domingo, 8 de dezembro de 2013

Receita: Ceviche - simples e fácil

Um prato tipico da culinária peruana. O Ceviche é um prato tipico de pescadores, rápido e fácil. Era preparado no próprio barco, a pouco tempo se expandiu para as mesas de todo o mundo.

A receita tradicional, leva o choclo (tipo de milho , mais claro e maior do que o brasileiro) e camote (espécie de batata cor de laranja). Lembrando que é um prato degustado cru, necessita de pescado bem fresco.



INGREDIENTES

180g de robalo em cubos
140ml suco de limão
Uma pirada de pimenta dedo-de-moça picada
Uma pitada de gengibre ralado
Uma pitada de alho ralado
60g de cebola em fatias finas
Uma pitada de coentro picado
Sal, salsa a gosto
Alface para decorar

MODO DE PREPARO

Tempere o robalo com sal, gengibre, alho, o suco de limão e a dedo-de-moça picado. 

Misture bem para que o peixe absorva os sabores. Adicione o coentro e continuar misturando. 
Colocar a cebola, misturar e servir imediatamente. Decore com uma folha de alface e salsa. 

Harmonização

Indicamos para acompanhar o Ceviche, um espumante nacional ou um vinho branco com boa acidez e refrescância: um sauvignon blanc.


(Fonte: IG)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A maior taça de vinho do mundo!

Foto: AFP Photo/Anwar Amro

Libaneses apresentaram a maior taça de vinho do mundo. Com 2,4 metros de altura e 1,65 metro de diâmetro, ela entra para os registros do livro Guinness. A capacidade da "tacinha" é de 1,5 mil litros de bebida. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Como fazer vinho em casa?

Enólogo da Embrapa ensina receita caseira para produção de vinho

As duas parreiras de Haroldo da Silva, de Botelhos, em Minas Gerais, dão muita uva. Para aproveitar a produção, ele está com a ideia de fazer vinho artesanal. A Embrapa Uva e Vinho, principal centro de pesquisas do país voltado para essas atividades, tem uma receita simples para preparar a bebida.

A história da Serra Gaúcha, principal produtora do Brasil, sempre foi ligada a história da bebida no país. A região, muito marcada pela imigração italiana a partir do final século 19, abriga centenas de fabricantes, de famílias que produzem vinho caseiro, com receitas antigas, ou empresas modernas que elaboram vinhos famosos em escala comercial.

A maior parte das vinícolas da serra se concentra no Vale dos Vinhedos, na região de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Com colinas suaves, fazendas bonitas, hotéis e pousadas, o lugar atrai turistas o ano todo. Não por acaso fica na Serra Gaúcha a Embrapa Uva e Vinho, principal centro de pesquisas do país voltado para essas atividades.

“É possível fazer vinho em casa. A uva tem que ser sadia, madura e sã. Uva niágara é uma uva de mesa muito utilizada no Brasil e também pode ser usada pra elaboração de vinho. A uva niágara rende em torno de 70% a 75% de vinho. Então, teoricamente 15 quilos de uva para obter dez litros de vinho”, explica Irineo Dall’Agnol, produtor de vinho, enólogo e responsável técnico do laboratório da Embrapa.

A uva usada na Embrapa é a isabel, mas as etapas da receita são as mesmas para qualquer variedade. Primeiro, as bagas devem ser colocadas em um tacho ou panela. Depois, tudo deve ser espremido. A higiene é fundamental durante toda a receita. Panelas, tachos e mãos precisam estar lavados e limpos.

O suco de uva que vai surgindo é o que os técnicos chamam de mosto. O líquido doce e melado vai entrar em processo de fermentação. Isso ocorre graças ao contato do açúcar das uvas com alguns tipos de fungos que se desenvolvem naturalmente nos vinhedos. Os fungos invisíveis a olho nu também são conhecidos como leveduras.

Alguns dos fungos que vivem na natureza não são bons para o sabor do vinho. Por isso, o enólogo da Embrapa recomenda a utilização de um tipo de sal para fazer uma seleção. O metabisulfito de potássio pode ser comprado em farmácias de manipulação. Ele elimina os fungos indesejáveis e mantém vivos no mosto apenas as melhores leveduras para a fermentação do vinho. A dosagem recomendada é de um grama do produto para dez quilos de uva. “Dissolve no próprio mosto e logo a seguir adiciona à massa de uva”, explica o enólogo.

O material deve ser bem mexido. Em seguida, o líquido e a casca são transferidos para um garrafão de vidro. Nessa etapa, o enólogo aproveita para dar outra dica importante: não é em qualquer panela ou tacho que se presta pra fazer vinho. “Áço inoxidável é o indicado. Vidro também é muito bom. Não é aconselhável usar madeira”, diz.

Para que a fermentação ocorra de maneira equilibrada, o pessoal da Embrapa tampa o garrafão com uma rolha de silicone que contém uma mangueira que fica mergulhada numa garrafinha de água para permitir a saída do gás carbônico que se forma com a fermentação e, ao mesmo tempo, impedir a entrada de oxigênio.

Quem for fazer o vinho em casa pode usar uma rolha comum. O fundamental é fazer um furo e colocar uma mangueira, seguindo esse mesmo modelo. Durante os primeiros cinco dias da fermentação é importante revirar o material duas vezes por dia para misturar a casca e líquido.

No quinto dia é hora de descartar o material sólido que fica boiando e transferir apenas a parte líquida para outro recipiente. Com o líquido já separado, dois cuidados são fundamentais: manter o garrafão sempre bem cheio e a cada dez dias transferir o líquido para um novo recipiente. A medida tem o objetivo eliminar a borra, que é a pasta que se forma fundo do vidro.

O pessoal da Embrapa recomenda que a mangueira para a saída de gás carbônico seja mantida durante pelo menos 40 dias. Quando a água da garrafinha parar de borbulhar o garrafão já pode ser vedado com uma rolha comum, sem furo.

Nesse momento, aos 40 dias, outra medida importante é adicionar a segunda dose de metabisulfito de potássio. Dessa vez, a quantidade usada deve ser de um grama do produto para cada dez litros de vinho.

A partir daí começa a etapa de envelhecimento, que pode durar de seis meses a um ano. Nesse período, o vinho deve ficar fechado em um garrafão ou garrafa comum e mantido em ambiente fresco para desenvolver aromas e apurar o sabor. Passada essa fase, é só servir.

O teor alcoólico de um vinho artesanal varia de 10% a 12%. A Embrapa preparou duas publicações com mais informações sobre o assunto: uma sobre vinho tinto e a outra sobre vinho branco. Cada livreto custa R$ 10 já com as despesas de Correio. Os interessados devem escrever para:

Embrapa
Caixa Postal 130
Bento Gonçalves – RS
CEP.: 95.700-000

(Fonte: Globo Rural)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Paulo Laureano Premium Tinto 2010

Vinícola: Paulo Laureano Vinus
País: Portugal
Região: Alentejo
Tipo: Tinto
Uvas: 
Aragonez 40%,Tricandeira 40%, Alicante Boushet 20%.
Álcool: 13%


Paulo Laureano é um famoso enólogo português, do Alentejo. Analisamos aqui um vinho que traz seu nome, na linha premium. Que passa por 6 meses estagio em barricas.

É um vinho que nos apresenta um visual intenso, rubi, bem brilhante. No olfato destaca os aromas de frutas em calda(destaque para a cereja), toque discreto de madeira. Na boca é elegante, equilibrado e repete o frutado do nariz. Com taninos macios e um final de boca agradável.

É um bom vinho, que vale o que se paga. Honesta sua relação custo-beneficio.


 Visual
Rubi intenso brilhante.
 Olfato
Frutas vermelhas em calda.
 Gustativo
Equilibrado, taninos macios e elegante.
 Harmonização
Pernil de porco.

Por Jonas Magalhães


domingo, 1 de dezembro de 2013

Receita simples: Bruschettas

Hoje trazemos uma ótima receita de Bruschettas. Com origem italiana, ela se espalhou pelo mundo. Muito usada para servir de entrada ou mesmo como petisco.

Ingredientes

3 tomates, sem sementes e picados.
1 cebola picadinha.
1 dente de alho picado.
1/2 colher (chá) de manjericão seco.
1/2 colher (chá) de orégano seco.
Azeite a gosto
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta-do-reino moída
3 Pães de Sal ou 1 baguete
250 g de mussarela fresca, fatiada

Aqueça o forno a 180 ºC.
- Misture o tomate, a cebola, o alho, o manjericão, o orégano, o sal e a pimenta. Misture bem, cubra e reserve na geladeira.
- Corte os pães ou a baguete em 12 fatias no sentido diagonal. Coloque as fatias de pão numa assadeira, passe azeite e leve-as ao forno por 5 minutos, ou até que estejam douradas.
- Coloque a mistura de tomate em cada torrada. Cubra cada uma com uma fatia de mussarela e um folha de manjericão. Volte com as fatias no para o forno até que a mussarela derreta. Sirva imediatamente.



Harmonização

Sugiro sempre um Chianti, da Toscana. Pode ser também um tinto leve, Pinot Noir vai bem também. Se preferir um branco, indico um Sauvignon Blanc.

Saúde!