terça-feira, 25 de novembro de 2014

Tamanhos das garrafas de vinho.


Quando você chega a uma loja de vinho, quase sempre se depara com uma garrafa de vinho padrão, com 750ml. No entanto, ultimamente percebe-se um crescimento da oferta de outras opções, principalmente as menores, que pela praticidade tem feito sucesso, principalmente em restaurantes e bares. Mas também existem outros tipo de garrafas maiores, ideais para festas ou grupo de enófilos.  

Veja quais os tipos de garrafas:
  • Piccolo (1/4 ou Split): 187 ml 
  • Meia-garrafa (1/2): 375 ml
  • Garrafa padrão: 750ml
  • Magnum: 1,5 litros = 2 garrafas
  • Jeroboam: 3 litros = 4 garrafas
  • Matusalem: 6 litros = 8 garrafas
  • Salmanazar: 9 litros = 12 garrafas
  • Balthazar: 12 litros = 16 garrafas
  • Nabucodonosor: 15 litros = 20 garrafas

O tamanho da garrafa vai de acordo com a necessidade. Contudo, sabemos que o vinho evolui dentro da garrafa e o tamanho da botelha de vinho pode determinar sua evolução.
O oxigênio é um dos responsáveis pela transformação e evolução do vinho durante o tempo. Garrafas menores, armazenam menor quantidade de vinho e a sua proporção de oxigênio por vinho é muito grande, resultando em uma evolução rápida. Já em garrafas de vinho maiores a quantidade de vinho em relação ao oxigênio aumenta, ocasionando uma oxigenação mais lenta, aumentando a curva evolutiva do vinho. Logo vinhos especiais(de guarda), que evoluem com o tempo apresentam uma durabilidade maior ou evolução mais lenta em garrafas maiores.

Saúde!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Gerard Depardieu diz que pode beber 14 garrafas de vinho em um dia

O ator francês Gérard Depardieu, conhecido por uma carreira de prêmios e excessos, afirmou que costuma beber quando se sente entediado e que pode chegar a consumir até 14 garrafas de bebida alcoólica em um só dia.

"Começo em casa, com champanhe ou vinho tinto antes das 10h. Depois, mais champanhe, depois pastis [anis francês], talvez meia garrafa. Depois a comida, acompanhada de duas garrafas de vinho. Pela tarde, champanhe, cerveja e outra vez pastis para terminar a garrafa por volta das 17h. Mais tarde, vodca ou uísque", comentou o ator, de 65 anos, em entrevista que publicada pela revista "So Film".

Exilado fiscal mais famoso da França e protagonista de famosas polêmicas em aeroportos ou acidentes de trânsito com mais álcool no sangue que o permitido para dirigir, o ator reconheceu que, uma vez que começa a beber, não consegue controlar.

"Quando me entedio, bebo. Se começo a beber, não bebo como uma pessoa normal. Posso entornar 12, 13, 14 garrafas por dia", disse o ator, que garantiu que nunca termina "completamente bêbado, só um pouco alegre" e que tem um remédio próprio para não terminar bêbado: "Só é preciso tirar um cochilo de dez minutos e já está pronto".

Gérard Depardieu, que no cinema já interpretou Obelix, Cyrano de Bergerac e um personagem inspirado no polêmico Dominique Strauss-Kahn, admitiu que seus excessos geram risco para a saúde e revelou que já se submeteu a uma operação para colocar um marca-passo por culpa do colesterol "e de outras coisas".

"Tenho que ser prudente. De qualquer forma, não vou morrer atualmente. Ainda tenho energia", presume o ator, que também é proprietário de várias adegas e restaurantes.

Em julho, Depardieu anunciou sua intenção de produzir "vodca biológica" a partir de "água de mananciais das montanhas e produtos que respeitam o meio ambiente".

Fonte: Agencia EFE/ Site G1

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Uísque japonês é eleito o melhor do mundo

O uísque japonês “Yamazaki Single Malt Sherry Cask 2013” foi eleito pela primeira vez o melhor do mundo por um dos mais respeitados guias sobre o setor. Publicado na segunda-feira (3), o guia de Jim Murray, que é conhecido como a “A Bíblia do Uísque”, descreveu o o quísque japonês como “espesso, seco, tão redondo quanto uma bola de bilhar”. Murray deu à bebida 97,5 pontos de 100.

Três uísques americanos da variedade bourbon – William Larue Weller, Sazerac Rye 18 Year Old e Four Roses – ocuparam o segundo, o terceiro e o quarto lugares. Curiosamente, nenhum uísque escocês apareceu entre os cinco primeiros da lista.

No Japão, se faz uísque desde os anos 1920, quando um japonês que estudou Química em Glasgow, Masataka Taketsuru, voltou ao seu país casado com uma escocesa e contribuiu para o nascimento da destilaria Yamazaki, perto de Kyoto.

No editorial do livro “Whisky Bible”, que é publicado anualmente, Murray diz que é hora de as destilarias escocesas acordarem.

“Chegou a hora de uma pequena dose de humildade, de voltar aos fundamentos, de perceber que algo se perdeu”, recomendou.

O livro “Jim Murray’s Whisky Bible” será lançado na Inglaterra na próxima semana e pode ser adquirido pelo site WHISKYBIBLE.COM.

Fonte: Revista online Exame, da editora Abril.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008 #CBE

Vinícola: Casa Venturini
País: Brasil
Região: Flores da Cunha - RS
Tipo: Branco
Uvas: Chardonnay

Álcool: 13,2%

Início de mês e vamos postar nosso vinho escolhido para a Confraria Brasileira de Enoblogs (#CBE). O tema de Outubro foi escolhido pela amiga Ju Gonçalves, do blog Vou de Vinho. Ela escolheu como tema um vinho branco nacional.

Como já estava esperando uma "desculpa" para degustar um presente que trouxe do Sul, essa foi a ocasião para abrir o Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008. Esse ano já escrevemos aqui sobre a safra 2011.

A Casa Venturini se orgulha muito de seu Chardonnay. Na Avaliação Nacional de vinhos de 2014 ele foi premiado pelo sexto ano seguido.

Vamos ao vinho Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008: na taça é bem forte, com um intenso amarelo ouro. No olfato apresenta aromas de abacaxi, damasco, mel e chocolate branco. Na boca é delicioso, com ótimo amanteigado, sedoso e muito agradável. Acidez se faz presente, no entanto perdendo um pouco de sua força, bem destacada na safra 2011. Final de boca persistente, com retrogosto muito agradável, destaque ao abacaxi.

Comparando o Casa Venturini Chardonnay Reserva 2008 com a safra 2011 noto que a perda da acidez é compensada com um vinho mais sedoso, com aromas delicados, um vinho mais elegante, gostei bastante. 2008 foi uma safra bem premiada internacionalmente e resistiu bem.


Esse é um vinho que sempre faço questão de ter na adega. Parabéns ao José Venturini pelo excelente resultado. Harmonizei com um Abadejo ao molho de camarão e casou muito bem.



 Visual
 Límpido e um cor intensa amarelo ouro.
 Olfato
 Abacaxi, damasco, mel e chocolate branco.
 Gustativo
 Bom amanteigado, sedoso e elegante. Boa persistência, retrogosto abacaxi.
 Harmonização
 Filé de Abadejo com molho de camarão.

Por Jonas Magalhães