até mesmo o Brasileiro Miolo Reserva Pinot Noir nós apresenta melhores qualidades.

Nota: 72/100
 Visual
 Violeta
 Olfato
 Framboesa
 Gustativo
 Corpo Leve e desequilibrado
 Harmonização
 Sanduiches

Por Jonas Magalhães

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Doña Dominga Reserva Viognier 2011

Vinícola: Viña Casa Silva
País: Chile
Região: Vale Colchagua
Tipo: Branco
Uva: Viognier
Álcool: 14%


Quer um vinho simples para acompanhar bem o seu peixe no almoço ou jantar? 
Esse é o  Doña Dominga Reserva Viognier 2011, um vinho branco de extrema sutileza e muito agradável na boca.
Uma bebida que representa bem as características da uva Viogner, bem sedoso e amanteigado na boca, agradável de se beber.
Um visual "Amarelinho" claro, quase ouro ralo. No Olfato me apresentou uma lembrança de lima e frutas cítricas, sem grande intensidade. Na boca, alem d amanteigado, característica que falei aqui, ele ainda tem um final agradável e de boa persistência.
Produto de uma vinícola referencia no Chile(Viña Casa Silva), é um vinho bem elaborado e de fácil acesso, acha-se em supermercados, uma boa opção para o seu dia a dia.

Nota:80/100


 Visual
 Amarelo Claro(palha/ouro)
 Olfato
 Lima, frutas citricas
 Gustativo
 Amanteigado, Agradavel e longo
 Harmonização
 Peixe